{"id":5010,"date":"2012-10-18T11:47:54","date_gmt":"2012-10-18T14:47:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnpem.staging.wpengine.com\/?p=5010"},"modified":"2026-03-03T10:08:44","modified_gmt":"2026-03-03T13:08:44","slug":"burocracia-ainda-e-entrave-para-aproximacao-entre-academia-e-empresas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/burocracia-ainda-e-entrave-para-aproximacao-entre-academia-e-empresas\/","title":{"rendered":"Burocracia ainda \u00e9 entrave para aproxima\u00e7\u00e3o entre academia e empresas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Jornal da Ci\u00eancia, em 17\/10\/2012<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Simp\u00f3sio re\u00fane especialistas que discutem solu\u00e7\u00f5es para os gargalos na inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um debate antigo, por\u00e9m ainda n\u00e3o resolvido. Assim Glauco Arbix, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), resumiu o tema do simp\u00f3sio &#8220;Cientistas Nas Empresas &#8211; Transformando Conhecimento em Produtos com Valor Agregado&#8221;, que aconteceu ontem (16), no audit\u00f3rio do Instituto Luiz Alberto Coimbra de P\u00f3s -Gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa de Engenharia (Coppe\/UFRJ). De acordo com alguns palestrantes, os obst\u00e1culos que atrasam a aproxima\u00e7\u00e3o entre a academia e a ind\u00fastria podem ser resumidos em uma palavra: burocracia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O primeiro a citar o problema foi o diretor da Coppe, Luiz Pinguelli, que afirma que o Brasil est\u00e1 com &#8220;uma defasagem terr\u00edvel&#8221; de inova\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 China, Coreia do Sul, Estados Unidos e Europa e que &#8220;falta coer\u00eancia&#8221; \u00e0s a\u00e7\u00f5es do Governo. &#8220;Todo m\u00eas chegam instru\u00e7\u00f5es obtusas de Bras\u00edlia. Se as regras do servi\u00e7o p\u00fablico v\u00e3o se sobrepondo, o objetivo maior pode se inviabilizar&#8221;, reclama.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A opini\u00e3o \u00e9 compartilhada por Artur Roberto Couto, que foi ao evento contar a experi\u00eancia da Bio Manguinhos, unidade da Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz). &#8220;O desafio maior n\u00e3o \u00e9 inovar e sim vencer a burocracia. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 enfrentar a limita\u00e7\u00e3o de recursos, por exemplo, mas sim saber quando eles chegam&#8221;, opina. Ele conta que a Bio Manguinhos conseguiu aprovar um Projeto de Lei para a mudan\u00e7a do modelo jur\u00eddico da unidade, hoje uma autarquia, para empresa. &#8220;Se n\u00e3o nos transformarmos em empresa, estamos fadados \u00e0 morte&#8221;, revela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A aloca\u00e7\u00e3o correta dos recursos tamb\u00e9m \u00e9 fundamental, conforme recorda Arbix. Al\u00e9m disso, ele lembra que a academia enfrenta ainda resist\u00eancia de algumas empresas, que insistem em comprar tecnologia de fora. &#8220;O corpo empresarial investe pouco nisso. \u00c9 uma das raz\u00f5es para a fragilidade dessa rela\u00e7\u00e3o. As grandes empresas inovam, mas as pequenas raramente contratam cientistas, exceto as que t\u00eam base tecnol\u00f3gica&#8221;, alega, afirmando que, no Brasil, menos de 700 empresas contam com \u00e1rea de P&amp;D.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Harmonia &#8211;<\/strong>\u00a0Jacob Palis, presidente da Academia Brasileira de Ci\u00eancias (ABC), que abriu o evento, destacou a necessidade de estabelecer uma &#8220;harmonia&#8221; entre a comunidade cient\u00edfica e as empresas, um dos objetivos do simp\u00f3sio. &#8220;O Pa\u00eds s\u00f3 pode progredir quando isso acontecer em larga escala&#8221;, destaca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Arbix ressaltou que encontros como os de ontem s\u00e3o &#8220;fundamentais porque o Brasil tem pressa&#8221;. Ele lembra que institui\u00e7\u00f5es internacionais consagradas como o Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, &#8220;enfrenta problemas semelhantes&#8221; na tentativa de aproximar a academia das empresas. &#8220;No Brasil, a desigualdade \u00e9 o principal obst\u00e1culo para se fazer boa ci\u00eancia. Por\u00e9m, ela est\u00e1 diminuindo&#8221;, ressalta, lembrando que o Pa\u00eds alcan\u00e7ou o menor n\u00edvel de desigualdade em 35 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Reduzir a desigualdade e melhorar a qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 o meu objetivo ao fazer ci\u00eancia&#8221;. Arbix sublinha que o Brasil s\u00f3 se consolidar\u00e1 na economia competitiva mundial &#8220;se conseguir ganhos efetivos e produtividade em ci\u00eancia, tecnologia e inova\u00e7\u00e3o&#8221;. &#8220;Nossa depend\u00eancia tecnol\u00f3gica \u00e9 nosso calcanhar, joelho e ombro de Aquiles&#8221;, ataca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O presidente da Finep compara tamb\u00e9m o envolvimento dos cientistas com empresas no Brasil com o de outras na\u00e7\u00f5es. Dados de alguns anos atr\u00e1s afirmam que o Pa\u00eds tinha cerca de 35% de pesquisadores na \u00e1rea industrial e que grande parte deles (quase 57%) ainda trabalhava na universidade. O resto era empregado por \u00f3rg\u00e3os governamentais. Nos Estados Unidos, por exemplo, a propor\u00e7\u00e3o \u00e9 bem diferente: quase 80% dos cientistas est\u00e3o em empresas, enquanto cerca de 15% trabalham em universidades. &#8220;Desde os anos 1950, a inova\u00e7\u00e3o no Brasil foi concebida como subproduto do crescimento e n\u00e3o como pr\u00e9-requisito do desenvolvimento. Essa \u00e9 a quest\u00e3o de fundo&#8221;, resume.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Exemplos &#8211;<\/strong>\u00a0Maur\u00edcio Guedes, diretor do Parque Tecnol\u00f3gico do Rio e da Incubadora de Empresas da Coppe\/UFRJ, institui\u00e7\u00e3o que tem como um dos objetivos aproximar cientistas e ind\u00fastria, lembra que &#8220;a ci\u00eancia n\u00e3o \u00e9 importante apenas para os cientistas&#8221; e sim para &#8220;transformar conhecimento em riqueza, empregos e produtos inovadores&#8221;. O Parque Tecnol\u00f3gico da UFRJ conta hoje com 36 empresas, sendo 12 delas &#8220;grandes empreendimentos&#8221;, segundo Guedes. &#8220;Queremos atrair pelo menos uma centena mais de pequenas e m\u00e9dias empresas. Estamos vivendo um momento excepcional no Rio de Janeiro&#8221;, planeja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por sua vez, Gabriela Cezar, diretora do Brasil e Am\u00e9rica Latina de P&amp;D, Inova\u00e7\u00e3o e Parcerias Estrat\u00e9gicas em Pesquisa da Pfizer, conta que a divis\u00e3o latina n\u00e3o tem um or\u00e7amento espec\u00edfico e \u00e9 encarada &#8220;de forma global&#8221;, lado a lado com outras unidades. A farmac\u00eautica planeja investir nos pr\u00f3ximos anos sete bilh\u00f5es de d\u00f3lares em pesquisa e desenvolvimento, que s\u00e3o distribu\u00eddos de acordo com o aparecimento de projetos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Uma mol\u00e9cula descoberta no Brasil pode servir para beneficiar pacientes no mundo inteiro&#8221;, exemplifica, lembrando que a empresa refor\u00e7ou seu objetivo em estabelecer alian\u00e7as com cientistas e institui\u00e7\u00f5es brasileiras, como uma j\u00e1 existente com o Instituto Nacional do C\u00e2ncer (Inca). Entre as \u00e1reas de interesse est\u00e3o a de medicina de precis\u00e3o, a medicina regenerativa e o estudo de c\u00e9lulas-tronco tumorais (CTT). &#8220;N\u00e3o vemos os mercados emergentes como mercados e sim como parceiros&#8221;, assegura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bio Manguinhos e CNPEM &#8211;<\/strong>\u00a0Artur Roberto Couto, da Bio Manguinhos, revelou que, nos 36 anos de vida da institui\u00e7\u00e3o, muitas parcerias foram firmadas, com grandes empresas como a GSK e a Sanofi Pasteur. Hoje, a unidade da Fiocruz representa o segundo maior faturamento da ind\u00fastria farmac\u00eautica do Pa\u00eds, com R$ 3,7 bilh\u00f5es. Est\u00e1 centrada na produ\u00e7\u00e3o de vacinas (exporta para mais de 70 pa\u00edses a de febre amarela e a meningoc\u00f3cica), de reativos de diagn\u00f3sticos e biof\u00e1rmacos. A unidade criou um mestrado profissional em imunobiologia para atender \u00e0s necessidades de produ\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de uma especializa\u00e7\u00e3o, criando uma rela\u00e7\u00e3o direta de transfer\u00eancia de conhecimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro exemplo brasileiro citado foi o do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), que gestiona os Laborat\u00f3rios Nacionais de Luz S\u00edncrotron (LNLS), de Bioci\u00eancias (LNBio), o Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) e o de Nanotecnologia (LNNano). Carlos Alberto Arag\u00e3o, diretor-geral do Centro, detalhou o trabalho de cada um e explicou que muitos projetos de empresas e universidades envolvem mais de um laborat\u00f3rio. Em 2011, o CNPEM teve quase mil propostas de pesquisa, sendo que 377 viraram artigos publicados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre alguns parceiros recentes, Arag\u00e3o destaca o Centre National de la Recherche Scientifique (Fran\u00e7a), o Centro Infantil Boldrini (para pesquisas em leucemia) e o governo argentino, mais especificamente no projeto Sirius. O Sirius foi comparado por Arag\u00e3o a um &#8220;est\u00e1dio de futebol&#8221;, devido a sua arquitetura moderna. &#8220;S\u00f3 que nele os jogadores correm muito mais&#8221;, brinca o diretor, acrescentando que o investimento representar\u00e1 um &#8220;grande salto&#8221; para a pesquisa em Luz S\u00edncrotron, j\u00e1 que proporcionar\u00e1 fontes de 3\u00aa gera\u00e7\u00e3o, &#8220;com mais brilho e nitidez&#8221;, entre outras vantagens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ser\u00e3o 13 linhas de luz, &#8220;podendo chegar a 60&#8221;. Hoje, o UVX \u00e9 respons\u00e1vel por uma energia de 1,37 gigaeletronvolts (GeV). O Sirius chegar\u00e1 a 3,0, medi\u00e7\u00e3o equivalente ao que \u00e9 feito na Fran\u00e7a, com o Soleil, ou no NSLS (Estados Unidos) e Diamond (Reino Unido), com 3,0 cada. A constru\u00e7\u00e3o, que deve ser conclu\u00edda em cinco anos, custar\u00e1 R$ 650 milh\u00f5es no total. Isso representar\u00e1 mais que a duplica\u00e7\u00e3o do or\u00e7amento anual do CNPEM nos pr\u00f3ximos anos, que gira em torno de R$ 105 milh\u00f5es, de acordo com o diretor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">(Clarissa Vasconcellos &#8211; Jornal da Ci\u00eancia)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jornal da Ci\u00eancia, em 17\/10\/2012 Simp\u00f3sio re\u00fane especialistas que discutem solu\u00e7\u00f5es para os gargalos na inova\u00e7\u00e3o. Um debate antigo, por\u00e9m ainda n\u00e3o resolvido. 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