Brasil e Europa se unem pelo etanol de segunda geração

Publicado em 17/07/2013

Portal da Bioenergia, em 17/07/2013

Ampliar a produção de combustível renovável por meio de um melhor aproveitamento da biomassa. Esse é o desejo de muitos pesquisadores e empresários brasileiros que focam os seus esforços no bagaço da cana-de-açúcar. O mesmo vale para os europeus e a palha de trigo. Visto que a composição química das duas matérias-primas se assemelham em diversos aspectos, que tal unir esforços para solucionar os principais desafios tecnológicos ligados à produção do etanol de segunda geração?

Este é o propósito dos integrantes do projeto ProEthanol2G, que na última semana estiveram reunidos no Centro Nacional de Energia em Pesquisas e Materiais (CNPEM), em Campinas-SP. A iniciativa possui quatro anos (2011-2014) de duração e contempla seis universidades, um instituto de pesquisa e duas empresas do lado brasileiro. Do lado europeu, são outras 10 instituições participantes. O objetivo principal do projeto é desenvolver um processo tecnológico que integre a produção eficiente de etanol e eletricidade a partir da palha de trigo na Europa, assim como de açúcar, etanol e eletricidade a partir do bagaço e da palha da cana no Brasil.

ProEthanol2G Brazil Meeting reuniu 35 representantes do projeto entre os dias 1o e 5 de julho nas cidades do Rio de Janeiro e Campinas para debater resultados de pesquisas e ações conjuntas. Também integrou o evento, visitas a importantes instituições de pesquisa brasileiras, como ao Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), pertencente ao CNPEM.

Fonte: CTBE

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