{"id":17385,"date":"2017-09-05T12:47:07","date_gmt":"2017-09-05T12:47:07","guid":{"rendered":"https:\/\/cnpem.staging.wpengine.com\/?p=17385\/"},"modified":"2022-11-10T16:02:53","modified_gmt":"2022-11-10T19:02:53","slug":"monitor-de-produtividade-como-usa-lo-a-favor-do-seu-canavial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/monitor-de-produtividade-como-usa-lo-a-favor-do-seu-canavial\/","title":{"rendered":"Monitor de produtividade: como us\u00e1-lo a favor do seu canavial?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.revistarpanews.com.br\/120-edicao2015\/edicao-192\/3095-tecnologia-agricola-monitor-de-produtividade\">RPANews<\/a>, 28 de agosto\/2017<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mais importante do que obter um bom mapa de colheita de cana, \u00e9 saber decifrar as informa\u00e7\u00f5es que nele est\u00e3o contidas e ter como meta um manejo que considere a variabilidade espacial da \u00e1rea nas diversas etapas de produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gerenciamento da produtividade dos canaviais, melhor gest\u00e3o na aplica\u00e7\u00e3o dos tratos culturais, an\u00e1lise biom\u00e9trica de TCH, dimensionamento de falhas de plantio e levantamento das soqueiras. Estes s\u00e3o apenas alguns dos ganhos que podem ser obtidos com o uso dos monitores de produtividade na cultura da cana. Apesar da tecnologia j\u00e1 existir h\u00e1 alguns anos e de haver interesse do setor por este tipo de ferramenta, seu uso ainda \u00e9 incipiente. O problema seria a tecnologia, que n\u00e3o est\u00e1 t\u00e3o adiantada como na cultura de gr\u00e3os, ou a falta de conhecimento sobre como utilizar as informa\u00e7\u00f5es coletadas por esta ferramenta?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Empresas desenvolvedoras de agricultura de precis\u00e3o e fabricantes de colhedoras de cana v\u00eam estudando e desenvolvendo modelos de monitores para elabora\u00e7\u00e3o de mapas de produtividade. De acordo com o Jos\u00e9 Paulo Molin, professor e pesquisador do Departamento de Engenharia de Biossistemas da Esalq-USP, a gera\u00e7\u00e3o e a interpreta\u00e7\u00e3o de mapas de produtividade de culturas agr\u00edcolas \u00e9 um dos segmentos da agricultura de precis\u00e3o que mais tem recebido aten\u00e7\u00e3o de pesquisadores e de fabricantes de m\u00e1quinas agr\u00edcolas diante da sua import\u00e2ncia no contexto do entendimento do processo da variabilidade espacial da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e na defini\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de manejo agron\u00f4mico, que visam o aumento e manuten\u00e7\u00e3o sustentada nos \u00edndices de produtividade da lavoura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mapa cont\u00e9m informa\u00e7\u00f5es detalhadas da produtividade do talh\u00e3o e d\u00e1 par\u00e2metros para diagnosticar e corrigir as causas de baixas produtividades em algumas \u00e1reas. \u201cO mapeamento de produtividade \u00e9 uma ferramenta dispon\u00edvel que propicia uma maneira econ\u00f4mica de coletar uma grande quantidade de dados dentro do talh\u00e3o. A produtividade tamb\u00e9m \u00e9 um indicador de \u00eaxito ou fracasso das opera\u00e7\u00f5es de gerenciamento, uma vez que re\u00fane todos os fatores que influenciaram no desenvolvimento do cultivo. Sendo que a renda da propriedade depende basicamente da quantidade e qualidade do cultivo, os mapas de produtividade tornam-se parte essencial de um sistema de agricultura eficiente.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CASE IH X JOHN DEERE: QUAL A DIFEREN\u00c7A ENTRE AS TECNOLOGIAS?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos \u00faltimos anos, duas grandes fabricantes de colhedoras estudaram e desenvolveram tecnologias para monitoramento de produtividade de cana-de-a\u00e7\u00facar. A Case lan\u00e7ou seu monitor em 2015 e a John Deere apresentou sua vers\u00e3o durante a Agrishow deste ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Roberto Biasotto, gerente de\u00a0Marketing\u00a0de produto da Case IH, explica que o monitor da companhia foi desenvolvido para fornecer informa\u00e7\u00f5es precisas sobre a produ\u00e7\u00e3o de cada talh\u00e3o do canavial, com dados de toneladas de cana por hectare, hora ou at\u00e9 por variedade colhida. Para isso, o sistema utiliza c\u00e9lulas de carga como instrumento de medi\u00e7\u00e3o do peso da mat\u00e9ria-prima colhida e mensura tamb\u00e9m o fluxo de cana que passa pela esteira antes de ser lan\u00e7ada ao ve\u00edculo que faz o transporte da cana at\u00e9 a usina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO\u00a0software\u00a0utiliza a combina\u00e7\u00e3o desses dados, juntamente com informa\u00e7\u00f5es sobre a posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica obtida por equipamentos AFS de agricultura de precis\u00e3o, para a cria\u00e7\u00e3o do mapa de produtividade. Esse mapeamento permite ainda, no caso da varia\u00e7\u00e3o produtiva causada por pragas, tanto na planta como no solo, identificar a \u00e1rea exata que precisa de tratamento, trazendo economia na aplica\u00e7\u00e3o e evitando superdosagem em \u00e1reas saud\u00e1veis\u201d, detalha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O modelo oferecido pela John Deere, lan\u00e7ado em abril deste ano, realiza a mensura\u00e7\u00e3o da produtividade da colheita atrav\u00e9s de sensores localizados no elevador, que fazem a leitura do percentual de impureza vegetal e produtividade por hectare. Fabiana Franco, gerente de\u00a0Marketing\u00a0T\u00e1tico da John Deere, explica que os dados obtidos geram informa\u00e7\u00f5es, em tempo real, que possibilitam ao operador a realiza\u00e7\u00e3o de ajustes. Al\u00e9m das informa\u00e7\u00f5es em tempo real, que auxiliam na tomada de decis\u00f5es imediatas por parte do operador, o monitor de colheita fornece dados georreferenciados, gerando mapas de produtividade e outros relat\u00f3rios que auxiliar\u00e3o no planejamento de cada talh\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com esses mapas e relat\u00f3rios em m\u00e3os,\u00a0\u00e9\u00a0poss\u00edvel obter informa\u00e7\u00f5es para tomada de decis\u00e3o de manejo agron\u00f4mico, como o uso de taxa vari\u00e1vel ou a necessidade de renova\u00e7\u00e3o do canavial. Al\u00e9m disso,\u00a0\u00e9 poss\u00edvel\u00a0avaliar resultados de a\u00e7\u00f5es de manejo realizadas anteriormente. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s a\u00e7\u00f5es operacionais, os dados poder\u00e3o\u00a0auxiliar no melhor gerenciamento de frentes de colheita, an\u00e1lise de desempenho de operadores, dentre outras a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO principal diferencial da tecnologia \u00e9 o sistema de leitura feito via sensores \u00f3ticos, que tem a capacidade de diferenciar a massa de cana e palhi\u00e7o. Isso traz mais acur\u00e1cia, quando comparado ao sistema existente hoje no mercado, que tem por base dados oriundos de balan\u00e7as instaladas no elevador. Essas balan\u00e7as, al\u00e9m de n\u00e3o possibilitarem a separa\u00e7\u00e3o de cana, impurezas vegetais e impurezas minerais, por estarem situadas nos elevadores, est\u00e3o sujeitas a vibra\u00e7\u00e3o e choque do elevador com o transbordo, o que aumenta ainda mais a imprecis\u00e3o do sistema\u201d, destaca Fabiana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando a import\u00e2ncia das informa\u00e7\u00f5es fornecidas pelo monitor de colheita para o planejamento e manejo agron\u00f4mico, a John Deere oferece a tecnologia tanto nas m\u00e1quinas produzidas a partir de novembro de 2017 quanto como item opcional, e tamb\u00e9m como kit, que pode ser adquirido para instala\u00e7\u00e3o em m\u00e1quinas modelo CH que j\u00e1 est\u00e3o no campo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Usina S\u00e3o Manoel, localizada no Estado de S\u00e3o Paulo foi a \u00fanica, at\u00e9 o momento, a testar o projeto da John Deere. De acordo com Bruno Pav\u00e3o De Assis, gestor de Tecnologia Agr\u00edcola, Topografia, Geoprocessamento e Desenvolvimento Operacional de Implementos da unidade, tr\u00eas colhedoras modelo CH570 foram equipadas com os monitores de produtividade, que foi analisado sob duas vertentes: o mapeamento da produtividade colhida de cada \u00e1rea onde a m\u00e1quina trabalhou e o sensoriamento detalhado quanto a quantidade de impureza vegetal por unidade de carregamento (transbordo).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO conhecimento da variabilidade do canavial em rela\u00e7\u00e3o a sua produ\u00e7\u00e3o abre portas para novas conclus\u00f5es e, consequentemente, novas a\u00e7\u00f5es a serem tomadas. Desta forma, \u00e9 poss\u00edvel fomentar v\u00e1rias estrat\u00e9gias agr\u00edcolas como, melhor planejamento agr\u00edcola, nutri\u00e7\u00e3o em taxa vari\u00e1vel,\u00a0planejamento de variedades, CTT e replantio de canavial. Foi poss\u00edvel conciliar esses dados extra\u00eddos do campo e utiliz\u00e1-los em uma base de geoprocessamento para a tomada de decis\u00e3o. Atrav\u00e9s do alinhamento das informa\u00e7\u00f5es obtidas com o sistema desenvolvido, ficamos mais perto de chegar a n\u00fameros de excel\u00eancia em produtividade e qualidade da mat\u00e9ria-prima para moagem, tornando-nos sempre mais competitivos e com alta qualidade operacional.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As m\u00e1quinas realizaram os levantamentos at\u00e9 o fim da safra 2016. Apesar de n\u00e3o divulgarem n\u00fameros, a Usina S\u00e3o Manoel confirma os ganhos. \u201cExistem estudos de que algumas informa\u00e7\u00f5es a mais como \u00e1rea colhida, rendimento de colheita e outros aspectos possam atribuir maiores ganhos tamb\u00e9m, mas n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ser afirmado, pois n\u00e3o utilizamos esses dados para compila\u00e7\u00e3o de estudos ou relat\u00f3rios conclusivos\u201d, afirmou Assis.<a id=\"x.261236\"><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paulo S\u00e9rgio Graziano Magalh\u00e3es, engenheiro agr\u00edcola e professor na Feagri\/Unicamp (Faculdade de Engenharia Agr\u00edcola da Universidade Estadual de Campinas), ao analisar v\u00eddeos das tecnologias das fabricantes de colhedoras de cana a pedido da revista RPAnews, concluiu que os monitores de produtividade apresentados por ambas se diferem no princ\u00edpio de medi\u00e7\u00e3o da biomassa em fun\u00e7\u00e3o do deslocamento da colhedora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Case, a determina\u00e7\u00e3o da massa colhida \u00e9 realizada por c\u00e9lula de carga e na John Deere por m\u00e9todo indireto, atrav\u00e9s de imagem capturadas por c\u00e2meras instaladas no elevador da colhedora. \u201cO princ\u00edpio utilizado pela Case j\u00e1 est\u00e1 consagrado no mercado e outros monitores de produtividade o utilizam. Apresenta limita\u00e7\u00f5es em sua aplica\u00e7\u00e3o devido as vibra\u00e7\u00f5es da colhedora, que podem ser reduzidos atrav\u00e9s de filtros (f\u00edsicos ou digitais) que eliminam as frequ\u00eancias de vibra\u00e7\u00e3o indesejadas. A determina\u00e7\u00e3o exata da massa em fun\u00e7\u00e3o da \u00e1rea depende de outros sensores tamb\u00e9m, como a velocidade de deslocamento da colhedora, da velocidade do elevador de talisca e inclina\u00e7\u00e3o do elevador em rela\u00e7\u00e3o ao plano horizontal\u201d, adiciona.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 o monitor de produtividade da John Deere baseia-se em um princ\u00edpio totalmente novo para este tipo de monitor, que \u00e9 um sistema de c\u00e2meras que geram imagens 3D e permitem calcular o volume de cana que est\u00e1 sendo colhido. Segundo Magalh\u00e3es, este princ\u00edpio j\u00e1 foi testado em outros segmentos com sucesso, como em determina\u00e7\u00e3o de peso em peixes ou o volume de baga\u00e7o nas pilhas existentes no p\u00e1tio das usinas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAssim como o monitor da Case para o c\u00e1lculo da biomassa colhida, ele depende da velocidade da esteira, mas n\u00e3o do conhecimento da inclina\u00e7\u00e3o do elevador. Ambas, assim como todos os monitores de produtividade para gr\u00e3os, dependem de calibra\u00e7\u00e3o inicial para seu funcionamento preciso. O monitor da John Deere depende ainda das condi\u00e7\u00f5es do canavial, podendo a calibra\u00e7\u00e3o ser afetada em fun\u00e7\u00e3o da densidade da cana, j\u00e1 que estima o peso em fun\u00e7\u00e3o do volume de forma indireta\u201d, opina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na an\u00e1lise de Guilherme Martineli Sanches, l\u00edder do N\u00facleo Agricultura de Precis\u00e3o na Divis\u00e3o Agr\u00edcola do Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), ambas as tecnologias podem ter sucesso na mensura\u00e7\u00e3o da produtividade agr\u00edcola da cana, no entanto, esfor\u00e7os devem ser empregados para tornar as tecnologias robustas e confi\u00e1veis para aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAcredito que para isso a coopera\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de m\u00e1quinas com os centros de pesquisa e os produtores s\u00e3o fundamentais para o sucesso. Apesar do monitoramento da produtividade em gr\u00e3os estar mais avan\u00e7ado, percebo uma constante preocupa\u00e7\u00e3o das fabricantes de m\u00e1quinas para tornar os monitores de produtividade uma realidade cada vez mais presente nas colhedoras de cana, podendo ser um grande diferencial para vendas no mercado. O cen\u00e1rio atual \u00e9 muito diferente de cinco a dez anos atr\u00e1s, onde o monitor de produtividade para cana era fabricado por uma \u00fanica empresa no Brasil, que n\u00e3o era nem do ramo de m\u00e1quinas agr\u00edcolas.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muito antes das fabricantes de m\u00e1quinas agr\u00edcolas, a Feagri\/Unicamp, j\u00e1 desenvolvia e patenteava um monitor de produtividade similar ao produto da Case. Segundo Magalh\u00e3es, o sistema, criado em 2005, \u00e9 baseado na determina\u00e7\u00e3o do peso da massa colhida, medido no elevador da colhedora, utilizando sensores que medem a velocidade da esteira e a inclina\u00e7\u00e3o do elevador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEste sistema difere no da Case pelo n\u00famero de c\u00e9lulas de carga que utiliza e pelo princ\u00edpio de opera\u00e7\u00e3o da balan\u00e7a que mede a biomassa. Esta patente est\u00e1 licenciada para a Enalta desde 2006, que oferece para o mercado o Simprocana, produto que pode ser instalado em qualquer colhedora nacional como um acess\u00f3rio. A Enalta j\u00e1 exporta estes monitores para a Col\u00f4mbia e outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Central h\u00e1 muitos anos. L\u00e1, eles v\u00eam sendo utilizados com \u00eaxito no monitoramento da colheita de cana e auxiliando no manejo da cultura, reduzindo perdas e melhorando a produtividade. V\u00e1rias usinas utilizam este monitor e aplicam o manejo diferenciado da cana em fun\u00e7\u00e3o dos resultados observados nos mapas de produtividade\u201d, revela.<\/p>\n<p class=\"pull-center\" style=\"text-align: justify;\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.revistarpanews.com.br\/images\/edicoes\/ed192\/monitor%20de%20produtividade%20box_opt.jpeg?resize=572%2C290&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"572\" height=\"290\" data-image-widget-flowlayout=\"1\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<table border=\"1\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"1\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>Ambas as tecnologias precisam de calibra\u00e7\u00e3o em campo para melhor aferi\u00e7\u00e3o da produtividade<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"1\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>CASE IH: utiliza o princ\u00edpio de fluxo m\u00e1ssico, mensurando a produtividade da cana por meio de c\u00e9lulas de carga instaladas no final do elevador da colhedora.<\/td>\n<td>JOHN DEERE:\u00a0utiliza o princ\u00edpio \u00f3tico, mensurando a produtividade por meio de imagens tratadas por algor\u00edtmos que convertem o volume de cana no elevador em uma massa (peso) conhecida. Este modelo mensura as impurezas vegetais, servindo como par\u00e2metro para tomada de decis\u00e3o em tempo real.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"1\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>Ambas as tecnologias t\u00eam como objetivo monitorar e gerar mapas de produtividade das lavouras de cana-de-a\u00e7\u00facar, por\u00e9m utilizam princ\u00edpios diferentes para tal<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>MANEJO MAIS ACERTIVO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ganho imediato do uso de monitores de produtividade em cana seria a possibilidade de identificar a variabilidade espacial presente na produtividade, o que permite averiguar a necessidade de manejo diferenciado ou mesmo renova\u00e7\u00e3o do canavial. Segundo Leandro M. Gimenez, doutor e professor do Departamento de Engenharia de Biossistemas da Esalq\/USP, o ac\u00famulo de mapas de produtividade ao longo de anos permitiria a identifica\u00e7\u00e3o de regi\u00f5es dentro de um mesmo talh\u00e3o com diferentes potenciais e que mereceriam manejos tamb\u00e9m distintos, melhorando a rentabilidade e reduzindo riscos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAtualmente, apesar de muitos avan\u00e7os, ainda se realizam pr\u00e1ticas de interven\u00e7\u00f5es localizadas sem checar efetivamente o benef\u00edcio. Mapas de produtividade permitem identificar a resposta detalhada a manejos realizados em taxa variada ou mesmo fixa. H\u00e1, naturalmente, um passo adicional que seria a estimativa da quantidade de a\u00e7\u00facar de modo localizado, no entanto, obter mapas acurados de biomassa j\u00e1 \u00e9 um grande avan\u00e7o\u201d, observa.<\/p>\n<figure class=\"image pull-left\" style=\"text-align: justify;\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.revistarpanews.com.br\/images\/edicoes\/ed192\/Guilherme_opt.jpeg?resize=241%2C162&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"241\" height=\"162\" \/><figcaption>Sanches: \u201c\u00c9 fato que existe variabilidade<br \/>\nna produ\u00e7\u00e3o de cana-de-a\u00e7\u00facar em<br \/>\npequenas escalas (metros) e a \u00fanica<br \/>\nmaneira de visualizar esta variabilidade<br \/>\ne tomar decis\u00f5es adequadas \u00e9 por meio<br \/>\ndos monitores de produtividade\u201d<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o professor da Feagri\/Unicamp, o monitor de produtividade ou o mapa por ele gerado sozinho n\u00e3o traz ganhos reais para o setor. \u00c9 necess\u00e1rio que a usina ou o produtor de cana estejam interessados em aplicar uma forma de manejo da sua cultura baseado no princ\u00edpio da Agricultura de Precis\u00e3o, onde a \u00e1rea \u00e9 manejada de acordo com a sua variabilidade espacial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cMais importante que obter um bom mapa de colheita de cana, \u00e9 saber o que fazer com ele. Saber decifrar as informa\u00e7\u00f5es que est\u00e3o contidas neste mapa e ter como meta o manejo considerando a variabilidade espacial da \u00e1rea nas diversas etapas de produ\u00e7\u00e3o, desde a determina\u00e7\u00e3o do ambiente de produ\u00e7\u00e3o, escolha da variedade, m\u00e9todo de plantio, quantidade de fertilizantes, at\u00e9 o n\u00famero de cortes. A ado\u00e7\u00e3o da Agricultura de Precis\u00e3o, como tem sido feita com os produtores de gr\u00e3os \u00e9 uma forma de manejo que pode trazer benef\u00edcios econ\u00f4micos e ambientais. Qualquer tecnologia que contribua para este prop\u00f3sito \u00e9 interessante e muito bem-vinda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sanches acredita que a partir do momento que esta tecnologia funcionar com alta qualidade e precis\u00e3o, os ganhos ser\u00e3o in\u00fameros. \u201cAssim como as diversas tecnologias de agricultura de precis\u00e3o est\u00e3o cada vez mais presentes nas lavouras de cana auxiliando o aumento da lucratividade agr\u00edcola, como \u00e9 o caso do piloto autom\u00e1tico, essa tecnologia ser\u00e1 mais uma que agregar\u00e1 valor \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, auxiliando na otimiza\u00e7\u00e3o dos recursos. E quem se adaptar e utilizar as novas tecnologias ter\u00e1 um diferencial.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PRECIS\u00c3O E CONHECIMENTO S\u00c3O DESAFIOS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o especialista em mecaniza\u00e7\u00e3o da Esalq, Luiz Geraldo Mialhe, um dos maiores desafios \u00e9 obter uma tecnologia que tenha precis\u00e3o na leitura da cana que entra na colhedora. \u201c\u00c9 um\u00a0avan\u00e7o na instrumenta\u00e7\u00e3o embarcada de colhedoras de cana, mas cuja precis\u00e3o depende principalmente do sensor de massa da mat\u00e9ria-prima colhida. Para colhedoras de gr\u00e3os, esse tipo de sensor demorou um bom tempo at\u00e9 atingir razo\u00e1vel confiabilidade. Antes de tudo, \u00e9 preciso saber qual o grau de precis\u00e3o do sensor de massa desenvolvido pela Case, ou seja, se ao indicar 1 tonelada de cana na esteira, l\u00e1 estar\u00e1 900 kg ou 1100 kg. Informa\u00e7\u00f5es que dependem de sensores de rota\u00e7\u00e3o, press\u00e3o de \u00f3leo e temperatura s\u00e3o mais facilmente operacionalizados em\u00a0dataloger\u00a0com resultados de maior precis\u00e3o. J\u00e1 nos sensores de massa (peso de material colhido) que extrapolam carga sobre placas sens\u00edveis, o ajuste de confiabilidade n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil assim. Espero que os t\u00e9cnicos da Case realmente tenham acertado no alvo!\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marco Ripoli, diretor de\u00a0Marketing\u00a0de Produto da Case IH para Am\u00e9rica Latina, concorda. O desafio \u00e9 realmente encontrar o mecanismo mais adequado e que proporcione precis\u00e3o na leitura da massa de cana que passa pelo elevador da colhedora. \u201cA Case IH foi a primeira empresa a trazer para o mercado este sistema, que est\u00e1 baseado em medir por meio de c\u00e9lulas de carga e algoritmos matem\u00e1ticos a quantidade de cana colhida.\u00a0 \u00c9 sabido que existem melhorias que podem ser trabalhadas para se reduzir cada vez mais as interfer\u00eancias no sistema. Al\u00e9m disso, vale lembrar que o monitor e seus perif\u00e9ricos devem operar em um ambiente de trabalho de extremas condi\u00e7\u00f5es, como regime de trabalho, calor, poeira, clima, vibra\u00e7\u00f5es da colhedora (quando em opera\u00e7\u00e3o), que s\u00e3o fatores que podem interferir na precis\u00e3o da leitura.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto o questionamento sobre a acur\u00e1cia da tecnologia, Ripoli responde que para a companhia a import\u00e2ncia da utiliza\u00e7\u00e3o do monitor de produtividade pelos clientes se d\u00e1 pela possibilidade de quantificar em toneladas por hectare os diferentes ambientes e potenciais produtivos da cana. \u201cEm uma an\u00e1lise estat\u00edstica, se comparando os dados obtidos pelo monitor de produtividade Case IH e uma imagem sat\u00e9lite de NDVI, obtivemos um R\u00b2= 0.84. Este valor se considera elevado, pois ao menos 84% dos dados de NDVI (\u00cdndice Verde Normalizado) estavam expressos pelo ambiente detectado e determinado pelo monitor de produtividade Case IH\u201d, destaca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Grandes grupos como Ra\u00edzen e S\u00e3o Martinho fazem uso da tecnologia e t\u00eam obtido ganhos. O maior deles, segundo Ripoli, \u00e9 a possibilidade de analisar a produ\u00e7\u00e3o de cana de cada talh\u00e3o do canavial atrav\u00e9s do monitor com o objetivo de determinar e identificar os diferentes ambientes de manejo para aplica\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel de insumos. \u201cJ\u00e1 para outro cliente, onde o sistema tamb\u00e9m foi instalado, o ganho real observado foi a possibilidade de leitura da varia\u00e7\u00e3o da produtividade da cana sobre uma \u00e1rea experimental de irriga\u00e7\u00e3o por gotejamento. Com o monitor de produtividade foi poss\u00edvel visualizar o efeito da aplica\u00e7\u00e3o de diferentes turnos de rega na produtividade da cana-de-a\u00e7\u00facar\u201d, revela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o professor da Feagri\/Unicamp a quest\u00e3o principal n\u00e3o \u00e9 o desenvolvimento ou efici\u00eancia do monitor, que j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel para o setor, e sim a falta de conhecimento de como utilizar as informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis no mapa de produtividade a favor da produ\u00e7\u00e3o de cana-de-a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAs usinas e fornecedores de cana enfrentam hoje tantos problemas durante a colheita como perdas, falta de capacidade operacional, dificuldades em colher cana tombada, limita\u00e7\u00f5es no n\u00famero de linhas colhidas simultaneamente, arranquio de soqueira, controle da altura do corte de base e tantos outros, que o monitoramento e a an\u00e1lise do mapa de produtividade de um talh\u00e3o passa a ser um problema secund\u00e1rio. Este cen\u00e1rio se diverge muito dos produtores de gr\u00e3os que j\u00e1 t\u00eam dispon\u00edvel colhedoras muito mais sofisticadas, com plataformas de corte largas, colhendo v\u00e1rias linhas simultaneamente, com n\u00edveis de perdas baix\u00edssimos, controle da abertura do cilindro c\u00f4ncavo em fun\u00e7\u00e3o da umidade do gr\u00e3o auto ajust\u00e1vel etc. Para este produtor, o mapa de produtividade se torna uma ferramenta importante, que pode ajudar a melhorar a sua produtividade e rentabilidade\u201d, conclui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os monitores de produtividade em cana s\u00e3o uma realidade cada vez mais necess\u00e1ria. O que se espera agora, \u00e9 que em um futuro pr\u00f3ximo usinas e produtores de cana consigam mensurar a produtividade com alta qualidade. Apesar de ainda pouco disseminada no Brasil, esta tecnologia apresenta casos de sucesso em pa\u00edses como Col\u00f4mbia, onde s\u00e3o utilizados como ferramenta de gerenciamento e manejo das lavouras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAcredito que a vis\u00e3o dos produtores de cana est\u00e1 mudando a respeito das tecnologias de agricultura de precis\u00e3o. \u00c9 fato que existe variabilidade na produ\u00e7\u00e3o de cana-de-a\u00e7\u00facar em pequenas escalas (metros) e a \u00fanica maneira de visualizar esta variabilidade e tomar decis\u00f5es adequadas \u00e9 por meio dos monitores de produtividade\u201d, garante o l\u00edder do N\u00facleo Agricultura de Precis\u00e3o na Divis\u00e3o Agr\u00edcola do CTBE.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RPANews, 28 de agosto\/2017 Mais importante do que obter um bom mapa de colheita de cana, \u00e9 saber decifrar as informa\u00e7\u00f5es que nele est\u00e3o contidas e ter como meta um&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1163,1224],"tags":[],"class_list":["post-17385","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-clipping-cnpem","category-clipping-lnbr","category-1163","category-1224","description-off"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Monitor de produtividade: como us\u00e1-lo a favor do seu canavial? 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