Passada a euforia, E2G avança silenciosamente: novaCana entrevista ex-GranBio e atual diretor do CTBE, Gonçalo Pereira

Publicado em 23/03/2017

Nova Cana em 16/março

O Brasil está passando por um hiato de novidades sobre o andamento das usinas de etanol celulósico. Depois de viver momentos de euforia e de grandes promessas, as pedras no meio do caminho, além de adiarem as metas em relação ao E2G no país, fizeram com que as indústrias assumissem uma postura mais prudente – agora, o indicativo é de que há um avanço silencioso no desenvolvimento do etanol de segunda geração.

Depois de quatro anos na GranBio, Gonçalo Amarante Guimarães Pereira, é o entrevistado do novaCana, agora como diretor do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE). Descolado da imagem da Granbio, companhia que ajudou a construir como co-fundador, Guimarães Pereira fala do atual momento do celulósico, cujos players traçam uma discreta trajetória de avanços, segundo ele.

“O que fizemos na Granbio foi como um desses projetos de levar o homem à Lua”, Gonçalo Amarante Guimarães Pereira

Guimarães Pereira está desde outubro à frente do CTBE, um dos quatro laboratórios abertos à comunidade científica e empresarial que integram o Centro Nacional de Pesquisa e Energia em Materiais (CNPEM). Ele ainda é professor titular da Universidade Estadual de Campinas, onde ingressou em 1997.

Em sua trajetória ainda está a posição de Chief Scientific Officer (CSO) da GranBio. Foi na GranBio, aliás, que ele pôde ir além, com uma ação de estratégia tecnológica coorporativa, coordenando a empresa BioCelere, dedicada ao desenvolvimento de biomassa de alta produtividade e biologia sintética para produção de biocombustíveis e bioquímicos a partir de açúcar de segunda geração.

Um apaixonado por genética, o novo diretor do CTBE já avisa que a conversa “vai longe” quando começa a falar, com traços do seu sotaque baiano, sobre a área que escolheu para atuar.

Com o novaCana, Guimarães falou suas perspectivas para os projetos realizados pelo CTBE, além de analisar quais devem ser os próximos capítulos no desenvolvimento do etanol celulósico no Brasil, cana-energia, enzimas, palha da cana e avanços tecnológicos.

O texto acima é apenas uma breve introdução. Para ver esta página completa clique aqui e assine.

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