Pesquisadores brasileiros e argentinos discutem participação no Sirius

Publicado em 24/02/2016
MCTI, em 22/02/16

Nova fonte de luz síncrotron em construção no CNPEM é oportunidade para intensificar cooperação bilateral. “O Sirius desperta na comunidade cientifica internacional um interesse extraordinário”, diz diretor do CNPEM.

 

O diretor do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), Carlos Américo Pacheco, e o coordendor do Sirius, Antonio José Roque, participam, em Buenos Aires, de discussão sobre participação de pesquisadores argentinos na nova fonte de luz síncrotron brasileira. Crédito: Ascom/MCTI

O diretor do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), Carlos Américo Pacheco, e o coordendor do Sirius, Antonio José Roque, participam, em Buenos Aires, de discussão sobre participação de pesquisadores argentinos na nova fonte de luz síncrotron brasileira. Crédito: Ascom/MCTI

O Sirius, nova fonte de luz síncrotron, está no centro da parceria estratégica entre Brasil e Argentina em ciência, tecnologia e inovação. Hoje, 14% dos usuários externos do síncroton brasileiro, o único da América do Sul, são argentinos. Com a construção da luz síncrotron de quarta geração, o interesse de pesquisadores argentinos cresceu ainda mais.

A participação dos pesquisadores argentinos no Sirius foi discutida em reunião nesta segunda-feira (22) em Buenos Aires por ocasião da visita oficial do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, à Argentina. No encontro, foi decidido que uma comissão de pesquisadores brasileiros e argentinos será instituída para avançar na cooperação bilateral.

“O Sirius desperta na comunidade cientifica internacional um interesse extraordinário. E há muitas possibilidades de intensificar a cooperação já existente com os argentinos”, explicou o diretor do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), Carlos Américo Pacheco.

Segundo ele, a cooperação envolvendo o Sirius pode incluir a participação de empresas argentinas no projeto e o lançamento de editais conjuntos para financiamento de pesquisas dos dois países.

O Sirius está em construção numa área de 150 mil metros quadrados (m²) no CNPEM, organização social do MCTI, em Campinas (SP). A estrutura inclui um conjunto de aceleradores de elétrons e estações experimentais, chamadas de linhas de luz. Com 19% das obras concluídas, a construção de toda a estrutura deve terminar em 2018.

Repercussão: SBQ; NEITEC

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