Fonte Sirius atrairá cientistas do mundo todo, diz ministro

Portal Brasil, em 16/07/2016

 

O Sirius deve abrir novas perspectivas de pesquisa em áreas como ciência dos materiais, nanotecnologia, biotecnologia, física e ciências ambientais

 

A construção da fonte começou em dezembro de 2014

A construção da fonte começou em dezembro de 2014

Mais de um quarto das obras da fonte Sirius estão concluídas. A fonte, um dos primeiros anéis de armazenamento síncrotron de quarta geração no planeta, foi projetada para ter o maior brilho dentre os equipamentos na sua classe de energia.

A radiação síncrotron é uma ferramenta científica voltada a analisar diversos tipos de materiais, orgânicos e inorgânicos.

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, definiu a fonte de luz síncrotron Sirius como uma futura “meca”, capaz de atrair pesquisadores e projetos do mundo todo, nesta sexta-feira (15). Ele visitou as obras do acelerador e os quatro laboratórios do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) – organização social qualificada pelo MCTIC – em Campinas (SP).

A estrutura deve contribuir para a internacionalização da ciência brasileira, por meio do aumento da presença de estrangeiros como usuários do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), unidade do CNPEM.

“Quando concluídas todas essas intervenções, nós teremos a oportunidade de levar o Brasil a uma posição de mais relevância no campo da pesquisa e receber aqui inúmeros projetos, que serão dependentes dos nossos estudos, a partir do estabelecimento de parcerias”, disse o ministro.

Atualmente, o LNLS opera a única fonte da América Latina, o anel UVX, máquina de segunda geração. O Sirius deve abrir novas perspectivas de pesquisa em áreas como ciência dos materiais, nanotecnologia, biotecnologia, física e ciências ambientais.

Conhecimento

A visita de Kassab ao CNPEM integra uma série de viagens para atualizar o ministério sobre empreendimentos, parcerias e programas de unidades de pesquisa e organizações sociais ligadas à pasta.

Para o ministro, o Sirius pode gerar emprego e renda à cidade e sua região metropolitana, “porque nós vamos ter uma movimentação muito grande na cadeia de comércio, serviços e turismo, já que as pessoas virão de todas as partes do País e do mundo para, aqui, absorver conhecimento e estabelecer parcerias”.

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