{"id":19662,"date":"2018-07-20T21:28:36","date_gmt":"2018-07-20T21:28:36","guid":{"rendered":"https:\/\/cnpem.staging.wpengine.com\/?p=19662"},"modified":"2026-03-02T16:00:40","modified_gmt":"2026-03-02T19:00:40","slug":"industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria farmac\u00eautica \u00e9 o 2\u00ba setor que mais investe em inova\u00e7\u00e3o no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><em>Sindusfarma em 05\/07\/2018<\/em><\/p>\n<p><strong>LINK<\/strong>:\u00a0<a href=\"https:\/\/sindusfarma.org.br\/cadastro\/index.php\/site\/ap_noticias\/noticia\/2093\">https:\/\/sindusfarma.org.br\/cadastro\/index.php\/site\/ap_noticias\/noticia\/2093<\/a><\/p>\n<p>Os laborat\u00f3rios farmac\u00eauticos ocupam a segunda coloca\u00e7\u00e3o, entre os 21 setores do ranking do anu\u00e1rio Valor Inova\u00e7\u00e3o Brasil 2018, com o maior n\u00edvel de investimento da receita l\u00edquida em atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D).<\/p>\n<p>A inova\u00e7\u00e3o \u00e9 a principal prioridade na agenda estrat\u00e9gica de 62% das empresas da \u00e1rea farmac\u00eautica e de ci\u00eancias da vida no Brasil, estando atr\u00e1s apenas do setor de bens de consumo (67%).<\/p>\n<p>A busca pelo desenvolvimento de novas mol\u00e9culas e medicamentos e a condu\u00e7\u00e3o de estudos cl\u00ednicos que validem as descobertas levam o segmento a investir em P&amp;D uma mediana superior a 5% do faturamento anual.<\/p>\n<p>No Top 10 das empresas mais inovadoras do pa\u00eds est\u00e1 o laborat\u00f3rio Ach\u00e9, na 8\u00aa posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Veja abaixo as reportagens do anu\u00e1rio Valor Inova\u00e7\u00e3o Brasil 2018.<\/p>\n<p><strong>Intensidade na pesquisa<\/strong><br \/>\n<strong>Jornalista<\/strong>: Felipe Datt<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/sindusfarma.org.br\/cadastro\/public\/images\/site\/uploads_new\/TOP53.png?resize=174%2C148&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"174\" height=\"148\" \/><\/p>\n<p>A inova\u00e7\u00e3o \u00e9 a principal prioridade na agenda estrat\u00e9gica de 62% das empresas da \u00e1rea farmac\u00eautica e de ci\u00eancias da vida no Brasil. Trata-se do segundo maior percentual entre todos os segmentos do levantamento, atr\u00e1s apenas de bens de consumo (67%), conforme o ranking Valor Inova\u00e7\u00e3o Brasil 2018. A busca pelo desenvolvimento de novas mol\u00e9culas e medicamentos e a condu\u00e7\u00e3o de estudos cl\u00ednicos que validem as descobertas levam o segmento a aparecer na segunda posi\u00e7\u00e3o entre os 21 pesquisados quanto ao n\u00edvel de investimento da receita l\u00edquida em P&amp;D, com uma mediana superior a 5% do faturamento anual.<\/p>\n<p>O setor \u00e9 tamb\u00e9m o quarto que mais investe em inova\u00e7\u00f5es n\u00e3o rotineiras ou incrementais: 53% dos recursos. L\u00edder na produ\u00e7\u00e3o de anest\u00e9sicos na Am\u00e9rica Latina, o Laborat\u00f3rio Crist\u00e1lia dedicou 6% do faturamento de RS 1,9 bilh\u00e3o em 2017 para atividades de pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o. Para 2018, a empresa est\u00e1 investindo RS 20 milh\u00f5es na amplia\u00e7\u00e3o de sua unidade de P&amp;D, localizada no complexo industrial de Itapira (SP), e que re\u00fane uma equipe de 300 pesquisadores que se dedicam a buscar inova\u00e7\u00f5es em tr\u00eas \u00e1reas: farmac\u00eautica, farmoqu\u00edmica e biotecnol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Com expertise para o desenvolvimento de todas as etapas de produ\u00e7\u00e3o de um novo produto, da concep\u00e7\u00e3o da mol\u00e9cula ao medicamento final, o laborat\u00f3rio de origem nacional lan\u00e7ou 29 novos produtos no mercado nos \u00faltimos anos, alcan\u00e7ando um total de 105 patentes (em pa\u00edses como Brasil, Argentina, Canad\u00e1, China, EUA e Jap\u00e3o), al\u00e9m de 207 dep\u00f3sitos de pedidos de patentes.<\/p>\n<p>\u201cA inova\u00e7\u00e3o mais radical que desenvolvemos foi um produto para disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til, o Helleva. \u00c9 da mesma fam\u00edlia do Viagra, mas com uma mol\u00e9cula nova, desenvolvida inteiramente no Brasil&#8221;, afirma o presidente do Conselho Diretor do laborat\u00f3rio, Dr. Ogari Pacheco. As inova\u00e7\u00f5es n\u00e3o se restringem \u00e0 pesquisa de novas mol\u00e9culas. Um dos principais produtos que nasceram do centro de P&amp;D da companhia foi uma embalagem inovadora que contribuiu para mitigar os riscos de infec\u00e7\u00e3o hospitalar nos centros cir\u00fargicos-<br \/>\na embalagem tamb\u00e9m \u00e9 esterilizada na parte exterior. Batizada de sterile pack, essa embalagem \u00e9 utilizada atualmente em todos os produtos hospitalares do Crist\u00e1lia, como anestesias e morfinas.<\/p>\n<p>Entre os projetos em desenvolvimento pelo Crist\u00e1lia anialmente, pelo menos 25% s\u00e3o classificados como inova\u00e7\u00f5es radicais. Nesse momento, est\u00e1 em curso o desenvolvimento de um inovador horm\u00f4nio de crescimento para evitar o nanismo. O medicamento atual \u00e9 utilizado pelos pacientes em doses di\u00e1rias. \u201cEstamos desenvolvendo um horm\u00f4nio de longa dura\u00e7\u00e3o, permitindo ao paciente uma inje\u00e7\u00e3o a cada 15 dias. j\u00e1 conseguimos isolar a mol\u00e9cula e precisamos traduzir isso em medicamentos. A expectativa \u00e9 que isso ocorra dentro de tr\u00eas anos&#8221;, diz.<\/p>\n<p>A Libbs direciona 10% do faturamento para P&amp;D e inova\u00e7\u00e3o, o dobro do verificado pela m\u00e9dia do mercado. \u201cA inova\u00e7\u00e3o nessa ind\u00fastria \u00e9 feita por poucas empresas e em poucos pa\u00edses. Entendemos que dever\u00edamos trilhar o caminho da inova\u00e7\u00e3o e n\u00e3o da c\u00f3pia. Para nos especializarmos e desenvolvermos produtos novos, ter\u00edamos que fazer um sacrif\u00edcio em termos de investimentos\u201d, afirma o presidente-executivo, Athayde J\u00fanior.<\/p>\n<p>Em 2016, a Libbs investiu RS 500 milh\u00f5es na constru\u00e7\u00e3o da primeira planta nacional para a produ\u00e7\u00e3o de biossimila- res em escala industrial no Brasil, a Biotec. Os medicamentos biossimilares s\u00e3o formulados a partir de materiais biol\u00f3gicos (produzidos a partir de c\u00e9lulas vivas, como bact\u00e9rias, fungos ou c\u00e9lulas de mam\u00edferos) e utilizados no tratamento de doen\u00e7as au- toimunes e c\u00e2nceres avan\u00e7ados. A expectativa da Libbs \u00e9 que, nos pr\u00f3ximos anos, seis medicamentos biossimilares sejam produzidos na f\u00e1brica.<\/p>\n<p>Em mar\u00e7o de 2018, o laborat\u00f3rio come\u00e7ou a comercializar o primeiro biossimilar \u00e0 base de anticorpo monoclonal (o trastuzumabe, utilizado no tratamento de c\u00e2ncer de mama avan\u00e7ado) no Brasil, um medicamento batizado de Zedora. O monoclonal \u00e9 um anticorpo escolhido para ser clonado em laborat\u00f3rios de biotecnologia e transformado em medicamento. A previs\u00e3o \u00e9 que, em cinco anos, o medicamento seja produzido 100% no Brasil &#8211; durante este tempo, a Libbs executar\u00e1 a transfer\u00eancia de tecnologia do biossimilar para o Instituto Butantan. \u201cA transfer\u00eancia de biol\u00f3gicos \u00e9 quase como o desenvolvimento de um novo produto, tamanha a complexidade\u201d, diz.<\/p>\n<p>Por meio de um contrato de Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, a Libbs levantou recursos com o BNDES e a Finep para a constru\u00e7\u00e3o da planta e a transfer\u00eancia de tecnologia para o Brasil. O governo, por sua vez, se comprometeu a comprar o medicamento junto ao laborat\u00f3rio, com custos decrescentes ao longo dos anos. \u201cO PDP \u00e9 uma forma de contrato que o governo encontrou para quebrar o monop\u00f3lio de insumos estrat\u00e9gicos, aumentando o n\u00famero de ofertantes de um determinado medicamento\u201d, diz.<\/p>\n<p>Com um portf\u00f3lio com mais de 200 produtos em fase de desenvolvimento cl\u00ednico atualmente em seus centros globais de P&amp;D, a Novartis tem como linha estrat\u00e9gica de inova\u00e7\u00e3o no Brasil a condu\u00e7\u00e3o de estudos cl\u00ednicos. No \u00faltimo tri\u00eanio, o bra\u00e7o brasileiro do grupo farmac\u00eautico de origem su\u00ed\u00e7a investiu mais de R$ 222 milh\u00f5es em pesquisas cl\u00ednicas, que beneficiaram mais de 30 mil pacientes em cerca de 300 centros de pesquisa no Brasil.<\/p>\n<p>Os estudos de desenvolvimento cl\u00ednico s\u00e3o estrat\u00e9gicos para a ind\u00fastria farmac\u00eautica para a valida\u00e7\u00e3o de novos medicamentos e terapias que tratem ou previnam doen\u00e7as. No Brasil, os estudos cl\u00ednicos da Novartis s\u00e3o conduzidos para o teste de inova\u00e7\u00f5es nas \u00e1reas de oncologia, cardiovascular, de biossimilares e cuidados oftalmol\u00f3gicos. \u201cA Novartis \u00e9, seguramente, a primeira ou a segunda empresa farmac\u00eautica que mais investe em estudos cl\u00ednicos no Brasil\u201d, diz o diretor de rela\u00e7\u00f5es governamentais, Jo\u00e3o Sanches.<\/p>\n<p>Conforme o especialista, apesar das excelentes condi\u00e7\u00f5es para o desenvolvimento de estudos cl\u00ednicos no Brasil (\u201cem termos de oferta de infraestrutura, boa ci\u00eancia e capta\u00e7\u00e3o de pacientes\u201d), a execu\u00e7\u00e3o desses estudos ainda \u00e9 desafiadora no Brasil por conta de aspectos regulat\u00f3rios e legais. \u201cA Anvisa tem diminu\u00eddo os prazos para a condu\u00e7\u00e3o de estudos cl\u00ednicos no Brasil, que chegaram a ter um per\u00edodo de aprova\u00e7\u00e3o superior a um ano. Hoje este prazo est\u00e1 em seis meses, com tend\u00eancia de diminuir\u201d, diz. \u201cMas, para o Brasil ser competitivo globalmente, \u00e9 preciso de um prazo m\u00e9dio menor. O Brasil n\u00e3o atrai hoje nem 1% dos investimentos mundiais em estudos cl\u00ednicos, e poder\u00edamos multiplicar esse n\u00famero por cinco facilmente\u201d, completa Sanches.<\/p>\n<p>J\u00e1 a Roche Farma Brasil direcionou um total de RS 400 milh\u00f5es para pesquisa e desenvolvimento no Brasil nos \u00faltimos tr\u00eas anos &#8211; foram RS 160 milh\u00f5es apenas em 2017. A linha estrat\u00e9gica de atua\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m a condu\u00e7\u00e3o de estudos cl\u00ednicos. Cerca de 240 centros de pesquisa locais est\u00e3o envolvidos em mais de 85 estudos cl\u00ednicos. Atualmente s\u00e3o cerca de 1,4 mil pacientes brasileiros envolvidos com as inova\u00e7\u00f5es em protocolos cl\u00ednicos.<\/p>\n<p>A Roche mant\u00e9m, na sede no Jaguar\u00e9 (SP), um departamento de pesquisa cl\u00ednica com 42 profissionais dedicados a trazer estudos globais da companhia ao Brasil. A ideia \u00e9 que todos os medicamentos desenvolvidos globalmente possam ser testados no pa\u00eds antes do lan\u00e7amento. Os estudos s\u00e3o realizados em hospitais privados e tamb\u00e9m, na rede do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS), com o intuito de testar novos medicamentos e terapias em \u00e1reas como a oncol\u00f3gica (tumores) e de neurologia (Alzheimer, esclerose m\u00faltipla, autismo), por exemplo. \u201cCom os estudos cl\u00ednicos, os pacientes t\u00eam acesso antecipado a terapias que podem prolongar a vida ou mesmo curar suas doen\u00e7as\u201d, diz o presidente da Roche Farma Brasil, Rolf Hoenger.<\/p>\n<p>Em outra frente, a empresa vem fomentando o desenvolvimento das healthtechs, as startups que apostam em tecnologias dismptivas para transformar o segmento de sa\u00fade. No ano passado, a empresa patrocinou a primeira edi\u00e7\u00e3o do Desafio Roche para Startups, com o tema \u201cTransformando a Jornada Oncol\u00f3gica&#8221;. Para a edi\u00e7\u00e3o 2018 do desafio, a busca \u00e9 por empresas novatas com abordagens inovadoras em projetos de gest\u00e3o digital de dados para o setor de sa\u00fade (a exemplo de novos prontu\u00e1rios m\u00e9dicos eletr\u00f4nicos, sensores wearable, softwares para diagn\u00f3sticos remotos automatizados etc.).<\/p>\n<p>Na edi\u00e7\u00e3o passada, a vencedora foi a startup ga\u00facha Ziel Biosciences, que inovou na metodologia de preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer de colo do \u00fatero com um dispositivo que permite a coleta do exame por pessoas n\u00e3o especializadas &#8211; o que pode facilitar a detec\u00e7\u00e3o do papilomav\u00edrus humano (HPV) em regi\u00f5es de dif\u00edcil acesso para os servi\u00e7os de sa\u00fade. A Roche auxiliar\u00e1 as startups com a participa\u00e7\u00e3o em congressos internacionais e mentoria. \u201cAo aumentar as intera\u00e7\u00f5es externas, a Roche consegue identificar mais facilmente onde est\u00e3o as melhores ideias. Eventuais aquisi\u00e7\u00f5es ser\u00e3o estudadas caso a caso\u201d, diz Hoenger.<\/p>\n<p><strong>Ach\u00e9: Aprender com o que a natureza ensina<\/strong><br \/>\n<strong>Jornalista<\/strong>: Stella Fontes<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo em que elevou o investimento em inova\u00e7\u00e3o incremental, o Ach\u00e9, uma das maiores farmac\u00eauticas do Brasil, estruturou as bases para uma nova onda de lan\u00e7amentos que prometem ter grande impacto na sa\u00fade cia popula\u00e7\u00e3o. Em quatro ou cinco anos, conta Stephani Saverio, diretor de inova\u00e7\u00e3o e novos neg\u00f3cios do Ach\u00e9, mol\u00e9culas que est\u00e3o em fase de gesta\u00e7\u00e3o no laborat\u00f3rio, fruto de projetos de inova\u00e7\u00e3o radical, chegar\u00e3o ao mercado com a expectativa de revolucionar o tratamento de doen\u00e7as como vitiligo e transtorno de ansiedade.<\/p>\n<p>Entre as farmac\u00eauticas de capital nacional, o Ach\u00e9 foi pioneiro em inova\u00e7\u00e3o radical. Em 2005, ap\u00f3s duas d\u00e9cadas de pesquisas, lan\u00e7ou o anti-inflamat\u00f3rio Acheflan, produzido a partir do extrato da Corclia verbenacea, planta brasileira popularmente conhecida como erva-baleeira ou maria-milagrosa. De l\u00e1 para c\u00e1, a \u00e1rea de pesquisa e desenvolvimento do laborat\u00f3rio cresceu, ultrapassou fronteiras nacionais e plantou as sementes do ciclo de lan\u00e7amentos que se avizinha.<\/p>\n<p>O pioneirismo colocou o laborat\u00f3rio na dianteira em rela\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento de novas mol\u00e9culas, projetos que tradicio- nalmente demandam investimento elevado e t\u00eam ciclo longo de matura\u00e7\u00e3o. Mais do que isso, representou uma oportunidade de aprender e avan\u00e7ar alguns passos frente \u00e0 concorr\u00eancia, ressalta Saverio.<\/p>\n<p>Assim como ocorreu com o Acheflan, a biodiversidade brasileira segue no radar do Ach\u00e9. De acordo com Saverio, o Brasil conta com 25% de toda a biodiversidade mundial. E, de 2 milh\u00f5es de esp\u00e9cies existentes, apenas 10% ou 15% foram catalogadas. Para o laborat\u00f3rio, essa riqueza \u00e9 vista como uma grande oportunidade de aprendizado. A miss\u00e3o, nesse caso, \u00e9 entender os diferentes mecanismos de a\u00e7\u00e3o de extratos e produtos naturais para desenvolver novos medicamentos, e n\u00e3o necessariamente um fitoter\u00e1pico.<\/p>\n<p>Para tanto, o laborat\u00f3rio brasileiro firmou, no fim de 2017, uma parceria com o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) e a empresa Phytobios para identificar subst\u00e2ncias bioativas em extratos vegetais e desenvolver medicamentos nas \u00e1reas de oncologia e dermatologia. \u201cA ideia \u00e9 entender e aprender a partir do que a natureza tem em termos de mol\u00e9cula para desenvolver novas estruturas, que podem ser inclusive semissint\u00e9ticas ou totalmente sint\u00e9ticas\u201d, adianta.<\/p>\n<p>\u00c9 na biodiversidade que a farmac\u00eautica enxerga o maior legado e oportunidade. Mas h\u00e1 outros projetos considerados relevantes em inova\u00e7\u00e3o radical. Em 2016, ingressou no Structural Genomics Consortium (SGC), parceria p\u00fablico-privada com sede em Toronto, no Canad\u00e1, para acelerar o desenvolvimento de novas drogas.<\/p>\n<p>Como parte da parceria, o Ach\u00e9 utiliza seu Laborat\u00f3rio de Design e S\u00edntese Molecular na investiga\u00e7\u00e3o de enzimas ligadas \u00e0 prolifera\u00e7\u00e3o celular (quinases), com o objetivo de desenvolver novos tratamentos contra o c\u00e2ncer. A ideia \u00e9 ampliar essa estrutura nos pr\u00f3ximos meses. \u201cGra\u00e7as a ela conseguimos criar parcerias, como, por exemplo, o SGC, que s\u00e3o bases estruturais para a inova\u00e7\u00e3o de grande impacto.\u201d<\/p>\n<p>Sem descuidar dos projetos de pesquisa de ciclo mais longo, o laborat\u00f3rio brasileiro se vale de um extenso portf\u00f3lio e de tecnologias j\u00e1 desenvolvidas internamente para avan\u00e7ar no terreno da inova\u00e7\u00e3o incremental, que parte de mol\u00e9culas j\u00e1 existentes. \u201cO Ach\u00e9 \u00e9 empresa de A a Z, um laborat\u00f3rio que atua em diferentes categorias, e isso aumenta o espectro de oportunidades. \u00c9 o substrato para trabalhar e gerar inova\u00e7\u00e3o incremental&#8221;, ressalta.<\/p>\n<p>O principal motor para esses projetos de inova\u00e7\u00e3o incremental \u00e9 o tamanho do mercado farmac\u00eautico brasileiro, que caminha para ser o quinto maior do mundo, a expectativa \u00e9 a de que o pa\u00eds suba o degrau da sexta para a quinta posi\u00e7\u00e3o em 2020. Essa escala j\u00e1 garante valor a esse tipo de desenvolvimento, diz Saverio.<\/p>\n<p>O Ach\u00e9 acumula conhecimento em tecnologia para libera\u00e7\u00e3o controlada de farmacos, a partir da interven\u00e7\u00e3o na biodisponibilidade das f\u00f3rmulas, de forma a atender melhor \u00e0 conveni\u00eancia de pacientes e m\u00e9dicos. \u00c9 o caso do Donila Duo, rem\u00e9dio usado no tratamento da doen\u00e7a de Alzheimer que combina, de maneira in\u00e9dita, duas mol\u00e9culas que eram tomadas separadamente em uma \u00fanica p\u00edlula. Agora, a ideia \u00e9 ampliar esse portfolio na \u00e1rea de asma e doen\u00e7a pulmonar obstrutiva cr\u00f4nica (DPOC), na qual o Ach\u00e9 \u00e9 l\u00edder de mercado.<\/p>\n<p>Outra frente muito importante para a inova\u00e7\u00e3o incremental no laborat\u00f3rio brasileiro \u00e9 a aplica\u00e7\u00e3o da nanotecnologia para o desenvolvimento de novos f\u00e1rmacos. No fim de 2017, o Ach\u00e9 inaugurou em parceria com a Ferring Pharmaceuticals o primeiro laborat\u00f3rio de nanotecnologia do Brasil, o Nile (do ingl\u00eas Nanotechnology Innovation Laboratory Enterprise). No in\u00edcio de 2018, o centro j\u00e1 estava em pleno funcionamento.<\/p>\n<p>Novos produtos resultantes de inova\u00e7\u00e3o dessa natureza j\u00e1 t\u00eam sido colocados no mercado, enquanto na inova\u00e7\u00e3o radical o Ach\u00e9 est\u00e1 criando as bases para que possa apresentar novidades em quatro ou cinco anos, segundo Saverio. Mais recentemente, a partir da nova legisla\u00e7\u00e3o de explora\u00e7\u00e3o da biodiversidade brasileira, novas oportunidades se abriram. E h\u00e1 projetos de inova\u00e7\u00e3o radical que entram agora em fase cl\u00ednica &#8211; novas mol\u00e9culas para ansiedade e para tratamento de vitiligo. \u201cAssim que esses projetos chegarem ao mercado, a expectativa \u00e9 de que o impacto seja muito forte para a ind\u00fastria brasileira\u201d, destaca o executivo.<\/p>\n<p>Dentro do Ach\u00e9, a \u00e1rea de inova\u00e7\u00e3o est\u00e1 organizada como n\u00facleo que integra todas as \u00e1reas de pesquisa e desenvolvimento. Ali est\u00e3o reunidos desde projetos de pesquisa b\u00e1sica, que surtem efeito na inova\u00e7\u00e3o radical e tamb\u00e9m incremental, a toda a \u00e1rea de desenvolvimento, incluindo desenvolvimento de neg\u00f3cios, e corpos t\u00e9cnico e cl\u00ednico, uma vez que a \u00e1rea m\u00e9dica e de pesquisa cl\u00ednica est\u00e1 inserida nesse n\u00facleo. Ao todo, s\u00e3o quase 330 profissionais envolvidos.<\/p>\n<p>A \u00e1rea de desenvolvimento de neg\u00f3cios, diz Saverio, re\u00fane a equipe voltada \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de novos produtos e neg\u00f3cios, parcerias e iniciativas de internacionaliza\u00e7\u00e3o da companhia. H\u00e1 ainda tuna c\u00e9lula de desenvolvimento farmacot\u00e9cnico e anal\u00edtico, a de inova\u00e7\u00e3o incremental e outra de inova\u00e7\u00e3o radical, al\u00e9m da \u00e1rea cl\u00ednica, que congrega o n\u00facleo m\u00e9dico e cient\u00edfico, com 60 especialistas, que respondem tamb\u00e9m pela farmacovigil\u00e2ncia do Ach\u00e9.<\/p>\n<p>A miss\u00e3o do laborat\u00f3rio, segundo Saverio, \u00e9 ampliar as oportunidades de apresenta\u00e7\u00e3o de novos produtos. Por ano, o Ach\u00e9 tem lan\u00e7ado em m\u00e9dia 30 novos produtos, dos quais 30% a 35% na \u00e1rea de prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e os demais em isentos de prescri\u00e7\u00e3o (MlPs), dermatologia e gen\u00e9ricos. \u201cNossa meta \u00e9 manter e ampliar esse n\u00famero, sempre buscando maior diferencia\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o que possa suprir necessidades n\u00e3o atendidas de m\u00e9dicos e pacientes&#8221;, diz o executivo.<\/p>\n<p>Por ano, o laborat\u00f3rio investe em m\u00e9dia 10% de seu resultado antes de juros, impostos, deprecia\u00e7\u00e3o e amortiza\u00e7\u00e3o (Ebitda, na sigla em ingl\u00eas) em projetos de inova\u00e7\u00e3o. Em 2017, foram R$ 90 milh\u00f5es e, em 2018, o valor aplicado deve subir a R$ 100 milh\u00f5es. A crise econ\u00f4mica enfrentada pelo pa\u00eds entre 2015 e 2017, observa Saverio, n\u00e3o mudou os planos da farmac\u00eautica, ao menos nessa \u00e1rea. Como os ciclos de desenvolvimento s\u00e3o longos, e o impacto das crises ocorre j\u00e1 no curto prazo, a estrat\u00e9gia \u00e9 manter o investimento e o cronograma previstos. \u201cN\u00e3o reduzimos o investimento durante esse solavanco\u201d, afirma.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/sindusfarma.org.br\/cadastro\/public\/images\/site\/uploads_new\/TOP103.png?resize=256%2C229&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"256\" height=\"229\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sindusfarma em 05\/07\/2018 LINK:\u00a0https:\/\/sindusfarma.org.br\/cadastro\/index.php\/site\/ap_noticias\/noticia\/2093 Os laborat\u00f3rios farmac\u00eauticos ocupam a segunda coloca\u00e7\u00e3o, entre os 21 setores do ranking do anu\u00e1rio Valor Inova\u00e7\u00e3o Brasil 2018, com o maior n\u00edvel de investimento da&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1163,179],"tags":[],"class_list":["post-19662","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-clipping-cnpem","category-clipping-lnbio","category-1163","category-179","description-off"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Ind\u00fastria farmac\u00eautica \u00e9 o 2\u00ba setor que mais investe em inova\u00e7\u00e3o no Brasil - CNPEM<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Ind\u00fastria farmac\u00eautica \u00e9 o 2\u00ba setor que mais investe em inova\u00e7\u00e3o no Brasil - CNPEM\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Sindusfarma em 05\/07\/2018 LINK:\u00a0https:\/\/sindusfarma.org.br\/cadastro\/index.php\/site\/ap_noticias\/noticia\/2093 Os laborat\u00f3rios farmac\u00eauticos ocupam a segunda coloca\u00e7\u00e3o, entre os 21 setores do ranking do anu\u00e1rio Valor Inova\u00e7\u00e3o Brasil 2018, com o maior n\u00edvel de investimento da&hellip;\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"CNPEM\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2018-07-20T21:28:36+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-03-02T19:00:40+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/sindusfarma.org.br\/cadastro\/public\/images\/site\/uploads_new\/TOP53.png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Gustavo Moreno\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Gustavo Moreno\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"15 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Gustavo Moreno\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/142f9b4066e599dd651a3b9600c2c0ca\"},\"headline\":\"Ind\u00fastria farmac\u00eautica \u00e9 o 2\u00ba setor que mais investe em inova\u00e7\u00e3o no Brasil\",\"datePublished\":\"2018-07-20T21:28:36+00:00\",\"dateModified\":\"2026-03-02T19:00:40+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\\\/\"},\"wordCount\":2988,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/sindusfarma.org.br\\\/cadastro\\\/public\\\/images\\\/site\\\/uploads_new\\\/TOP53.png\",\"articleSection\":[\"CNPEM na M\u00eddia\",\"LNBio na M\u00eddia\"],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\\\/\",\"name\":\"Ind\u00fastria farmac\u00eautica \u00e9 o 2\u00ba setor que mais investe em inova\u00e7\u00e3o no Brasil - CNPEM\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/sindusfarma.org.br\\\/cadastro\\\/public\\\/images\\\/site\\\/uploads_new\\\/TOP53.png\",\"datePublished\":\"2018-07-20T21:28:36+00:00\",\"dateModified\":\"2026-03-02T19:00:40+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/142f9b4066e599dd651a3b9600c2c0ca\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/sindusfarma.org.br\\\/cadastro\\\/public\\\/images\\\/site\\\/uploads_new\\\/TOP53.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/sindusfarma.org.br\\\/cadastro\\\/public\\\/images\\\/site\\\/uploads_new\\\/TOP53.png\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/en\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Ind\u00fastria farmac\u00eautica \u00e9 o 2\u00ba setor que mais investe em inova\u00e7\u00e3o no Brasil\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/\",\"name\":\"Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais\",\"description\":\"Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais\",\"alternateName\":\"CNPEM\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/142f9b4066e599dd651a3b9600c2c0ca\",\"name\":\"Gustavo Moreno\",\"url\":\"\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Ind\u00fastria farmac\u00eautica \u00e9 o 2\u00ba setor que mais investe em inova\u00e7\u00e3o no Brasil - CNPEM","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/","og_locale":"en_US","og_type":"article","og_title":"Ind\u00fastria farmac\u00eautica \u00e9 o 2\u00ba setor que mais investe em inova\u00e7\u00e3o no Brasil - CNPEM","og_description":"Sindusfarma em 05\/07\/2018 LINK:\u00a0https:\/\/sindusfarma.org.br\/cadastro\/index.php\/site\/ap_noticias\/noticia\/2093 Os laborat\u00f3rios farmac\u00eauticos ocupam a segunda coloca\u00e7\u00e3o, entre os 21 setores do ranking do anu\u00e1rio Valor Inova\u00e7\u00e3o Brasil 2018, com o maior n\u00edvel de investimento da&hellip;","og_url":"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/","og_site_name":"CNPEM","article_published_time":"2018-07-20T21:28:36+00:00","article_modified_time":"2026-03-02T19:00:40+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/sindusfarma.org.br\/cadastro\/public\/images\/site\/uploads_new\/TOP53.png","type":"","width":"","height":""}],"author":"Gustavo Moreno","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"Gustavo Moreno","Est. reading time":"15 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/"},"author":{"name":"Gustavo Moreno","@id":"https:\/\/cnpem.br\/#\/schema\/person\/142f9b4066e599dd651a3b9600c2c0ca"},"headline":"Ind\u00fastria farmac\u00eautica \u00e9 o 2\u00ba setor que mais investe em inova\u00e7\u00e3o no Brasil","datePublished":"2018-07-20T21:28:36+00:00","dateModified":"2026-03-02T19:00:40+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/"},"wordCount":2988,"image":{"@id":"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/sindusfarma.org.br\/cadastro\/public\/images\/site\/uploads_new\/TOP53.png","articleSection":["CNPEM na M\u00eddia","LNBio na M\u00eddia"],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/","url":"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/","name":"Ind\u00fastria farmac\u00eautica \u00e9 o 2\u00ba setor que mais investe em inova\u00e7\u00e3o no Brasil - CNPEM","isPartOf":{"@id":"https:\/\/cnpem.br\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/sindusfarma.org.br\/cadastro\/public\/images\/site\/uploads_new\/TOP53.png","datePublished":"2018-07-20T21:28:36+00:00","dateModified":"2026-03-02T19:00:40+00:00","author":{"@id":"https:\/\/cnpem.br\/#\/schema\/person\/142f9b4066e599dd651a3b9600c2c0ca"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/#breadcrumb"},"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/#primaryimage","url":"https:\/\/sindusfarma.org.br\/cadastro\/public\/images\/site\/uploads_new\/TOP53.png","contentUrl":"https:\/\/sindusfarma.org.br\/cadastro\/public\/images\/site\/uploads_new\/TOP53.png"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/cnpem.br\/industria-farmaceutica-e-o-2o-setor-que-mais-investe-em-inovacao-no-brasil\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/cnpem.br\/en\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Ind\u00fastria farmac\u00eautica \u00e9 o 2\u00ba setor que mais investe em inova\u00e7\u00e3o no Brasil"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/cnpem.br\/#website","url":"https:\/\/cnpem.br\/","name":"Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais","description":"Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais","alternateName":"CNPEM","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/cnpem.br\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/cnpem.br\/#\/schema\/person\/142f9b4066e599dd651a3b9600c2c0ca","name":"Gustavo Moreno","url":""}]}},"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/per0Mi-578","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19662","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19662"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19662\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19662"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19662"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19662"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}