{"id":6965,"date":"2013-11-19T14:41:09","date_gmt":"2013-11-19T16:41:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnpem.staging.wpengine.com\/?p=6965"},"modified":"2026-03-03T08:18:52","modified_gmt":"2026-03-03T11:18:52","slug":"cooperacao-mais-forte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/cooperacao-mais-forte\/","title":{"rendered":"Coopera\u00e7\u00e3o mais forte"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em>Revista Pesquisa FAPESP, em Novembro\/2013<\/em><\/p>\n<div id=\"the_content\">\n<div id=\"attachment_140554\" style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<div style=\"width: 257px\" class=\"wp-caption alignright\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sem t\u00edtulo, 2001 Acr\u00edlico sobre tela 180 x 150 cm cole\u00e7\u00e3o particular\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistapesquisa.fapesp.br\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/Relatorio_obra-capa-247x300.jpg?resize=247%2C300&#038;ssl=1\" alt=\"Sem t\u00edtulo, 2001 Acr\u00edlico sobre tela 180 x 150 cm cole\u00e7\u00e3o particular\" width=\"247\" height=\"300\" \/><p class=\"wp-caption-text\">Sem t\u00edtulo, 2001 Acr\u00edlico sobre tela 180 x 150 cm cole\u00e7\u00e3o particular<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">O esfor\u00e7o para tornar a pesquisa no estado de S\u00e3o Paulo cada vez mais internacionalizada se destaca no\u00a0<em>Relat\u00f3rio de atividades 2012<\/em>\u00a0da FAPESP, balan\u00e7ocom os principais indicadores e iniciativas da Funda\u00e7\u00e3o no ano passado, lan\u00e7ado em outubro. No ano em que comemorou seu cinquenten\u00e1rio, a Funda\u00e7\u00e3o realizou dois simp\u00f3sios internacionais, um na Am\u00e9rica do Norte, outro na Espanha, em que pesquisadores de institui\u00e7\u00f5es paulistas apoiados por ela puderam mostrar seus trabalhos e estreitar rela\u00e7\u00f5es com colegas do exterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vinte e dois novos acordos de coopera\u00e7\u00e3o cient\u00edfica com institui\u00e7\u00f5es do exterior foram assinados em 2012, seis deles com ag\u00eancias de fomento e 16 com institui\u00e7\u00f5es de pesquisa ou ensino superior. Somados aos 43 celebrados em anos anteriores, a Funda\u00e7\u00e3o encerrou 2012 com 65 acordos de coopera\u00e7\u00e3o envolvendo organiza\u00e7\u00f5es de 14 pa\u00edses. \u201cO que explica o desejo da FAPESP de interagir com outras na\u00e7\u00f5es \u00e9 que o empenho para aumentar o interc\u00e2mbio gera e amplia conhecimento em todas as \u00e1reas em que ele ocorre\u201d, diz o presidente da FAPESP, Celso Lafer. \u201cNo mundo contempor\u00e2neo, a ci\u00eancia \u00e9 uma atividade que depende mais e mais do esfor\u00e7o de coopera\u00e7\u00e3o transfronteiras, inclusive porque muitos dos fen\u00f4menos mais importantes com que ela se depara ocorrem internacionalmente\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A FAPESP, mostra o relat\u00f3rio, destinou R$ 1,03 bilh\u00e3o para a pesquisa cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica no estado de S\u00e3o Paulo em 2012, um volume de recursos recorde, superior em 10,2% ao liberado em 2011. Entre 2007 e 2012, a receita da FAPESP cresceu 72,49% e seu desembolso avan\u00e7ou 88,36%. Para realizar seu trabalho, a FAPESP contou com o apoio de 8.976 assessores que emitiram 22.941 pareceres. \u201cO relat\u00f3rio mostra de forma consolidada, detalhada e transparente as realiza\u00e7\u00f5es da FAPESP em 2012, garantindo a visibilidade p\u00fablica que a funda\u00e7\u00e3o quer, e precisa, dar a suas atividades\u201d, diz o diretor cient\u00edfico da Funda\u00e7\u00e3o, Carlos Henrique de Brito Cruz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a title=\"Coopera\u00e7\u00e3o mais forte\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistapesquisa.fapesp.br\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/036-039_RelatorioFAPESP_213.jpg?ssl=1\" rel=\"lightbox[140548]\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistapesquisa.fapesp.br\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/036-039_RelatorioFAPESP_213-300x183.jpg?resize=300%2C183&#038;ssl=1\" alt=\"036-039_RelatorioFAPESP_213\" width=\"300\" height=\"183\" \/><\/a>Desde 2005, os relat\u00f3rios de atividades s\u00e3o ilustrados com reprodu\u00e7\u00f5es de obras de grandes artistas do estado de S\u00e3o Paulo. \u201cEste ano temos o prazer de homenagear Tomie Ohtake, grande figura que inovou de maneira extraordin\u00e1ria as artes pl\u00e1sticas do Brasil e que tem o m\u00e9rito de, em sua ilustrada maturidade de 100 anos, continuar se dedicando \u00e0 sua obra\u201d, ressaltou Celso Lafer. Nascida em Kyoto e radicada em S\u00e3o Paulo desde os 23 anos, Tomie Ohtake criou uma obra, constitu\u00edda por pinturas, gravuras e esculturas, que \u00e9 reconhecida internacionalmente como uma das mais representativas do abstracionismo contempor\u00e2neo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Constitui\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nA FAPESP recebe e investe em pesquisa recursos assegurados pela Constitui\u00e7\u00e3o paulista equivalentes a 1% da receita tribut\u00e1ria do estado. Em 2012, a receita da Funda\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou R$ 1,09 bilh\u00e3o, 5,6% superior \u00e0 de 2011. Esse volume \u00e9 composto pelos recursos do Tesouro estadual (81,93%) e outras fontes de receita (18,07%), como recursos pr\u00f3prios e de conv\u00eanios com outras ag\u00eancias de fomento, empresas e institui\u00e7\u00f5es brasileiras e estrangeiras, interessadas em apoiar pesquisa em colabora\u00e7\u00e3o e em temas de interesse comum.<\/p>\n<div id=\"attachment_140581\" style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"width: 219px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Tomie Ohtake, 2000\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistapesquisa.fapesp.br\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/Relatorio_foto-Tomie-209x300.jpg?resize=209%2C300&#038;ssl=1\" alt=\"Tomie Ohtake, 2000 \" width=\"209\" height=\"300\" \/><p class=\"wp-caption-text\">Tomie Ohtake, 2000<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na linha de programas regulares, aqueles que atendem a demanda espont\u00e2nea dos pesquisadores, foram contratados 7.601 bolsas e 4.292 aux\u00edlios \u00e0 pesquisa em 2012. Em compara\u00e7\u00e3o com 2011, a FAPESP destinou 20% mais recursos para bolsas. Para aux\u00edlios regulares, os recursos foram ampliados em 31%. J\u00e1 no \u00e2mbito dos Programas Especiais, talhados para induzir a pesquisa e superar car\u00eancias em \u00e1reas consideradas estrat\u00e9gicas, foram contratados 1.227 novos projetos. Entre os Programas de Pesquisa para Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica, que apoiam pesquisas capazes de desenvolver novas tecnologias ou de gerar pol\u00edticas p\u00fablicas, 191 novos projetos foram contratados em 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Universidades e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa que concentram mais grupos de pesquisas recebem, naturalmente, um volume maior de recursos. N\u00e3o surpreende, portanto, que 47,78% do desembolso da FAPESP em 2012 tenha se destinado a projetos coordenados por pesquisadores da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). Outros 13,86% foram aplicados em projetos da Universidade Estadual Paulista (Unesp), 13,18% na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e 13,13% em projetos de pesquisadores de institui\u00e7\u00f5es federais no estado de S\u00e3o Paulo. A \u00e1rea da sa\u00fade tradicionalmente recebe a maior quantidade de recursos, porque concentra um grande volume de pesquisadores no estado. Em 2012, as pesquisas na \u00e1rea receberam R$ 308,36 milh\u00f5es, 20,95% a mais do que em 2011 \u2013 e o equivalente a 29,79% do total desembolsado pela FAPESP. Outras \u00e1reas que se destacam s\u00e3o a biologia, com 17,11% do total; engenharia, com 10,59%; ci\u00eancias humanas e sociais (10,4%); e agronomia e veterin\u00e1ria (9,41%). A ci\u00eancia e a engenharia da computa\u00e7\u00e3o, embora n\u00e3o estejam entre as \u00e1reas mais aquinhoadas, receberam em 2012 recursos 58% superiores aos de 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A FAPESP mudou a classifica\u00e7\u00e3o de seus objetivos de fomento para tornar mais claro o alcance cient\u00edfico, social e econ\u00f4mico dos projetos que apoia. A classifica\u00e7\u00e3o se divide agora em Apoio \u00e0 Pesquisa com Vistas a Aplica\u00e7\u00f5es (53% do total), Apoio ao avan\u00e7o do conhecimento (37% do total) e Apoio \u00e0 Infraestrutura de Pesquisa (10% do total). A Funda\u00e7\u00e3o agrupou como Apoio ao Avan\u00e7o do Conhecimento programas que qualificam a forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos e estimulam a pesquisa acad\u00eamica (ver quadro). O Apoio \u00e0 Pesquisa com Vistas a Aplica\u00e7\u00f5es compreende os programas com claros objetivos de aplica\u00e7\u00e3o e interesse econ\u00f4mico e social. O Apoio \u00e0 Infraestrutura de Pesquisa busca assegurar a infraestrutura necess\u00e1ria para a continuidade das pesquisas do estado de S\u00e3o Paulo. At\u00e9 2011, a classifica\u00e7\u00e3o englobava Apoio \u00e0 Forma\u00e7\u00e3o de Recursos Humanos (bolsas), Apoio \u00e0 Pesquisa Acad\u00eamica e Apoio \u00e0 Pesquisa Voltada a Aplica\u00e7\u00f5es. \u201cN\u00e3o se trata apenas de mudan\u00e7a de nomenclatura, e sim de um reagrupamento de programas para facilitar a compreens\u00e3o de que tipo de pesquisa apoiada pela FAPESP possibilita aplica\u00e7\u00f5es poss\u00edveis em curto e m\u00e9dio prazos, quais geram conhecimento necess\u00e1rio para a constru\u00e7\u00e3o de futuras aplica\u00e7\u00f5es e quais s\u00e3o os investimentos que asseguram a infraestrutura necess\u00e1ria para a continuidade das pesquisas, de qualquer natureza\u201d, explica Celso Lafer.<\/p>\n<div id=\"attachment_140643\" style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<div style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sem t\u00edtulo, 1993 Acr\u00edlico sobre tela 100 x 180 cm Cole\u00e7\u00e3o Particular\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistapesquisa.fapesp.br\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/Relatorio_OK_P-266-300x169.jpg?resize=300%2C169&#038;ssl=1\" alt=\"Sem t\u00edtulo, 1993 Acr\u00edlico sobre tela 100 x 180 cm Cole\u00e7\u00e3o Particular\" width=\"300\" height=\"169\" \/><p class=\"wp-caption-text\">Sem t\u00edtulo, 1993 Acr\u00edlico sobre tela 100 x 180 cm Cole\u00e7\u00e3o Particular<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Engajamento internacional<\/strong><br \/>\nA intensa atividade de internacionaliza\u00e7\u00e3o que ocorre na FAPESP ganhou mais visibilidade em dois simp\u00f3sios no exterior destinados a mostrar o trabalho de cientistas apoiados pela Funda\u00e7\u00e3o: o FAPESP Week 2012, que em outubro ocorreu em quatro cidades da Am\u00e9rica do Norte (Toronto, Cambridge, Washington e Morgantown), e o Fronteras de La Ci\u00eancia, em dezembro, em duas cidades espanholas (Salamanca e Madri). Em 2013, tais iniciativas prosseguiram, com edi\u00e7\u00f5es do FAPESP Week no Jap\u00e3o, no Reino Unido e, neste m\u00eas, nos Estados Unidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O engajamento internacional da FAPESP tamb\u00e9m levou \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de um evento para discutir temas que estariam na pauta da Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (Rio+20), ocorrida em junho de 2012, a partir das pesquisas realizadas no \u00e2mbito de programas da FAPESP como o Biota, sobre a biodiversidade paulista; o Bioen, de pesquisa em bioenergia; e o de Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas Globais. Paralelamente a esse evento, realizou um semin\u00e1rio para jornalistas de v\u00e1rios estados brasileiros e outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina para capacit\u00e1-los para a cobertura da Rio+20. Ap\u00f3s a confer\u00eancia, em agosto, a FAPESP realizou o segundo workshop conjunto dos programas Bioen-Biota-Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas: O Futuro que N\u00e3o Queremos, que reuniu 149 pesquisadores para avaliar os resultados e discutir o tom da participa\u00e7\u00e3o de cientistas brasileiros nas pr\u00f3ximas reuni\u00f5es internacionais sobre ambiente e sustentabilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Funda\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m apoiou fortemente o tr\u00e2nsito de pesquisadores, tanto enviando estudantes e cientistas paulistas para o exterior como trazendo pesquisadores de fora. Em 2012 foram contratadas 903 bolsas no exterior, 334% a mais que em 2011. O crescimento se explica, em certa medida, pela cria\u00e7\u00e3o da Bolsa de Est\u00e1gio de Pesquisa no Exterior (Bepe), cujos beneficiadostiveram como principais destinos os Estados Unidos, Canad\u00e1, Austr\u00e1lia, Fran\u00e7a, Inglaterra, Espanha, Portugal e Alemanha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra frente importante consistiu em trazer estrangeiros para o Brasil e atrair de voltabrasileiros radicados no exterior. As bolsas de p\u00f3s-doutorado no pa\u00eds da FAPESP t\u00eam sido concedidas a um n\u00famero crescente de pesquisadores do exterior, atra\u00eddos poroportunidades de pesquisa em universidades e institui\u00e7\u00f5es do estado de S\u00e3o Paulo. Em 2012, pesquisadores vindos de outros pa\u00edses foram respons\u00e1veis por 15% das concess\u00f5es de bolsas de p\u00f3s-doutorado, com maior destaque para as ci\u00eancias exatas e da Terra e ci\u00eancias biol\u00f3gicas. A Funda\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m financiou a vinda de 254 pesquisadores visitantes do exterior no ano passado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ano de 2012 marcou a cria\u00e7\u00e3o de um programa-piloto da FAPESP, as S\u00e3o Paulo Excellence Chairs (Spec), que busca estabelecer colabora\u00e7\u00f5es entre institui\u00e7\u00f5es do estado de S\u00e3o Paulo e pesquisadores de alto n\u00edvel que trabalham fora do pa\u00eds. Nesse programa, os pesquisadores seguem vinculados a suas institui\u00e7\u00f5es de origem e se comprometem a permanecer no Brasil durante pelo menos 12 semanas ao longo de cada um dos cinco anos m\u00ednimos de dura\u00e7\u00e3o do projeto, coordenando um grupo de bolsistas da FAPESP, entre p\u00f3s-doutores, doutores e alunos de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Dois projetos tem\u00e1ticos foram aprovados no \u00e2mbito do programa no ano passado. Um deles trouxe para o Brasil o casal de cientistas Victor e Ruth Nussenzweig, brasileiros radicados nos Estados Unidos desde a d\u00e9cada de 1960, que se tornaram refer\u00eancia na busca de vacinas e tratamentos contra a mal\u00e1ria. Andr\u00e9a Dessen de Souza e Silva, brasileira radicada na Fran\u00e7a, teve um projeto selecionado no programa para comandar um grupo de pesquisa no Laborat\u00f3rio Nacional de Bioci\u00eancias (LNBio), em Campinas. \u201cO programa Spec complementa a estrat\u00e9gia de conex\u00f5es internacionais, criando um fluxo em dire\u00e7\u00e3o a S\u00e3o Paulo de lideran\u00e7as internacionais em pesquisa de institui\u00e7\u00f5es renomadas\u201d, diz Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor cient\u00edfico da FAPESP.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Revista Pesquisa FAPESP, em Novembro\/2013 O esfor\u00e7o para tornar a pesquisa no estado de S\u00e3o Paulo cada vez mais internacionalizada se destaca no\u00a0Relat\u00f3rio de atividades 2012\u00a0da FAPESP, balan\u00e7ocom os principais&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1163,179],"tags":[],"class_list":["post-6965","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-clipping-cnpem","category-clipping-lnbio","category-1163","category-179","description-off"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.9 - 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