{"id":29746,"date":"2023-03-09T09:22:02","date_gmt":"2023-03-09T12:22:02","guid":{"rendered":"https:\/\/cnpem.br\/?p=29746"},"modified":"2023-03-09T09:48:46","modified_gmt":"2023-03-09T12:48:46","slug":"estudo-do-cnpem-revela-como-bacteria-chave-da-microbiota-intestinal-metaboliza-carboidratos-complexos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/estudo-do-cnpem-revela-como-bacteria-chave-da-microbiota-intestinal-metaboliza-carboidratos-complexos\/","title":{"rendered":"Estudo do CNPEM revela como bact\u00e9ria-chave da microbiota intestinal metaboliza carboidratos complexos"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Publicado originalmente em <a href=\"https:\/\/agencia.fapesp.br\/estudo-do-cnpem-revela-como-bacteria-chave-da-microbiota-intestinal-metaboliza-carboidratos-complexos\/40854\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ag\u00eancia FAPESP<\/a> em 9 de mar\u00e7o de 2023<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Maria Fernanda Ziegler | Ag\u00eancia FAPESP<\/b> \u2013 No intestino de beb\u00eas rec\u00e9m-nascidos, uma bact\u00e9ria conhecida como <i>Bifidobacterium longum<\/i> tem o papel fundamental de quebrar os carboidratos do leite e auxiliar na digest\u00e3o da \u00fanica fonte de alimento dos pequenos. Outra importante fun\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie \u00e9 inibir a prolifera\u00e7\u00e3o de microrganismos causadores de doen\u00e7as, ajudando a equilibrar a microbiota intestinal.<\/p>\n<div id=\"attachment_29747\" style=\"width: 1371px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-29747\" class=\"size-full wp-image-29747\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Enzima-borboleta.png?resize=1200%2C659&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"659\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Enzima-borboleta.png?w=1361&amp;ssl=1 1361w, https:\/\/i0.wp.com\/cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Enzima-borboleta.png?resize=500%2C274&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Enzima-borboleta.png?resize=1030%2C565&amp;ssl=1 1030w, https:\/\/i0.wp.com\/cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Enzima-borboleta.png?resize=768%2C422&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><p id=\"caption-attachment-29747\" class=\"wp-caption-text\">Em rec\u00e9m-nascidos, a Bifidobacterium longum \u00e9 essencial para a digest\u00e3o do leite; nos adultos, ajuda a transformar mol\u00e9culas complexas formadas por carboidratos e prote\u00ednas em fontes acess\u00edveis de energia, como a glicose. As estrat\u00e9gias moleculares usadas nesses processos foram descritas na Nature Chemical Biology e podem inspirar o desenvolvimento de produtos aliment\u00edcios para humanos e animais (imagem: acervo dos pesquisadores)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo depois que o beb\u00ea cresce e passa a ter uma alimenta\u00e7\u00e3o variada, essa bact\u00e9ria probi\u00f3tica persiste no intestino \u2013 agora com a fun\u00e7\u00e3o de metabolizar carboidratos associados a prote\u00ednas, mol\u00e9culas conhecidas como N-glicanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cientistas do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) descobriram que a persist\u00eancia da <i>B. longum<\/i> no intestino adulto est\u00e1 justamente ligada ao fato de ela conseguir quebrar os N-glicanos \u2013 uma fonte de carbono perene nesse ambiente. Uma vez despolimerizados, esses carboidratos originam uma grande quantidade de monossacar\u00eddeos, ou seja, carboidratos simples, como glicose e manose, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No trabalho, <strong><a href=\"http:\/\/https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/95635\/explorando-novas-estrategias-para-a-despolimerizacao-de-polissacarideos-da-parede-celular-vegetal-da\/?q=15\/26982-0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">apoiado<\/a><\/strong> pela FAPESP e <strong><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41589-022-01202-4\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">divulgado<\/a><\/strong> na revista <i>Nature Chemical Biology<\/i>, os pesquisadores descrevem, pela primeira vez, o mecanismo molecular com que as bact\u00e9rias degradam e metabolizam essas fontes de carbono. O achado abre caminho para o desenvolvimento de novos componentes para produtos aliment\u00edcios, ra\u00e7\u00f5es para animais e produtos probi\u00f3ticos capazes de melhorar o funcionamento do intestino humano e de outros mam\u00edferos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cDescobrimos que, al\u00e9m de quebrar os carboidratos do leite, essas bact\u00e9rias conseguem se manter em um ambiente t\u00e3o competitivo como a microbiota intestinal por terem uma adapta\u00e7\u00e3o que as permite clivar e metabolizar os a\u00e7\u00facares dos N-glicanos, que v\u00eam das N-glicosila\u00e7\u00f5es de prote\u00ednas [adi\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar a prote\u00ednas] provenientes da alimenta\u00e7\u00e3o ou do pr\u00f3prio trato intestinal. Vale ressaltar que os N-glicanos s\u00e3o oligossacar\u00eddeos qu\u00edmica e estruturalmente complexos e nem todas as bact\u00e9rias que habitam o trato intestinal conseguem cliv\u00e1-los\u201d, diz <strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/34155\/mario-tyago-murakami\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mario Murakami<\/a><\/strong>, diretor cient\u00edfico do Laborat\u00f3rio Nacional de Biorrenov\u00e1veis (LNBR-CNPEM).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para elucidar todas as estrat\u00e9gias moleculares empregadas pela bact\u00e9ria para a sobreviv\u00eancia na microbiota, desde a fase neonatal at\u00e9 a vida adulta, os pesquisadores combinaram an\u00e1lises bioqu\u00edmicas, muta\u00e7\u00e3o s\u00edtio-dirigida, espectrometria de massas, criomicroscopia eletr\u00f4nica de alta resolu\u00e7\u00e3o (crio-EM) e simula\u00e7\u00f5es de din\u00e2mica molecular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Colaboraram pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Emory University (Estados Unidos), da Maryland University (Estados Unidos) e do Biocruces Bizkaia Health Research Institute (Espanha).<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Para a vida toda<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os autores descobriram que, al\u00e9m das bact\u00e9rias <i>B. longum<\/i> possu\u00edrem genes que permitem utilizar os carboidratos do leite, elas tamb\u00e9m apresentam sistemas enzim\u00e1ticos para a degrada\u00e7\u00e3o de outros tipos de carboidratos. Murakami explica, que dada a complexidade dos N-glicanos, a bact\u00e9ria precisa de um conjunto diverso de enzimas, com diferentes modos de a\u00e7\u00e3o e mecanismos de reconhecimento do substrato [mol\u00e9cula-alvo de uma enzima], para quebrar todas as liga\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas presentes nesses carboidratos, al\u00e9m de requerer diversas enzimas para metabolizar os a\u00e7\u00facares gerados pela degrada\u00e7\u00e3o dos N-glicanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA estrutura dos N-glicanos lembra a dos galhos das \u00e1rvores. Esses galhos s\u00e3o compostos por distintos monossacar\u00eddeos, como manose, glicose e N-acetilglicosamina, e est\u00e3o conectados por pelo menos cinco diferentes liga\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas, gerando uma complexidade estrutural e qu\u00edmica recalcitrante para degrada\u00e7\u00e3o bioqu\u00edmica. A partir desse estudo, conseguimos entender em n\u00edvel molecular e at\u00f4mico como o sistema enzim\u00e1tico constitu\u00eddo por nove enzimas de <i>B. longum<\/i> age de forma cooperativa para a desconstru\u00e7\u00e3o desses carboidratos complexos\u201d, conta Murakami \u00e0 <b>Ag\u00eancia FAPESP<\/b>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um aspecto interessante do trabalho foi que, ao desvendar o processo usado por essas bact\u00e9rias probi\u00f3ticas para a clivagem de oligossacar\u00eddeos complexos, os pesquisadores descobriram tamb\u00e9m uma s\u00e9rie de caracter\u00edsticas inusitadas da <i>B. longum<\/i>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um exemplo \u00e9 o processo metab\u00f3lico raro usado por essas bact\u00e9rias para metabolizar a manose. \u201cPrimeiro \u00e9 isomerizada [transforma\u00e7\u00e3o que mant\u00e9m a f\u00f3rmula molecular, mas altera as propriedades f\u00edsicas e qu\u00edmicas] em frutose para depois ser fosforilada [adi\u00e7\u00e3o de um grupo fosfato na mol\u00e9cula]. Por\u00e9m, na grande maioria das bact\u00e9rias que metabolizam a manose, ela primeiro \u00e9 fosforilada e depois isomerizada. A <i>B. longum<\/i> atua por uma rota metab\u00f3lica invertida em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 usual\u201d, explica Murakami.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro achado est\u00e1 no sofisticado mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o de quatro enzimas que atuam na clivagem das ramifica\u00e7\u00f5es de manose. Os pesquisadores verificaram que uma enzima sozinha \u2013 uma \u03b1-mannosidase da fam\u00edlia GH38 (Bl_Man38B) \u2013 tem modo de a\u00e7\u00e3o generalista at\u00edpico e consegue desconstruir o N-glicano por inteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar da enzima Bl_Man38B ser capaz de atuar em todas as ramifica\u00e7\u00f5es dos N-glicanos, ela ainda pode ser potencializada pela a\u00e7\u00e3o de uma outra enzima (\u03b1-mannosidase da fam\u00edlia GH125), altamente espec\u00edfica para liga\u00e7\u00f5es do tipo \u03b1-1,6, acelerando o processo de degrada\u00e7\u00e3o dos N-glicanos, que pode ser ativado em condi\u00e7\u00f5es de estresse ou escassez nutricional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, o mesmo processo de degrada\u00e7\u00e3o pode ser feito pela a\u00e7\u00e3o cooperativa de outras duas enzimas (\u03b1-mannosidases da fam\u00edlia GH38, Bl_Man38A e Bl_Man38B), que atuam de forma complementar sobre as distintas liga\u00e7\u00f5es do tipo \u03b1-1,2, \u03b1-1,3 e \u03b1-1,6. Murakami ressalta que a atua\u00e7\u00e3o das enzimas tem como destaque uma redund\u00e2ncia funcional in\u00e9dita para esse sistema em bact\u00e9rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAprendemos com o estudo de outros filos bacterianos que geralmente as enzimas atuam de forma complementar, cada uma sendo respons\u00e1vel por uma etapa espec\u00edfica e sequencial do processo de clivagem e metabolismo. Mas observamos um mecanismo mais complexo em bifidobact\u00e9rias envolvendo enzimas altamente espec\u00edficas associadas com outras generalistas, o que gera um arsenal bioqu\u00edmico singular e redundante para garantir a completa degrada\u00e7\u00e3o de N-glicanos\u201d, comenta o pesquisador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo Murakami, a <i>B. longum<\/i> apresenta um gene que codifica a enzima \u03b1-glicosidase, que permite a remo\u00e7\u00e3o de monoglicosila\u00e7\u00f5es na extremidade das antenas dos N-glicanos. Isso possibilita \u00e0 bact\u00e9ria tamb\u00e9m utilizar os N-glicanos n\u00e3o maduros. \u201cEssa monoglicosila\u00e7\u00e3o bloqueia toda a desconstru\u00e7\u00e3o do N-glicano. As bact\u00e9rias que n\u00e3o t\u00eam essas enzimas n\u00e3o conseguem utilizar os N-glicanos n\u00e3o maduros como fonte de carbono. Portanto, ter esse sistema enzim\u00e1tico vers\u00e1til confere uma vantagem bioqu\u00edmica \u00e0 <i>B. longum<\/i> para ampliar seu espectro de atua\u00e7\u00e3o sobre todas as formas variantes dos N-glicanos ricos em manose\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O artigo <i>Mechanism of high-mannose N-glycan breakdown and metabolism by Bifidobacterium longum<\/i> pode ser lido em: <strong><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41589-022-01202-4\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.nature.com\/articles\/s41589-022-01202-4<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pesquisa do CNPEM foi objeto de uma resenha cr\u00edtica publicada pela professora da Universidade de Birmingham (Reino Unido) Lucy Crouch na mesma edi\u00e7\u00e3o da revista <i>Nature Chemical Biology<\/i>. Esse texto pode ser conferido em: <strong><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41589-022-01199-w\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.nature.com\/articles\/s41589-022-01199-w<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este texto foi originalmente publicado por <a href=\"https:\/\/agencia.fapesp.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ag\u00eancia FAPESP<\/a> de acordo com a <a href=\"https:\/\/creativecommons.org\/licenses\/by-nd\/4.0\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">licen\u00e7a Creative Commons CC-BY-NC-ND<\/a>. Leia o <a href=\"https:\/\/agencia.fapesp.br\/estudo-do-cnpem-revela-como-bacteria-chave-da-microbiota-intestinal-metaboliza-carboidratos-complexos\/40854\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">original aqui<\/a>.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] Publicado originalmente em Ag\u00eancia FAPESP em 9 de mar\u00e7o de 2023 Maria Fernanda Ziegler | Ag\u00eancia FAPESP \u2013 No intestino de beb\u00eas rec\u00e9m-nascidos, uma bact\u00e9ria conhecida como Bifidobacterium longum&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":29747,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1163,1224],"tags":[],"class_list":["post-29746","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-clipping-cnpem","category-clipping-lnbr","category-1163","category-1224","description-off"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - 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