{"id":23970,"date":"2021-09-15T17:37:18","date_gmt":"2021-09-15T17:37:18","guid":{"rendered":"https:\/\/cnpem.staging.wpengine.com\/?p=23970"},"modified":"2026-03-02T15:54:24","modified_gmt":"2026-03-02T18:54:24","slug":"adalberto-fazzio-o-pioneiro-do-grafeno-que-quer-reinventar-o-microchip","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/adalberto-fazzio-o-pioneiro-do-grafeno-que-quer-reinventar-o-microchip\/","title":{"rendered":"Adalberto Fazzio, o pioneiro do grafeno que quer reinventar o microchip"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2021\/08\/29\/adalberto-fazzio-o-pioneiro-do-grafeno-que-quer-reinventar-o-microchip.htm\">Tilt UOL<\/a> em 29\/08\/2021<\/em><\/p>\n<div id=\"attachment_23971\" style=\"width: 577px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-23971\" class=\"size-full wp-image-23971\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cnpem.staging.wpengine.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fazzio_tilt.png?resize=567%2C319&#038;ssl=1\" alt=\"Imagem: Arte UOL\" width=\"567\" height=\"319\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fazzio_tilt.png?w=567&amp;ssl=1 567w, https:\/\/i0.wp.com\/cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fazzio_tilt.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><p id=\"caption-attachment-23971\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Arte UOL<\/p><\/div>\n<p>Em 16 de outubro de 1964, dia em que a China testou sua primeira\u00a0<a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2020\/01\/16\/quebrando-atomos-saiba-por-que-uma-bomba-atomica-e-tao-potente.htm\">bomba nuclear<\/a>, quase vinte anos depois dos bombardeios de\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/ultimas-noticias\/bbc\/2020\/08\/06\/sobreviventes-de-hiroshima-e-nagasaki-lembram-horror-de-bombas.htm\">Hiroshima<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/ultimas-noticias\/rfi\/2020\/08\/09\/nao-quero-que-ninguem-sinta-o-que-eu-senti-nagasaki-lembra-os-75-anos-da-bomba-atomica.htm\">Nagasaki<\/a>\u00a0no Jap\u00e3o, um jovem de Sorocaba (SP) perguntou ao pai: &#8220;o que \u00e9 esse neg\u00f3cio de energia at\u00f4mica?&#8221;. O pai, que era funcion\u00e1rio p\u00fablico na prefeitura da cidade e n\u00e3o sabia explicar direito, respondeu: &#8220;\u00e9 uma coisa muito perigosa&#8221;.<\/p>\n<p>O alerta n\u00e3o assustou Adalberto Fazzio, que, na \u00e9poca com 14 anos, queria ser jogador de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/esporte\/futebol\/\">futebol<\/a>. O interesse pelos\u00a0<a href=\"https:\/\/brasilescola.uol.com.br\/o-que-e\/quimica\/o-que-e-atomo.htm\">\u00e1tomos<\/a>\u00a0levou-o para longe dos gramados e o transformou num cientista que vive em laborat\u00f3rios, investigando a mesma ci\u00eancia que deu ao homem a bomba at\u00f4mica.<\/p>\n<p>Em vez de armas de destrui\u00e7\u00e3o, o que o professor do Instituto de F\u00edsica da USP (Universidade de S\u00e3o Paulo) e diretor do Laborat\u00f3rio Nacional de Nanotecnologia do CNPEM (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais) quer fazer \u00e9 revolucionar a eletr\u00f4nica com\u00a0<a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2021\/02\/18\/nanoscopio-desenvolvido-por-brasileiros-mostra-avancos-no-estudo-do-grafeno.htm\">nanomateriais<\/a>. Ele mesmo admite que se trata de um campo de estudos dif\u00edcil de explicar \u2014 &#8220;meio esot\u00e9rico&#8221;, segundo suas palavras \u2014, que est\u00e1 na dianteira das grandes descobertas da complexa ci\u00eancia dos objetos menores que \u00e1tomos.<\/p>\n<p>Seu foco \u00e9 em nanomateriais bidimensionais \u2014 isto \u00e9, aqueles que cont\u00eam propriedades contradit\u00f3rias, como ser fortes como o a\u00e7o, mas leves como algod\u00e3o, por exemplo. O mais conhecido deles \u00e9 o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/videos\/2020\/08\/14\/deu-tilt-10-grafeno-carbono-composto-quimico-tecnologia.htm\">grafeno<\/a>, descoberto em 2004 e que rendeu o pr\u00eamio Nobel de F\u00edsica para os russos\u00a0<a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/videos\/2020\/08\/14\/deu-tilt-10-grafeno-carbono-composto-quimico-tecnologia.htm\">Andre Geim e Konstantin Novoselov, em 2010<\/a>.<\/p>\n<p>Fazzio j\u00e1 investigou bem de perto o grafeno, mas hoje se dedica a outros materiais bidimensionais: os isolantes topol\u00f3gicos, que, diferentemente do grafeno, s\u00e3o mais f\u00e1ceis de controlar ao conduzir eletricidade. Ele explica:<\/p>\n<p>&#8220;S\u00e3o materiais isolantes, cuja superf\u00edcie \u00e9 met\u00e1lica. Essa \u00e9 uma propriedade muito interessante e com muitas aplica\u00e7\u00f5es. Muitas pesquisas usam esse material para desenvolver novos dispositivos, com velocidades muito maiores do que essa que a gente conhece a partir do sil\u00edcio.&#8221;<\/p>\n<p>O cientista brasileiro tamb\u00e9m j\u00e1 publicou um artigo, em 2005, sobre uso de \u00f3xido de h\u00e1fnio na diminui\u00e7\u00e3o do tamanho de transistores (aqueles pequenos dispositivos que controlam a corrente el\u00e9trica dentro de um aparelho eletr\u00f4nico). Dois anos depois, a gigante Intel introduziu esse nanomaterial em seus processadores de computador.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Aplica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, isso significa revolucionar o desempenho dos microchips \u2014uma pequena estrutura que comanda as fun\u00e7\u00f5es de m\u00e1quinas como computadores, celulares, videogames e eletr\u00f4nicos &#8220;inteligentes&#8221;.<\/p>\n<p>Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, o sil\u00edcio foi o material semicondutor usado em chips para lidar com a corrente el\u00e9trica que vem da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/bbc\/2021\/04\/03\/a-bateria-revolucionaria-inventada-120-anos-antes-do-tempo.htm\">bateria<\/a>\u00a0ou da tomada. Mas, com componentes eletr\u00f4nicos cada vez menores, \u00e9 preciso achar um material que possa ser reduzido \u00e0s escalas nanom\u00e9tricas.<\/p>\n<p>\u00c9 a\u00ed que entram os isolantes topol\u00f3gicos, materiais que isolam correntes el\u00e9tricas como uma borracha, mas t\u00eam uma superf\u00edcie met\u00e1lica para conduzir eletricidade.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio grafeno pode ser transformado em um isolante topol\u00f3gico se voc\u00ea substituir o grafite em sua composi\u00e7\u00e3o molecular por \u2014 adivinhe s\u00f3 \u2014 sil\u00edcio ou outro material semicondutor.<\/p>\n<p>Ou seja, s\u00e3o materiais perfeitos para fabricar pequenos dispositivos, como sensores de sinais vitais ou de movimentos em rel\u00f3gios inteligentes, por exemplo, sem a complexidade de um processador que precisa fazer v\u00e1rios c\u00e1lculos por segundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Futuro dos Nanomateriais<\/strong><\/p>\n<p>Com a experi\u00eancia de quem j\u00e1 &#8220;previu&#8221; o uso de novos materiais nos chips que usamos hoje, Fazzio \u00e9 categ\u00f3rico: estamos diante do futuro da eletr\u00f4nica. Pode ser revolucion\u00e1rio e, por isso, ele concentra grande parte de seus estudos nesse novo tipo de nanomaterial, mas ainda \u00e9 cedo para cantar vit\u00f3ria.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o h\u00e1 nenhuma aplica\u00e7\u00e3o ainda que voc\u00ea possa encontrar nas prateleiras&#8221;, diz Fazzio.<\/p>\n<p>&#8220;Eu diria que eles poder\u00e3o fazer nanodispositivos como um sensor que avisa o processador do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/smartphone\/\">celular<\/a>\u00a0quando \u00e9 hora de coloc\u00e1-lo na tomada porque a bateria est\u00e1 acabando, por exemplo], n\u00e3o um chip, com muito mais efici\u00eancia do que n\u00f3s temos hoje em dia. Coisas pequenas que n\u00e3o precisam de uma integra\u00e7\u00e3o muito grande. Nesses casos, certamente sim, eles poder\u00e3o substituir o sil\u00edcio.&#8221;<\/p>\n<p>Faz parte do seu trabalho como f\u00edsico te\u00f3rico \u2014e n\u00e3o experimental\u2014 chegar a c\u00e1lculos matem\u00e1ticos que possam prever o comportamento de materiais. Isso quer dizer debater composi\u00e7\u00f5es at\u00f4micas que sequer foram inventadas ou descobertas.<\/p>\n<p>&#8220;As minhas pesquisas eu n\u00e3o consigo enxergar nas prateleiras. Muitos trabalhos meus foram utilizados, mas as coisas v\u00e3o evoluindo e depois aparece l\u00e1 um determinado produto. Mas de falar &#8216;puxa vida, eu botei um produto na prateleira&#8217;, n\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como anda a ci\u00eancia brasileira<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 justamente &#8220;colocar um produto na prateleira&#8221; a principal preocupa\u00e7\u00e3o de Fazzio em rela\u00e7\u00e3o ao estado da pesquisa em nanomateriais no Brasil. O cientista acredita que, mais do que investimentos, o Brasil precisa de mais recursos humanos na \u00e1rea.<\/p>\n<p>&#8220;Do ponto de vista de publica\u00e7\u00f5es, devemos ser o 15\u00ba ou 16\u00ba pa\u00eds que mais publica em revistas internacionais. Mas se pensar em\u00a0<em>per capita<\/em>, com o tamanho da nossa popula\u00e7\u00e3o, esse \u00e9 um n\u00famero baixo&#8221;, diz Fazzio. &#8220;Como n\u00f3s vamos incentivar nossos jovens a fazer ci\u00eancia e engenharia? Muitos v\u00e3o para o exterior e nem voltam mais.&#8221;<\/p>\n<p>Para ele, o \u00fanico jeito de colocar o Brasil para competir de igual para igual com gigantes ricos \u00e9 aumentar o investimento p\u00fablico em ci\u00eancia e tecnologia para o equivalente a 2% do PIB (Produto Interno Bruto) \u2014 o que, ele admite, n\u00e3o tem ideia de como fazer. &#8220;N\u00e3o cabe a mim, cientista, dizer.&#8221;<\/p>\n<p>Mas ele acredita que o setor privado tamb\u00e9m precisa contribuir, buscar laborat\u00f3rios p\u00fablicos de universidades e realizar parcerias. &#8220;As empresas contribuem com muito pouco. Se voc\u00ea tirar a parte da Petrobras, que coloca dinheiro em pesquisa, vai ver que nosso investimento est\u00e1 abaixo de 0,5% [do PIB].&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Eu fa\u00e7o um nanomaterial bonito e tal. Mas, e depois? Como eu vou dar uma fun\u00e7\u00e3o e transformar isso num dispositivo, um sensor? N\u00e3o consigo fazer um chip, porque ningu\u00e9m concorre com as grandes empresas do mundo [como a taiwanesa TSMC e a americana Intel]. Nessa parte, eu acho que n\u00f3s dever\u00edamos dar maior aten\u00e7\u00e3o&#8221;<\/p>\n<p>Este texto faz parte da s\u00e9rie &#8220;<a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/reportagens-especiais\/os-cientistas-brasileiros-que-brilham-criando-supermateriais\/\">Made In Brazil<\/a>&#8220;, que descreve o trabalho de 12 cientistas brasileiros que brilham criando supermateriais (<a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/reportagens-especiais\/conheca-os-cientistas-que-estao-revolucionando-o-combate-ao-coronavirus\/\">e j\u00e1 falou sobre os cientistas que est\u00e3o revolucionando o combate ao coronav\u00edrus<\/a>). Estudando part\u00edculas de um milion\u00e9simo de mil\u00edmetro, eles se debru\u00e7am para achar respostas capazes de revolucionar o futuro da humanidade.\u00a0<a href=\"http:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/reportagens-especiais\/os-cientistas-brasileiros-que-brilham-criando-supermateriais\/\">Leia mais aqui<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Repercuss\u00e3o<\/strong>: <strong>\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/acessowi-fi.com\/adalberto-fazzio-o-pioneiro-do-grafeno-que-quer-reinventar-o-microchip\/\">Acesso Wi-Fi.com<\/a>;\u00a0<a href=\"https:\/\/www.portalrondonia.com\/2021\/09\/01\/adalberto-fazzio-o-pioneiro-do-grafeno-que-quer-reinventar-o-microchip\/\">Portalrondonia.com<\/a>;\u00a0<a href=\"https:\/\/www.24brasil.com\/geral\/tilt-adalberto-fazzio-o-pioneiro-do-grafeno-que-quer-reinventar-o-microchip\/1220046-noticias\">24 Brasil<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tilt UOL em 29\/08\/2021 Em 16 de outubro de 1964, dia em que a China testou sua primeira\u00a0bomba nuclear, quase vinte anos depois dos bombardeios de\u00a0Hiroshima\u00a0e\u00a0Nagasaki\u00a0no Jap\u00e3o, um jovem de&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1208,44,1164],"tags":[],"class_list":["post-23970","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-cnpem","category-clipping-lnnano","category-noticia-home","category-1208","category-44","category-1164","description-off"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.0 - 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