LNLS recebe propostas para uso das linhas MX1 e MX2 até sexta-feira

Publicado em 27/05/2009

27/05/2009 –  Portal MCT

O Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS/MCT) recebe, até às 17h, desta sexta-feira (29), propostas de pesquisa de grupos científicos do Brasil e do exterior interessados em utilizar as linhas de luz MX1 e MX2.

A linha MX1 opera na faixa correspondente aos raios X duros e é utilizada para estudar a estrutura tridimensional de macromoléculas biológicas, como as proteínas. No caso delas, as coordenadas dos átomos que compõem monocristais são obtidas a partir da difração de raios X.

A linha MX2 também opera na faixa de raios X duros e, assim como a MX1, é utilizada em estudos de monocristais para determinar estrutura tridimensional de macromoléculas biológicas. Ademais, pode realizar coletas de difração em diferentes comprimentos de onda (0,8-2,5 A), o que permite o uso de técnicas que utilizam espalhamento anômalo na determinação da estrutura.

Três aspectos essenciais são considerados na análise das propostas enviadas ao LNLS: relevância científica ou tecnológica do tema proposto; competência dos pesquisadores autores da proposta; viabilidade técnica das experiências propostas com os equipamentos disponíveis no LNLS.

As submissões podem ser feitas por meio do Portal de Serviços aqui. As propostas serão avaliadas em julho por Comitês Científicos e, aquelas aprovadas, agendadas para realização entre 21 de julho e 09 de outubro de 2009. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail sau@lnls.br.

Sobre o LNLS
O LNLS integra o complexo laboratorial de centros operados pela Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron (ABTLuS), localizado em Campinas, São Paulo. Única instituição da América Latina a contar com uma Fonte de Luz Síncrotron, o LNLS possibilita a realização de pesquisas de fronteira em escala atômica em áreas como química, física, engenharia de materiais, meio ambiente e ciências da vida. Suas instalações podem ser utilizadas gratuitamente por pesquisadores brasileiros e estrangeiros, desde que os resultados das pesquisas ali realizadas sejam tornados públicos.

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