{"id":5539,"date":"2013-04-03T12:23:55","date_gmt":"2013-04-03T15:23:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnpem.staging.wpengine.com\/?p=5539"},"modified":"2026-03-03T08:20:05","modified_gmt":"2026-03-03T11:20:05","slug":"biocombustivel-de-2%c2%aa-geracao-esta-na-rampa-de-decolagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/biocombustivel-de-2%c2%aa-geracao-esta-na-rampa-de-decolagem\/","title":{"rendered":"Biocombust\u00edvel de 2\u00aa gera\u00e7\u00e3o est\u00e1 na rampa de decolagem"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em>R\u00e1dio Voz da R\u00fassia, em 03\/04\/2013<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Giovanni Lorenzon<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Biocombust\u00edvel de 2\u00aa gera\u00e7\u00e3o est\u00e1 na rampa de decolagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/m.ruvr.ru\/data\/2013\/04\/03\/1327265974\/804px-Canaviais_Sao_Paulo_01_2008_06.jpg?resize=460%2C268&#038;ssl=1\" alt=\"Biocombust\u00edvel de 2\u00aa gera\u00e7\u00e3o est\u00e1 na rampa de decolagem\" width=\"460\" height=\"268\" border=\"0\" \/><\/p>\n<p><strong>Na fronteira entre a ci\u00eancia aplicada e a produ\u00e7\u00e3o comercial efetiva, o Brasil tem poucos destaques. O etanol certamente \u00e9 o mais conhecido internacionalmente. E o pa\u00eds tem tudo para se destacar tamb\u00e9m na segunda gera\u00e7\u00e3o desse biocombust\u00edvel renov\u00e1vel. Trata-se do etanol lignocelul\u00f3sico, mais facilmente entendido como etanol do baga\u00e7o da cana.<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Como na d\u00e9cada de 1970, quando o \u00e1lcool chegou \u00e0s ruas no Brasil, nos \u00faltimos anos tamb\u00e9m v\u00e1rios centros de pesquisas com apoio financeiro privado \u2013 desta vez inclusive de\u00a0players\u00a0mundiais &#8211; est\u00e3o desenvolvendo tecnologias de produ\u00e7\u00e3o do carburante mais avan\u00e7ado.<\/p>\n<p>No est\u00e1gio atual, os trabalhos se concentram em tornar mais eficiente e barata a produ\u00e7\u00e3o do etanol do baga\u00e7o. Mais produtivo que o outro ele \u00e9 porque as fibras cont\u00eam maior teor de a\u00e7\u00facares do que no xarope tradicional, segundo a unanimidade dos especialistas, por\u00e9m sua produ\u00e7\u00e3o ainda esbarra nas caracter\u00edsticas da lignocelulose: composto qu\u00edmico muito \u201cduro\u201d, que precisa ser \u201cquebrado\u201d em escala industrial.<\/p>\n<p>\u201cO processamento industrial j\u00e1 \u00e9 conhecido, mas agora precisamos aperfei\u00e7oar a metodologia para torn\u00e1-lo mais barato\u201d, explica a pesquisadora Maria Aparecida Silva, da Faculdade de Engenharia Qu\u00edmica da Unicamp. O que poder\u00e1 dar as respostas econ\u00f4micas em caso positivo das buscas cient\u00edficas, o que j\u00e1 \u00e9 vislumbrado a curto prazo por empresas e unidades de pesquisas como o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC).<\/p>\n<p>Mesmo com a euforia brasileira com o futuro do Pr\u00e9-Sal, bem como novas descobertas pelo mundo, o petr\u00f3leo continuar\u00e1 sendo caro e sempre sujeito a um choque de pre\u00e7os por conta das crises pol\u00edticas internacionais.<\/p>\n<p>O biocombust\u00edvel de segunda gera\u00e7\u00e3o chegar\u00e1 ao consumo partindo da mesma base produtiva da cana de a\u00e7\u00facar, portando sem necessidade de aumento da \u00e1rea plantada, e ainda sem concorrer com o etanol convencional, que \u00e9 extra\u00eddo do xarope. Extra\u00eddo do baga\u00e7o e at\u00e9 da palha, tamb\u00e9m n\u00e3o concorre com a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar (tamb\u00e9m do xarope), produto que acaba priorizado pelas usinas quando a demanda internacional \u00e9 alta e os pre\u00e7os internos do etanol est\u00e3o baixos. No m\u00e1ximo a concorr\u00eancia direta \u00e9 com o uso da fibra para gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p>E essa segunda matriz energ\u00e9tica a partir da mesma biomassa, ajudaria a atenuar a queda da produ\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel limpo quando da quebra de safras por motivos clim\u00e1ticos, como acontece em v\u00e1rios ciclos agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>Do ponto de vista ambiental, as respostas s\u00e3o mais \u00f3bvias: mais combust\u00edvel limpo em oferta, barateando consequentemente os pre\u00e7os e, assim, menor consumo da poluente gasolina, al\u00e9m de n\u00e3o havendo necessidade de aumentar as planta\u00e7\u00f5es, menos terras ser\u00e3o incorporadas em \u00e1reas que ainda podem estar sujeitas a desmatamentos, por exemplo.<\/p>\n<p>No Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Etanol (CTBE), em Campinas, h\u00e1 par\u00e2metros que apontam para um incremento de at\u00e9 40% na produ\u00e7\u00e3o brasileira de \u00e1lcool carburante se o etanol celul\u00f3sico estivesse em opera\u00e7\u00e3o. L\u00e1 est\u00e1 em opera\u00e7\u00e3o uma usina demonstra\u00e7\u00e3o, ao custo de R$ 69 milh\u00f5es, com verba do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia, a qual o CTBE pertence, BNDES, Fapesp-Bioen e setor privado.<\/p>\n<p>H\u00e1 quase 150 quil\u00f4metros dali, em S\u00e3o Carlos, o f\u00edsico da USP, Igor Polikarpov, cujo laborat\u00f3rio integra uma rede de 50 institui\u00e7\u00f5es europ\u00e9ias, aponta ganhos na gera\u00e7\u00e3o de etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o de mais de 50%.<\/p>\n<p>A aten\u00e7\u00e3o internacional dada aos pesquisadores brasileiros h\u00e1 anos \u00e9 acompanhada por grandes companhias. No caso do Departamento de Termofluidodin\u00e2mica, liderado pela professora Maria Aparecida Silva, da Engenharia Qu\u00edmica Unicamp, a petrol\u00edfera Shell deposita recursos generosos nas pesquisas, com segredos guardados a seta chaves como manda esses acordos de coopera\u00e7\u00e3o universidades e iniciativa privada.<\/p>\n<p>Na corrida para \u201cquebrar\u201d a lignocelulose da fibra cada unidade busca uma rota tecnol\u00f3gica. Das rotas tecnol\u00f3gicas mais estudadas, a mais eficaz, at\u00e9 agora, \u00e9 a hidr\u00f3lise enzim\u00e1tica, ou seja, fazer as enzimas processarem a mat\u00e9ria-prima final, ou seja, a lignocelulose.<\/p>\n<p>Ocorre que as enzimas criadas pelas empresas de bioctecnologia \u2013 a dinamarquesa Novozymes \u00e9 um delas &#8211; s\u00e3o caras e \u00e9 preciso muitas para que haja maior produtividade.<\/p>\n<p>\u201cCada pesquisa busca um caminho, uma solu\u00e7\u00e3o, com base em conhecimentos consolidados ou novos\u201d, exprime Cristiane Sanchez Farina, da Embrapa Instrumenta\u00e7\u00e3o. A engenheira qu\u00edmica, em conjunto com a Universidade de Cambridge, na Inglaterra, diz que \u201cdescobrimos\u201d uma enzima considerada eficiente na degrada\u00e7\u00e3o dos a\u00e7\u00facares do baga\u00e7o de cana. Mas os trabalhos continuam. Tamb\u00e9m com recursos de uma petroleira internacional, cujo nome \u00e9 mantido em sigilo.<\/p>\n<p>A Dedini foi uma das pioneiras no setor privado. A tradicional fabricante piracicabana de equipamentos para processamento de cana evoluiu at\u00e9 a fase de uma usina em escala demonstrativa (5 mil litros), com apoio do CTC, num movimento t\u00edpico de antecipa\u00e7\u00e3o de demanda. O projeto travou porque a rota tecnol\u00f3gica por hidr\u00f3lise \u00e1cida se mostrou de certa forma poluente (os rejeitos) e tamb\u00e9m pelo custo, bem acima dos R$ 0,90 pagos \u00e0 epoca, em m\u00e9dia, na porta da usina pelo etanol convencional.<\/p>\n<p>O CTC, localizado em Piracicaba, e que pertence a um cons\u00f3rcio de v\u00e1rias usinas de cana e \u00e1lcool, de uma planta piloto com capacidade para mil litros de etanol pela via enzim\u00e1tica anunciou recentemente a implanta\u00e7\u00e3o de uma planta industrial, na cidade de S\u00e3o Manuel, tamb\u00e9m no interior de S\u00e3o Paulo, com capacidade para 3 milh\u00f5es de litros anuais, cuja fase pr\u00e9-comercial deve come\u00e7ar em 2014.<\/p>\n<p>Outras iniciativas de \u00e2mbito comercial previstas apontam para a Odebrecht Agroindustrial, que junto com a dinamarquesa Inbicon, do grupo Dong Energy, se prepara tamb\u00e9m para a produ\u00e7\u00e3o do biocombust\u00edvel. A Ra\u00edzen, uma sociedade entre a Cosan e a Shell, prev\u00ea para o final de 2014 a inaugura\u00e7\u00e3o de sua primeira unidade industrial de etanol 2G no Brasil. A Petrobras optou pelo desenvolvimento de uma tecnologia pr\u00f3pria e quer ter o etanol 2G nos seus postos de combust\u00edvel em 2015. A petrol\u00edfera j\u00e1 utilizou o \u00e1lcool celul\u00f3sico para abastecer as minivans utilizadas para transporte na Rio+20.<\/p>\n<p>Mas ainda em termos de par\u00e2metros comerciais vi\u00e1veis, o perfil dos projetos n\u00e3o atende satisfatoriamente. Atualmente, o mercado fala em um custo de R$ 1,10 por litro do etanol mais avan\u00e7ado, sendo que o ideal \u00e9 de R$ 0,80, mais ou menos alinhado com o custo de gera\u00e7\u00e3o do etanol de primeira gera\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m do custo do processamento, tamb\u00e9m incide investimentos para adapta\u00e7\u00f5es nas plantas industriais.<\/p>\n<p>Em paralelo, outras biomassas v\u00e3o sendo estudadas. Na Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz, da USP, em Piracicaba, o Departamento de Gen\u00e9tica, comandado por Carlos Alberto Labate, extrai o etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o da biomassa do eucalipto.<\/p>\n<p>As op\u00e7\u00f5es em aberto, diante da experi\u00eancia acumulada, levam ainda ao biodiesel da cana, que a Algar Biotecnologia, empresa 100% nacional (Grupo Ecogeo), desenvolve em parceria com a Universidadena Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar), atrav\u00e9s da equipe do professor Reinaldo Gaspar Bastos. Custo do projeto: R$ 3,24 milh\u00f5es injetados pelo BNDES e Finep, R$ 200 mil do CNPq e mais quase R$ 400 mil da pr\u00f3pria Algar.<\/p>\n<p>Em termos de diesel limpo, j\u00e1 est\u00e1 no mercado o Biofeno, produto da Amyris, a multinacional americana de biotecnologia, que escolheu Campinas como sede para pesquisa do produto desenvolvido nos Estados Unidos. L\u00e1, foi com o milho, no Brasil com a cana. A BR Distribuidora, da Petrobras, \u00e9 parceira no neg\u00f3cio, junto com a Cosan, e com recursos do BNDES j\u00e1 est\u00e1 pronta uma planta industrial em sociedade com a S\u00e3o Martinho, em Prad\u00f3polis (SP).<\/p>\n<p>Nessa teia de pesquisadores acad\u00eamicos e privados envolvidos diretamente na produ\u00e7\u00e3o dos biocombust\u00edveis do futuro, independente do est\u00e1gio que cada p\u00f3lo avan\u00e7a, h\u00e1 a sustenta\u00e7\u00e3o de pesquisas interdisciplinares. No Laborat\u00f3rio de Gen\u00f4mica, do Instituto de Biologia da Unicamp, a gen\u00e9tica molecular desenvolvida pelo professor Gon\u00e7alo Guimar\u00e3es Pereira estuda as leveduras com maior capacidade de fermenta\u00e7\u00e3o, que podem substituir as enzimas tradicionais. A ETH Bioenergia, do Grupo Odebrachet, est\u00e1 l\u00e1 dentro com equipe pr\u00f3pria estudando o tema com a equipe acad\u00eamica.<\/p>\n<p>Na Esalq, o principal centro de excel\u00eancia agr\u00e1ria do Pa\u00eds, tamb\u00e9m se estuda a chamada cana energia, isto \u00e9, uma cana com mais teor de a\u00e7\u00facar, que se aplicada comercialmente poder\u00e1 sustentar n\u00e3o apenas o etanol convencional como tamb\u00e9m o de celulose.<\/p>\n<p>Embora nessa panor\u00e2mica os recursos globais destinados \u2013 de governos, institui\u00e7\u00f5es e empresas \u2013 s\u00e3o bem aqu\u00e9m das vultuosas somas empregadas nas pesquisas nos Estados Unidos, envolvendo o biocombust\u00edvel de segunda gera\u00e7\u00e3o de milho, \u00e9 do Brasil que as respostas s\u00e3o esperadas.<\/p>\n<p><strong>Repercuss\u00e3o:<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.udop.com.br\/index.php?item=noticias&amp;cod=1099713#nc\">UDOP<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.biomassabr.com\/bio\/resultadonoticias.asp?id=2174\">Biomassa BR<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.canaoeste.com.br\/conteudo\/biocombustivel-de2-geracao-esta-na-rampa-de-decolagem\">CanaOeste<\/a>,<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>R\u00e1dio Voz da R\u00fassia, em 03\/04\/2013 Giovanni Lorenzon Na fronteira entre a ci\u00eancia aplicada e a produ\u00e7\u00e3o comercial efetiva, o Brasil tem poucos destaques. 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