Nanopoema

Publicado em 09/05/2009

09/05/2009 – Diário de Cuiabá

Um fio mil vezes mais fino do que um cabelo. Nele, uma única palavra: “Infinitozinho”, tirada de um poema-escultura do compositor Arnaldo Antunes. Da união entre dois institutos da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e o LNLS (Laboratório Nacional de Luz Síncrotron) surgiu esse que os pesquisadores acreditam ser o primeiro “nanopoema” brasileiro. Um nanômetro vale 10-9 metros, igual a um milionésimo de milímetro.

(Folha de SP)

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