{"id":5186,"date":"2013-01-04T10:36:51","date_gmt":"2013-01-04T12:36:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnpem.staging.wpengine.com\/?p=5186"},"modified":"2026-03-03T10:08:26","modified_gmt":"2026-03-03T13:08:26","slug":"o-que-gera-a-eletricidade-estatica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/o-que-gera-a-eletricidade-estatica\/","title":{"rendered":"O que gera a eletricidade est\u00e1tica?"},"content":{"rendered":"<p><em>Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica, em 03\/01\/2013<\/em><\/p>\n<p><strong>Triboeletricidade<\/strong><\/p>\n<p>Fen\u00f4menos eletrost\u00e1ticos desafiam fil\u00f3sofos e cientistas desde que Tales de Mileto, por volta de 600 a.c, esfregou um peda\u00e7o de \u00e2mbar com l\u00e3 e constatou que a resina petrificada atra\u00eda pedacinhos de palha.<\/p>\n<p>Este simples experimento ainda n\u00e3o \u00e9 bem compreendido pela ci\u00eancia, e n\u00e3o existem teorias que expliquem efetivamente esse fen\u00f4meno.<\/p>\n<p>Mas ele tem um nome: triboeletricidade.<\/p>\n<p>E suas consequ\u00eancias podem ser catastr\u00f3ficas, como o inc\u00eandio do dirig\u00edvel Hindenburgo, em 1937, ou o acidente com o Ve\u00edculo Lan\u00e7ador de Sat\u00e9lites (VLS-1 V03), no Maranh\u00e3o, em 2003.<\/p>\n<p>Por outro lado, apesar da limita\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, v\u00e1rias tecnologias eletrost\u00e1ticas s\u00e3o usadas com sucesso, como as de fotocopiadoras e impressoras a laser, a pintura eletrost\u00e1tica, a eletrofia\u00e7\u00e3o e a reciclagem de pl\u00e1sticos.<\/p>\n<p><strong>Eletrost\u00e1tica<\/strong><\/p>\n<p>A eletrost\u00e1tica \u00e9 normalmente considerada como sendo uma disciplina da f\u00edsica, mas os m\u00e9todos aplicados ao seu estudo n\u00e3o tem produzido boas solu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Muitos pesquisadores e engenheiros v\u00eam tentando explicar a separa\u00e7\u00e3o de cargas el\u00e9tricas que produz a triboeletricidade como resultado da transfer\u00eancia de el\u00e9trons, mas isso s\u00f3 foi demonstrado no caso de metais e semicondutores.<\/p>\n<p>Nos sistemas vivos, a eletriza\u00e7\u00e3o \u00e9 consequ\u00eancia da transfer\u00eancia de \u00edons. No caso dos materiais isolantes, como os pl\u00e1sticos, vidros e cer\u00e2micas, n\u00e3o se sabe quais s\u00e3o as entidades portadoras de cargas e nem como essas cargas s\u00e3o transportadas de uma superf\u00edcie para outra quando esses materiais adquirem carga el\u00e9trica est\u00e1tica.<\/p>\n<p>&#8220;Em nanotecnologia, o problema \u00e9 ainda mais grave: quando se reduz a escala, o efeito da carga est\u00e1tica se torna maior que o do peso&#8221;, diz Fernando Galembeck, diretor do LNNano (Laborat\u00f3rio Nacional de Nanotecnologia) e do Inomat (Instituto Nacional de C,T&amp;I em Materiais Funcionais).<\/p>\n<p>&#8220;Utilizando a microscopia de transmiss\u00e3o associada \u00e0 espectroscopia de perda de energia de el\u00e9trons e \u00e0 microscopia Kelvin, constatamos que part\u00edculas de l\u00e1tex, que sempre foram tratadas como elementos neutros, s\u00e3o de fato multipolos el\u00e9tricos&#8221;, lembra Galembeck.<\/p>\n<p>Ao longo de mais de dez anos, o grupo analisou cerca de 100 amostras para concluir que, em escalas nanom\u00e9trica e microm\u00e9trica, isolantes sempre apresentam dom\u00ednios com excesso de cargas positivas e negativas, lado a lado.<\/p>\n<p>&#8220;A regra n\u00e3o \u00e9 a eletroneutralidade&#8221;, enfatiza o diretor do LNNano.<\/p>\n<p><strong>Participa\u00e7\u00e3o do ambiente<\/strong><\/p>\n<p>As pesquisas avan\u00e7aram com a utiliza\u00e7\u00e3o de pastilhas de sil\u00edcio recobertos com s\u00edlica e tiras de ouro, formando um conjunto de eletrodos interdigitados.<\/p>\n<p>&#8220;Medimos o comportamento da amostra com diferentes percentuais de umidade e constatamos que a s\u00edlica adquire carga negativa quando a umidade se aproxima de 70%&#8221;, lembra Galembeck. &#8220;Confirmamos que, ao mudar a umidade, muda tamb\u00e9m o grau de eletriza\u00e7\u00e3o e conclu\u00edmos que a atmosfera participa do processo de troca de carga.&#8221;<\/p>\n<p>Agora em 2012, o grupo publicou uma nova descoberta: mapas de carga de amostras de PTFE (politetrafluoroetileno) atritadas contra outras de polietileno mostram regi\u00f5es macrosc\u00f3picas com excesso de cargas negativas e positivas formadas por res\u00edduos de PTFE negativos e res\u00edduos de polietileno, positivos.<\/p>\n<p><strong>Teoria sobre eletricidade est\u00e1tica<\/strong><\/p>\n<p>Como entender essa separa\u00e7\u00e3o de carga nos dois materiais?<\/p>\n<p>O mecanismo proposto pelos pesquisadores brasileiros considera, em primeiro lugar, que o atrito entre duas superf\u00edcies de pol\u00edmeros provoca a extens\u00e3o das cadeias de \u00e1tomos da superf\u00edcie dos pl\u00e1sticos.<\/p>\n<p>Algumas cadeias se rompem formando radicais livres, que s\u00e3o as termina\u00e7\u00f5es das cadeias com el\u00e9trons desemparelhados. Estes radicais s\u00e3o inst\u00e1veis e tendem a formar outras subst\u00e2ncias e uma das possibilidades \u00e9 a transfer\u00eancia de um el\u00e9tron dos radicais que tem menor afinidade por el\u00e9trons (os do polietileno) para os que tem maior afinidade, que s\u00e3o os do PTFE.<\/p>\n<p>Dessa forma, os radicais de polietileno transformam-se em \u00edons positivos e os do PTFE em \u00edons negativos. As cargas opostas dos \u00edons tendem a se atrair, mas est\u00e3o presas a grandes cadeias polim\u00e9ricas que s\u00e3o sempre imisc\u00edveis, segundo a teoria de Flory, das solu\u00e7\u00f5es de pol\u00edmeros.<\/p>\n<p>Portanto, as cargas positivas acumulam-se em uma regi\u00e3o da amostra e as negativas em outra regi\u00e3o, cont\u00edgua.<\/p>\n<p>Embora n\u00e3o seja a palavra final sobre a triboeletricidade e os desafios que o fen\u00f4meno imp\u00f5e para a nanotecnologia ou para as macrotecnologias, a teoria est\u00e1 chamando a aten\u00e7\u00e3o de pesquisadores da \u00e1rea em todo o mundo.<\/p>\n<p>Depois de ser publicado em revistas cient\u00edficas e apresentado em v\u00e1rios congressos internacionais, a proposta dos brasileiros constou como uma das mais importantes na \u00e1rea da triboeletricidade em um trabalho chamado &#8220;O que cria a eletricidade est\u00e1tica?&#8221; publicado pela revista\u00a0<em>American Scientist<\/em>.<\/p>\n<div><em><strong>Bibliografia:<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Triboelectricity: Macroscopic Charge Patterns Formed by Self-Arraying Ions on Polymer Surfaces<\/em><br \/>\n<em>Thiago A. L. Burgo, Telma R. D. Ducati, Kelly R. Francisco, Karl J. Clinckspoor, Fernando Galembeck, Sergio E. Galembeck<\/em><br \/>\n<em>Langmuir<\/em><br \/>\n<em>Vol.: 28 (19), pp 7407-7416<\/em><br \/>\n<em>DOI: 10.1021\/la301228j<\/em><\/p>\n<p><em>What Creates Static Electricity?<\/em><br \/>\n<em>Meurig W. Williams<\/em><br \/>\n<em>American Scientist<\/em><br \/>\n<em>Vol.: 100, Number 4 Page: 316<\/em><br \/>\n<em>DOI: 10.1511\/2012.97.316<\/em><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica, em 03\/01\/2013 Triboeletricidade Fen\u00f4menos eletrost\u00e1ticos desafiam fil\u00f3sofos e cientistas desde que Tales de Mileto, por volta de 600 a.c, esfregou um peda\u00e7o de \u00e2mbar com l\u00e3 e constatou&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1163,44],"tags":[],"class_list":["post-5186","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-clipping-cnpem","category-clipping-lnnano","category-1163","category-44","description-off"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.6 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O que gera a eletricidade est\u00e1tica? 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