{"id":5624,"date":"2013-04-22T12:06:44","date_gmt":"2013-04-22T15:06:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnpem.staging.wpengine.com\/?p=5624"},"modified":"2022-01-21T17:13:05","modified_gmt":"2022-01-21T20:13:05","slug":"sirius-o-maior-projeto-da-ciencia-brasileira-parte-2-de-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/sirius-o-maior-projeto-da-ciencia-brasileira-parte-2-de-2\/","title":{"rendered":"Sirius: o maior projeto da ci\u00eancia brasileira (parte 2 de 2)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em>O Estado de S. Paulo, em 21\/04\/2013<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cDinheiro para o projeto est\u00e1 garantido\u201d, diz secret\u00e1rio do MCTI<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os R$ 650 milh\u00f5es necess\u00e1rios para colocar o Sirius de p\u00e9 e funcionando ainda n\u00e3o est\u00e3o garantidos legalmente, mas o secret\u00e1rio executivo do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI), Luiz Elias, garante que eles aparecer\u00e3o. \u201cEstamos ainda finalizando algumas negocia\u00e7\u00f5es, mas posso te dizer que os recursos est\u00e3o assegurados\u201d, disse ao Estado na quinta-feira. \u201cEstamos no cronograma e n\u00e3o haver\u00e1 atrasos. O projeto vai acontecer.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo ele, o minist\u00e9rio est\u00e1 negociando com v\u00e1rios parceiros para dividir os custos do projeto e ampliar o leque de usu\u00e1rios da m\u00e1quina, tanto no setor p\u00fablico quanto no privado. Entre eles, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES), a Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP), a Petrobr\u00e1s e a Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (Fapesp), al\u00e9m de outras funda\u00e7\u00f5es e empresas nacionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO MCTI est\u00e1 assegurando isso como um projeto estrat\u00e9gico para o Pa\u00eds\u201d, afirma Elias. \u201cEventualmente, caso n\u00e3o se garanta alguma parte desses R$ 650 milh\u00f5es, o minist\u00e9rio vai bancar (o que faltar).\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O projeto executivo, que custou R$ 6 milh\u00f5es, deve ser finalizado em julho. O terreno onde o pr\u00e9dio ser\u00e1 constru\u00eddo, de 150 mil m\u00b2, que pertence ao banco Santander, est\u00e1 sendo desapropriado pelo governo do Estado (por R$ 23 milh\u00f5es) e ser\u00e1 cedido ao LNLS para o projeto. Faltam apenas algumas etapas burocr\u00e1ticas para a terraplanagem come\u00e7ar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA expectativa \u00e9 que a desapropria\u00e7\u00e3o esteja conclu\u00edda agora em maio. Assim que a nova escritura estiver lavrada, entramos com os tratores\u201d, diz o diretor do LNLS, Antonio Jos\u00e9 Roque da Silva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogs.estadao.com.br\/herton-escobar\/files\/2013\/04\/SIRIUSAC1.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogs.estadao.com.br\/herton-escobar\/files\/2013\/04\/SIRIUSAC1-1024x682.jpg?resize=553%2C368&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"553\" height=\"368\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>FOTO: O acelerador atual do LNLS, visto de cima. A parte central \u00e9 o anel de acelera\u00e7\u00e3o de el\u00e9trons. As estruturas externas ao anel s\u00e3o as linhas de luz e esta\u00e7\u00f5es de trabalho dos pesquisadores.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogs.estadao.com.br\/herton-escobar\/files\/2013\/04\/SIRIUSAC6.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogs.estadao.com.br\/herton-escobar\/files\/2013\/04\/SIRIUSAC6-1024x682.jpg?resize=540%2C360&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"540\" height=\"360\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>FOTO: Um pesquisador argentino observa sua amostra na ponta de uma das linhas de luz do LNLS. Cr\u00e9dito: Marcio Fernandes\/Estad\u00e3o \u2013 Copyright<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Confian\u00e7a.<\/strong>\u00a0Para o engenheiro e f\u00edsico Ricardo Rodrigues, respons\u00e1vel pelo projeto dos aceleradores, o maior desafio de construir o Sirius ser\u00e1 o \u201cexcesso de experi\u00eancia\u201d adquirido pela equipe nos \u00faltimos 30 anos, desde que ele, em 1984, recrutou tr\u00eas alunos de gradua\u00e7\u00e3o para ir \u00e0 Universidade Stanford com ele fazer um est\u00e1gio de dois meses para desenvolver o projeto do acelerador atual. Uma iniciativa mais ousada ainda do que a atual, dada as limita\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas, industriais e or\u00e7ament\u00e1rias da \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando a primeira equipe do LNLS come\u00e7ou a ser contratada para tocar o projeto, em 1987, Rodrigues tamb\u00e9m fez quest\u00e3o de selecionar pessoas jovens, rec\u00e9m-formadas e \u201csem v\u00edcios\u201d, que poderiam \u201cser enganadas\u201d a acreditar que o projeto daria certo. Que foi o que aconteceu. \u201cSempre digo para o pessoal que come\u00e7ou comigo: \u2018Isso s\u00f3 deu certo porque voc\u00eas foram idiotas o suficiente para acreditar que daria\u2019\u201d, conta Rodrigues \u2013 rindo e falando s\u00e9rio ao mesmo tempo. \u201cHoje j\u00e1 est\u00e1 todo mundo muito calejado, muito pessimista.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda assim, ele mant\u00e9m o otimismo e espera colocar sua experi\u00eancia \u201ccalejada\u201d em pr\u00e1tica de novo o mais r\u00e1pido poss\u00edvel. \u201cSe sair o dinheiro, garanto que entrego para as Olimp\u00edadas.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O plano \u00e9 colocar o Sirius para funcionar e produzir o primeiro feixe de luz em 2016. Ap\u00f3s essa inaugura\u00e7\u00e3o, a m\u00e1quina passar\u00e1 por um per\u00edodo de comissionamento, em que v\u00e1rios testes ser\u00e3o realizados para garantir que ela est\u00e1 funcionando da melhor forma poss\u00edvel. Isso pode demorar v\u00e1rios meses ou at\u00e9 um ano, o que \u00e9 comum em casos de telesc\u00f3pios e outros equipamentos de grande porte e complexidade como esse. \u201cN\u00e3o \u00e9 uma m\u00e1quina que voc\u00ea liga na tomada e j\u00e1 funciona perfeitamente da primeira vez\u201d, afirma Roque. \u201cO plano \u00e9 abrir para os usu\u00e1rios e come\u00e7ar a produzir ci\u00eancia em 2017.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim como a fonte de luz atual, o Sirius ser\u00e1 constru\u00eddo majoritariamente (cerca de 70%) no Brasil \u2013 com a vantagem de que agora h\u00e1 v\u00e1rias empresas nacionais que poder\u00e3o participar do projeto, enquanto que para o UVX quase tudo, incluindo os magnetos, precisou ser projetado e constru\u00eddo \u201cdo zero\u201d dentro do pr\u00f3prio LNLS. Alguns componentes ser\u00e3o comprados fora, mas o projeto \u00e9 100% brasileiro. \u201cN\u00e3o somos participantes de um projeto internacional; o projeto \u00e9 nosso\u201d, afirma Roque.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c\u00c9 um projeto t\u00e3o bom quanto o da Su\u00e9cia, s\u00f3 que mais simples e mais barato\u201d, afirma Rodrigues, referindo-se a uma fonte de luz s\u00edncrotron semelhante que est\u00e1 sendo constru\u00edda naquele pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rodrigues \u00e9 respons\u00e1vel pelos aceleradores. Pelas linhas de luz, o respons\u00e1vel \u00e9 o diretor cient\u00edfico do LNLS, Harry Westfahl, e pelo pr\u00e9dio que abrigar\u00e1 a m\u00e1quina, o respons\u00e1vel \u00e9 Oscar Vigna.\u00a0Roberta Gomes faz a gest\u00e3o do projeto (cronograma e financeiro) e Cleonice Ywamoto, a gest\u00e3o administrativa. Todos sob a coordena\u00e7\u00e3o de Roque.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Retorno \u00e0s origens.<\/strong>\u00a0De certa forma, o Sirius \u00e9 um retorno \u00e0s origens do UVX, que foi inicialmente projetado para operar com 3 GeV de energia, mas acabou sendo reduzido para 1,37 GeV, por falta de recursos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cDesde o in\u00edcio a ideia era que o Brasil precisava de um s\u00edncrotron de 3 GeV\u201d, conta o pesquisador argentino Aldo Craievich, do Instituto de F\u00edsica da Universidade de S\u00e3o Paulo, outra figura importante na hist\u00f3ria do LNLS. \u201cFizemos uma m\u00e1quina que funciona de maneira muito satisfat\u00f3ria h\u00e1 mais de 15 anos, mas chegou a hora de pensar em crescer de novo, n\u00e3o s\u00f3 na energia como no brilho. Finalmente o Brasil ter\u00e1 uma fonte de luz \u00e0 altura da sexta economia do mundo.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo Roque, h\u00e1 mais de 60 fontes de luz s\u00edncrotron em opera\u00e7\u00e3o no mundo, al\u00e9m de outras que est\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o ou sendo projetadas, o que mostra a import\u00e2ncia dessa tecnologia para o desenvolvimento cient\u00edfico e industrial de um pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cH\u00e1 cada vez mais m\u00e1quinas, e mesmo assim o n\u00famero de usu\u00e1rios n\u00e3o para de crescer, porque novas tecnologias continuam a aparecer\u201d, diz o f\u00edsico franc\u00eas Yves Petroff, ex-diretor do Laborat\u00f3rio Europeu de Radia\u00e7\u00e3o S\u00edncrotron (ESRF). L\u00e1, segundo ele, o n\u00famero de usu\u00e1rios cresceu de 4.500 por ano em 2002 para cerca de 7.000 por ano, em 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ci\u00eancia.<\/strong>\u00a0Umas das \u00e1reas da ci\u00eancia que vem acrescentando muitos usu\u00e1rios \u00e0s fontes de luz s\u00edncrotron, segundo Petroff, \u00e9 a paleontologia. Com os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos das linhas de luz, tornou-se poss\u00edvel fazer \u201ctomografias\u201d de alt\u00edssima defini\u00e7\u00e3o de f\u00f3sseis, sem precisar desmont\u00e1-los. Um bom exemplo \u00e9 um trabalho publicado no in\u00edcio deste m\u00eas na revista\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/nature\/journal\/v496\/n7444\/full\/nature11978.html\">Nature<\/a>, em que pesquisadores utilizaram radia\u00e7\u00e3o s\u00edncrotron para visualizar a estrutura interna de ossos de embri\u00f5es de dinossauro descobertos na China.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma aplica\u00e7\u00e3o mais cl\u00e1ssica da luz s\u00edncrotron \u00e9 na elucida\u00e7\u00e3o da estrutura molecular de prote\u00ednas, cujo conhecimento \u00e9 essencial para o entendimento de suas propriedades e fun\u00e7\u00f5es. Uma t\u00e9cnica que remete \u00e0 hist\u00f3rica\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/nature\/dna50\/\">descoberta da estrutura de dupla h\u00e9lice do DNA<\/a>, por Watson e Crick, que completa 60 anos no final deste m\u00eas. A descoberta, em 1953, foi feita por meio de \u201cfotos\u201d da mol\u00e9cula de DNA feitas com raios X. Hoje, continua-se a fazer o mesmo com os raios X da luz s\u00edncrotron, s\u00f3 que com uma precis\u00e3o muito maior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogs.estadao.com.br\/herton-escobar\/files\/2013\/04\/SIRIUSAC71.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/blogs.estadao.com.br\/herton-escobar\/files\/2013\/04\/SIRIUSAC71-1024x682.jpg?resize=498%2C331&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"498\" height=\"331\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Foto: Ricardo Rodrigues.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Estado de S. 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