{"id":1805,"date":"2009-05-15T16:05:12","date_gmt":"2009-05-15T16:05:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnpem.staging.wpengine.com\/?p=1805"},"modified":"2026-03-03T10:21:24","modified_gmt":"2026-03-03T13:21:24","slug":"dogma-no-chao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/dogma-no-chao\/","title":{"rendered":"Dogma no ch\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">05\/2009 &#8211; Revista <a href=\"https:\/\/www.revistapesquisa.fapesp.br\/?art=3857&amp;bd=1&amp;pg=1&amp;lg=\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pesquisa Fapesp<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Crodowaldo Pavan, morto aos 89 anos, derrubou conceito de que a quantidade de DNA era constante em todas as c\u00e9lulas<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A equipe de pesquisadores que sa\u00eda de S\u00e3o Paulo em excurs\u00f5es rumo ao litoral sul do estado para coletar exemplares de dros\u00f3fila, a mosca-das-frutas, encontrou algo diferente naquele ver\u00e3o de 1952. Ao virar um toco de bananeira, Crodowaldo Pavan, o l\u00edder do grupo, achou centenas de larvas emboladas de outro tipo de mosca e decidiu lev\u00e1-las para analisar no laborat\u00f3rio. Come\u00e7ava ali um estudo que derrubaria um paradigma da biologia. At\u00e9 meados dos anos 1950 se acreditava que a quantidade de DNA era constante em todas as c\u00e9lulas. Ele demonstrou em artigo publicado com Marta Breuer, em 1955, que havia genes que se duplicam constantemente. Mesmo antes dessa descoberta, Pavan j\u00e1 era um dos pioneiros da pesquisa em gen\u00e9tica no Brasil a partir dos estudos com dros\u00f3filas. Ele morreu no dia 3 de abril em S\u00e3o Paulo, aos 89 anos, em raz\u00e3o de insufici\u00eancia m\u00faltipla de \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cPavan demonstrou que, em determinados momentos, a c\u00e9lula sintetiza DNA\u201d, explica o professor Luiz Edmundo Magalh\u00e3es, bi\u00f3logo que foi aluno do geneticista a partir de 1949 e com quem realizou pesquisas de campo, incluindo as de Vila Atl\u00e2ntica, em Mongagu\u00e1, no litoral paulista, onde foram coletadas as larvas da mosca Rhynchosciara angelae (hoje chamada de Rhynchosciara americana). Ele tamb\u00e9m mostrou que em alguns tecidos do organismo certos genes n\u00e3o funcionam, algo que n\u00e3o se sabia. As observa\u00e7\u00f5es foram feitas sobre as larvas da Rhynchosciara, mosca que p\u00f5e todos os ovos de uma s\u00f3 vez e depois morre. \u201cAs larvas evoluem juntas, de modo sincr\u00f4nico, o que \u00e9 \u00f3timo porque se pode acompanhar o desenvolvimento delas at\u00e9 virarem mosca, como se fossem um \u00fanico indiv\u00edduo, dissecando uma delas a cada dia.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A larva tem um par de gl\u00e2ndulas salivares com cromossomos grandes. Pavan observou que alguns trechos dos cromossomos da larva se multiplicam, num fen\u00f4meno chamado de pufe, para depois se condensar. Na \u00e9poca, ele ficou sabendo que o pesquisador belga Jean Brachet usava um m\u00e9todo de injetar na larva a subst\u00e2ncia radioativa timidina tritiada. Em seguida colocava o material em uma l\u00e2mina e a cobria com um filme fotogr\u00e1fico por alguns dias no escuro. A radia\u00e7\u00e3o impressionava o filme, o que permitia ver a imagem fotogr\u00e1fica do cromossomo e acompanhar as mudan\u00e7as do DNA. A pedido de Pavan, Brachet enviou uma assistente, Adrianne Ficq, para ensinar o m\u00e9todo a ele. \u201cFoi com a ajuda de sua t\u00e9cnica Marta Breuer, uma alem\u00e3 radicada no Brasil extremamente habilidosa no laborat\u00f3rio, e de Adrianne que Pavan fez a descoberta que derrubou esse dogma da gen\u00e9tica e, de quebra, come\u00e7ou a fazer biologia molecular no pa\u00eds ao utilizar o m\u00e9todo de Brachet\u201d, diz Magalh\u00e3es. Ficou provado que o n\u00famero de cromossomos era constante, mas a quantidade de DNA podia variar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em entrevista ao jornalista Ricardo Zorzetto para o livro Cientistas do Brasil (SBPC, 1998), Pavan lembrou daquela \u00e9poca: \u201cDemorou oito anos para que minha hip\u00f3tese \u2013 de que poderia haver mudan\u00e7a no n\u00famero de genes dentro do cromossomo com o desenvolvimento do animal \u2013 fosse aceita. Durante o per\u00edodo, eu apresentava os dados e diziam, \u2018Os seus dados valem. Mas isso \u00e9 exce\u00e7\u00e3o. \u00c9 um inseto\u2019\u201d. Mais tarde comprovou-se que o fen\u00f4meno era comum no homem. \u201cA proposta dele, de que existia replica\u00e7\u00e3o do DNA dentro da c\u00e9lula, era algo completamente diferente do que se pensava na \u00e9poca\u201d, conta o professor Hugo Aguirre Armelin, pesquisador do Instituto de Qu\u00edmica da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora a Rhynchosciara tenha sido a estrela das principais pesquisas de Pavan, foi a dros\u00f3fila que recebeu a maior parte das aten\u00e7\u00f5es de sua vida cient\u00edfica. Natural de Campinas, ele ingressou na ent\u00e3o Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras da USP em 1938, no curso de hist\u00f3ria natural. Quando se formou, foi convidado e aceitou ser assistente do ent\u00e3o Departamento de Biologia Geral. Seu mentor naquela \u00e9poca foi Andr\u00e9 Dreyfus, do grupo de not\u00e1veis que criou a USP e um dos introdutores dos estudos e ensino de gen\u00e9tica e evolu\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. Outra enorme influ\u00ean\u00adcia foi a do ucraniano Theodosius Dobzhansky, geneticista reconhecido em todo o mundo. Harry Miller Jr., da Funda\u00e7\u00e3o Rockefeller, admirava o trabalho de Dreyfus e sugeriu a vinda do cientista ao Brasil, em 1943.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dobzhansky topou e, em S\u00e3o Paulo, ensinou as t\u00e9cnicas de pesquisa com dros\u00f3fila, que foi por muito tempo modelo de estudo na gen\u00e9tica e evolu\u00e7\u00e3o e eram desconhecidas por aqui. \u201cDurante a segunda visita do ucraniano, em 1948 e 1949, Dreyfus e Pavan criaram grupos de estudo com jovens pesquisadores n\u00e3o s\u00f3 de S\u00e3o Paulo como do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul e at\u00e9 da Argentina e da Su\u00ed\u00e7a e estabeleceram programas sistem\u00e1ticos nessa \u00e1rea\u201d, conta Magalh\u00e3es. N\u00e3o por acaso surgiu uma gera\u00e7\u00e3o brilhante de geneticistas, como Antonio Brito da Cunha e o pr\u00f3prio Magalh\u00e3es, em S\u00e3o Paulo, Newton Freire-Maia, de Minas Gerais, Antonio Rodrigues Cordeiro, do Rio Grande do Sul, Oswaldo Frota-Pessoa e Chana Malogolowkin, do Rio, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pavan fez seu p\u00f3s-doutorado no laborat\u00f3rio de Dobzhansky na Universidade Columbia, em Nova York, entre 1945 e 1947. Em 1952, com a morte de Dreyfus, assumiu a c\u00e1tedra do Departamento de Biologia. Em 1965 foi contratado pelo Laborat\u00f3rio de Oak Ridge, nos Estados Unidos, onde fundou e dirigiu um laborat\u00f3rio de citogen\u00e9tica. De 1968 a 1975 foi professor titular da Universidade do Texas. Depois desse per\u00edodo voltou ao Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A\u00e7\u00e3o institucional<\/strong><br \/>\n\u00c0 parte o intenso trabalho cient\u00edfico, Pavan teve grande participa\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito pol\u00edtico-administrativo das institui\u00e7\u00f5es de apoio \u00e0 ci\u00eancia. Integrou o primeiro conselho superior da FAPESP, entre 1961 e 1963, exercendo papel importante para a consolida\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o, que come\u00e7ou a funcionar em 1962. No per\u00edodo 1981-1984 voltou \u00e0 FAPESP, desta vez como diretor presidente do conselho t\u00e9cnico-administrativo. Presidiu o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq), de 1986 a 1990, onde realizou a\u00e7\u00f5es marcantes como a cria\u00e7\u00e3o da Esta\u00e7\u00e3o Ci\u00eancia, em S\u00e3o Paulo, e do Laborat\u00f3rio Nacional de Luz S\u00edncrotron (LNLS), em Campinas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por tr\u00eas gest\u00f5es presidiu a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC), entre 1981 e 1986. Tornou-se professor em\u00e9rito da USP em 1989 e da Universidade Estadual de Campinas em 1991. Quando morreu era pesquisador volunt\u00e1rio do Instituto de Ci\u00eancias Biom\u00e9dicas da USP, coordenador de Divulga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica do N\u00facleo Jos\u00e9 Reis da Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes da USP e presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Divulga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA FAPESP lamenta o falecimento de um grande homem da ci\u00eancia brasileira e \u00e9 muito grata pelo legado que ele nos deixou\u201d, disse Celso Lafer, presidente da FAPESP. \u201c\u00c9 importante destacar o trabalho fundamental que ele realizou no apoio \u00e0 pesquisa e ao desenvolvimento brasileiros, seja no plano das institui\u00e7\u00f5es, como foi na FAPESP e no CNPq, ou no plano da sociedade civil, pelo tempo que esteve \u00e0 frente da SBPC.\u201d Sergio Rezende, ministro da Ci\u00eancia e Tecnologia, tamb\u00e9m lembrou a contribui\u00e7\u00e3o do bi\u00f3logo. \u201cPavan fica na hist\u00f3ria da ci\u00eancia no Brasil como um dos pioneiros da gen\u00e9tica e um cientista-educador\u201d, disse. \u201cPoucos cientistas se dedicaram com mais afinco a atrair os jovens para as carreiras da ci\u00eancia.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>05\/2009 &#8211; 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