{"id":4991,"date":"2012-10-15T13:42:55","date_gmt":"2012-10-15T16:42:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnpem.staging.wpengine.com\/?p=4991"},"modified":"2026-03-03T10:08:49","modified_gmt":"2026-03-03T13:08:49","slug":"etanol-e-carro-flex-uma-inovacao-que-definha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/etanol-e-carro-flex-uma-inovacao-que-definha\/","title":{"rendered":"Etanol e carro flex: uma inova\u00e7\u00e3o que definha"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em>O Estado de S. Paulo, em 14\/10\/2012<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Jos\u00e9 Roberto Mendon\u00e7a De Barros<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2003 foi lan\u00e7ado o primeiro carro com motor flex, que permitiu a utiliza\u00e7\u00e3o de qualquer mistura etanol hidratado\/gasolina entre 20% e 100%. O consumidor aceitou logo a ideia e at\u00e9 2009 construiu-se no Pa\u00eds um sistema inovador, que come\u00e7ava no setor automotivo. Entre 2003 e 2005, o motor flex foi bastante aprimorado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O etanol hidratado tinha competitividade com a gasolina porque o custo de produ\u00e7\u00e3o da cana-de-a\u00e7\u00facar era, na ocasi\u00e3o, o menor do mundo. Al\u00e9m disso, o pre\u00e7o da gasolina subiu entre 2002 at\u00e9 meados de 2006, quando foi mantido praticamente constante desde ent\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As vendas de carros flex subiram de forma acentuada, atingindo rapidamente a faixa de 80% ou mais do total de carros produzidos no Pa\u00eds. Estima-se que em 2009 a frota destes ve\u00edculos era da ordem de 9,5 milh\u00f5es de unidades. O consumo de etanol hidratado, em consequ\u00eancia, se elevou rapidamente de 5 bilh\u00f5es para mais de 20 bilh\u00f5es de litros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi preciso muito trabalho de pesquisa no Brasil e de convencimento no exterior para que a Europa e os EUA aceitassem que o etanol de cana era um combust\u00edvel avan\u00e7ado, isto \u00e9, um produto renov\u00e1vel e que, dada sua tecnologia e alta produtividade, contribu\u00eda positivamente para a redu\u00e7\u00e3o do efeito estufa e da polui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Levou tamb\u00e9m algum tempo para que se aceitasse que a produ\u00e7\u00e3o de cana n\u00e3o implicava eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de alimentos, ao contr\u00e1rio do produto americano, feito de milho. Neste caso, a utiliza\u00e7\u00e3o de mais de 90 milh\u00f5es de toneladas de milho para a produ\u00e7\u00e3o de etanol certamente produziu, em 2008, uma forte press\u00e3o no custo de alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No corrente ano, a combina\u00e7\u00e3o de uma forte seca e o esmagamento de 125 milh\u00f5es de toneladas de milho para a produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edvel repetiu o impacto sobre os pre\u00e7os dos alimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso da cana, a alta produtividade resulta num crescimento de \u00e1rea muito modesto, ante a dimens\u00e3o do Brasil, de sorte que inexiste qualquer press\u00e3o sobre a produ\u00e7\u00e3o de produtos da cesta b\u00e1sica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finalmente, tamb\u00e9m levou muito tempo para que os defensores do meio ambiente acabassem por perceber que a cana \u00e9 uma gram\u00ednea que n\u00e3o convive bem com a regi\u00e3o amaz\u00f4nica, n\u00e3o tendo, pois, nenhuma responsabilidade, inclusive indireta, na queima de florestas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outras inova\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m aconteceram no per\u00edodo de 2003 a 2009: a expans\u00e3o de projetos de cogera\u00e7\u00e3o de energia com a queima de baga\u00e7o e o in\u00edcio do desenvolvimento de combust\u00edveis de segunda gera\u00e7\u00e3o em escala pr\u00e9-industrial. Da mesma forma, a alcoolqu\u00edmica come\u00e7a a ensaiar seus primeiros passos com a chegada de empresas como a Amyris. O sucesso do pl\u00e1stico verde da Braskem levou muitas empresas da \u00e1rea qu\u00edmica a se dispor a investir em novos polos industriais ao lado das usinas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tudo indicava que se desenvolvia um grande projeto inovador e vencedor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>2009 &#8211; 2012. A perda de competitividade<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a crise financeira de 2008, a maior parte dos projetos de amplia\u00e7\u00e3o de capacidade foi cancelada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quatro anos de baixos investimentos e clima adverso reduziram a quantidade da cana. Tamb\u00e9m concorreu para isso a curva de aprendizado no plantio de novas \u00e1reas, onde ainda n\u00e3o existiam variedades mais bem adaptadas. Hoje, o Pa\u00eds n\u00e3o \u00e9 mais o produtor de menor custo, mas o quarto ou quinto da fila.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a escassez da cana houve o privil\u00e9gio na produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar, que tem mais facilidade para gerar liquidez e rentabilidade, e de \u00e1lcool anidro, que tem mercado garantido, dada a obrigatoriedade da mistura com a gasolina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O virtual congelamento do pre\u00e7o da gasolina na bomba tirou a competitividade do hidratado. Dada a escassez de cana, que vai at\u00e9 2017 na melhor das hip\u00f3teses, o que equilibra o mercado \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o do hidratado, cujos pre\u00e7os se elevam na entressafra, fazendo cair o consumo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A aus\u00eancia de investimentos na melhoria do motor a etanol manteve inalterada sua menor efici\u00eancia com rela\u00e7\u00e3o ao motor a gasolina, algo em torno de 30%. S\u00f3 agora, alguns novos projetos de pesquisa visando a melhora do desempenho dos motores flex est\u00e3o come\u00e7ando (como os que se iniciam no Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Bioetanol &#8211; CTBE). O novo regime automotivo, rec\u00e9m-divulgado, incorpora pela primeira vez exig\u00eancias quanto \u00e0 redu\u00e7\u00e3o no consumo de combust\u00edveis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo t\u00e9cnicos do setor, as melhorias de efici\u00eancia no motor flex poderiam ter sido de 15 a 20% em uma primeira fase, caso esses projetos tivessem sido iniciados a partir de 2007, de acordo com nota t\u00e9cnica elaborada por Alfred Swarc e Francisco Nigro. A hist\u00f3ria do etanol teria sido outra se isso tivesse ocorrido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finalmente, a politica de pre\u00e7os de combust\u00edveis, aliada ao esgotamento da capacidade de refino, elevou as importa\u00e7\u00f5es de diesel, gasolina e etanol, desequilibrando o fluxo de caixa da Petrobr\u00e1s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como as novas refinarias s\u00f3 ficar\u00e3o prontas daqui a tr\u00eas anos, o aumento do consumo ter\u00e1 de ser atendido por mais importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um enorme problema log\u00edstico est\u00e1 sendo criado, pois o Pa\u00eds n\u00e3o est\u00e1 preparado para distribuir grandes volumes de combust\u00edveis vindos do exterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Petrobr\u00e1s precisa de uma relevante eleva\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o da gasolina para racionar um pouco a demanda e estimular a produ\u00e7\u00e3o do etanol, reduzindo suas perdas financeiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A li\u00e7\u00e3o que fica \u00e9 que o mundo n\u00e3o para e a competi\u00e7\u00e3o sempre avan\u00e7a. A manuten\u00e7\u00e3o da competitividade depende mais do que tudo de uma din\u00e2mica de avan\u00e7os cont\u00ednuos, t\u00e9cnicos e regulat\u00f3rios, que permitam a manuten\u00e7\u00e3o da lideran\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apenas um esfor\u00e7o mais organizado poder\u00e1 permitir que uma experi\u00eancia bem-sucedida n\u00e3o siga definhando e se perca por falta de competitividade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Estado de S. 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