{"id":15163,"date":"2016-10-26T13:35:06","date_gmt":"2016-10-26T13:35:06","guid":{"rendered":"https:\/\/cnpem.staging.wpengine.com\/?p=15163"},"modified":"2026-03-02T16:06:19","modified_gmt":"2026-03-02T19:06:19","slug":"cobaias-dao-lugar-a-nova-geracao-de-celulas-em-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/cobaias-dao-lugar-a-nova-geracao-de-celulas-em-pesquisa\/","title":{"rendered":"Cobaias d\u00e3o lugar \u00e0 nova gera\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas em pesquisa"},"content":{"rendered":"<p><em>O Estado de S. Paulo em 23\/10\/2016<\/em><\/p>\n<p><strong>LINK<\/strong>:\u00a0<a href=\"https:\/\/ciencia.estadao.com.br\/noticias\/geral,cobaias-dao-lugar-a-nova-geracao-de-celulas-em-pesquisa,10000083814\">https:\/\/ciencia.estadao.com.br\/noticias\/geral,cobaias-dao-lugar-a-nova-geracao-de-celulas-em-pesquisa,10000083814<\/a><\/p>\n<p><strong>Herton Escobar<\/strong><\/p>\n<p>Talita Marin recebe os visitantes em seu laborat\u00f3rio mostrando o que parece ser um pontinho preto na ponta de uma agulha. Nada muito impressionante; at\u00e9 ela dizer: \u201cEsse aqui \u00e9 um cora\u00e7\u00e3o\u201d. N\u00e3o um cora\u00e7\u00e3o completo, com \u00e1trios e ventr\u00edculos, mas uma esfera de c\u00e9lulas card\u00edacas humanas, que os cientistas buscam transformar em uma alternativa ao uso de animais para teste e pesquisa de medicamentos.<\/p>\n<div id=\"attachment_15164\" style=\"width: 620px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-15164\" class=\"size-full wp-image-15164\" src=\"https:\/\/cnpem.staging.wpengine.com\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Foto-Estadao-Gabriela-Bil\u00f3.jpg\" alt=\"FOTO: Gabriela Bil\u00f3 \/ ESTAD\u00c3O\" width=\"610\" height=\"407\" srcset=\"https:\/\/cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Foto-Estadao-Gabriela-Bil\u00f3.jpg 610w, https:\/\/cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Foto-Estadao-Gabriela-Bil\u00f3-600x400.jpg 600w, https:\/\/cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Foto-Estadao-Gabriela-Bil\u00f3-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 610px) 100vw, 610px\" \/><p id=\"caption-attachment-15164\" class=\"wp-caption-text\">FOTO: Gabriela Bil\u00f3 \/ ESTAD\u00c3O<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cTudo o que a gente faz com camundongos, a gente quer fazer com esses organoides\u201d, explica Talita, pesquisadora do Laborat\u00f3rio Nacional de Bioci\u00eancias (LNBio), em Campinas.<\/p>\n<p>Dentro de uma estufa, mantida sempre a 37\u00baC \u2013 a temperatura do corpo humano \u2013, v\u00e1rias cardioesferas como aquela s\u00e3o encubadas em placas, interligadas por um sistema circulat\u00f3rio artificial a organoides de f\u00edgado ou intestino. A placa \u00e9 conectada a uma bomba perist\u00e1ltica, que faz o fluido dentro dela circular de um compartimento a outro, ao ritmo de 60 batimentos por minuto \u2013 equivalente a um pulso humano.<\/p>\n<p>Para testar uma subst\u00e2ncia, basta injet\u00e1-la na placa, como se fosse uma inje\u00e7\u00e3o numa pessoa. A tecnologia, alem\u00e3, \u00e9 conhecida como chip de \u00f3rg\u00e3os, ou \u201cser humano num chip\u201d.<\/p>\n<p>\u201cQueremos chegar o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel de um ser humano in vitro\u201d, diz o gerente de desenvolvimento de f\u00e1rmacos do LNBio e coordenador do projeto, Eduardo Pagani.<\/p>\n<p>Ainda h\u00e1 um longo caminho a percorrer nesse sentido, mas, para Pagani e muitos outros cientistas, j\u00e1 \u00e9 um caminho sem volta. Passados tr\u00eas anos da invas\u00e3o do Instituto Royal, em 18 de outubro de 2013, a busca por m\u00e9todos alternativos, capazes de reduzir ou substituir o uso de animais em laborat\u00f3rio, \u00e9 hoje uma atividade consolidada na ci\u00eancia brasileira.<\/p>\n<p>Todos os m\u00e9todos alternativos validados mundialmente j\u00e1 foram aprovados para uso no Pa\u00eds pelo Conselho Nacional de Controle de Experimenta\u00e7\u00e3o Animal (Concea). S\u00e3o 24, incluindo o uso de c\u00e9lulas em cultura para testes de toxicidade, potencial corrosivo e outras propriedades de subst\u00e2ncias candidatas a f\u00e1rmacos ou cosm\u00e9ticos.<\/p>\n<p>Por enquanto, o uso \u00e9 facultativo, para dar tempo de os laborat\u00f3rios se capacitarem; mas a partir de 2019, eles passam a ser obrigat\u00f3rios. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) tem um edital em andamento para investir mais R$ 1,1 milh\u00e3o na pesquisa de m\u00e9todos alternativos no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cO que era o patinho feio, virou consenso. Todos n\u00f3s queremos a mesma coisa\u201d, diz Pagani, referindo-se a ativistas, cientistas, \u00f3rg\u00e3os reguladores e ind\u00fastria farmac\u00eautica.<\/p>\n<p>\u201cMuita coisa avan\u00e7ou. Entramos num c\u00edrculo virtuoso que n\u00e3o tem mais volta\u201d, diz o bioqu\u00edmico Jos\u00e9 Mauro Granjeiro, pesquisador s\u00eanior do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e ex-presidente do Concea.<\/p>\n<p><strong>Desafios.\u00a0<\/strong>Em todo o mundo, os esfor\u00e7os nessa \u00e1rea s\u00e3o guiados pelo \u201cprinc\u00edpio dos 3 Rs\u201d, que em ingl\u00eas referem-se a Replacement\u00a0(Substitui\u00e7\u00e3o), Reduction (Redu\u00e7\u00e3o) e Refinement\u00a0(Refinamento).<\/p>\n<p>As estrat\u00e9gias diferem para cada meta, mas o objetivo final \u00e9 o mesmo: diminuir o n\u00famero de animais usados em pesquisa cient\u00edfica. No Brasil, esse n\u00famero est\u00e1 em torno de 900 mil por ano, segundo dados do Concea. Na Uni\u00e3o Europeia, passa de 11 milh\u00f5es, dos quais 60% s\u00e3o camundongos. Os Estados Unidos n\u00e3o mant\u00eam estat\u00edsticas.<\/p>\n<p>O grande desafio da substitui\u00e7\u00e3o \u00e9 garantir que esses m\u00e9todos alternativos deem uma resposta t\u00e3o robusta e confi\u00e1vel quanto os testes-padr\u00e3o feitos com animais. No caso dos cosm\u00e9ticos, essa transi\u00e7\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 bem madura. Testes agressivos de irritabilidade e toxicidade, antes feitos em animais, agora s\u00e3o feitos em culturas de c\u00e9lulas ou peles humanas \u201cartificiais\u201d, produzidas em laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>No caso dos medicamentos e vacinas, a substitui\u00e7\u00e3o \u00e9 mais complicada, pois a quantidade e a complexidade dos testes necess\u00e1rios \u00e9 muito maior. Nesse caso, aposta-se principalmente na redu\u00e7\u00e3o e no refinamento.<\/p>\n<p>Assim como os animais s\u00e3o usados como uma \u201cpeneira\u201d, para evitar que compostos perigosos (ou in\u00fateis) sejam testados em seres humanos, tecnologias est\u00e3o sendo desenvolvidas para retribuir o favor, peneirando as mol\u00e9culas in vitro \u2013 ou in silico: em computadores \u2013 antes de test\u00e1-las nos animais.<\/p>\n<p>\u00c9 o caso do \u201cchip de \u00f3rg\u00e3os\u201d do LNBio, que \u00e9 um dos tr\u00eas laborat\u00f3rios centrais da Rede Nacional de M\u00e9todos Alternativos (Renama), do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia, Inova\u00e7\u00f5es e Comunica\u00e7\u00f5es (MCTIC).<\/p>\n<p>\u201cTudo que for candidato a f\u00e1rmaco vai ser testado primeiro nesse chip\u201d, aposta Talita. O uso dos organoides num sistema integrado, segundo ela, aumenta o valor preditivo dos testes, em compara\u00e7\u00e3o com as culturas de c\u00e9lulas tradicionais, isoladas em placas.<\/p>\n<p>\u201cAssim eu s\u00f3 mando para ser testado em animais aquilo que for realmente promissor\u201d, explica Pagani. \u201cTem muita coisa testada em animais que \u00e9 invi\u00e1vel. Se a gente souber que ela \u00e9 invi\u00e1vel antes, evitamos testes desnecess\u00e1rios.\u201d<\/p>\n<p><strong>Modelo animal.\u00a0<\/strong>O desenvolvimento de m\u00e9todos alternativos \u00e9 bem-vindo pela maioria dos cientistas, mas poucos acreditam que eles poder\u00e3o substituir por completo os modelos animais.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o tem como simular toda a complexidade de um organismo numa cultura de c\u00e9lulas ou num computador\u201d, diz o imunologista Jean Pierre Peron, do Instituto de Ci\u00eancias Biom\u00e9dicas da Universidade de S\u00e3o Paulo, respons\u00e1vel pelos experimentos com camundongos que ajudaram a comprovar, no in\u00edcio deste ano, uma rela\u00e7\u00e3o causal entre o v\u00edrus da zika e m\u00e1s-forma\u00e7\u00f5es no c\u00e9rebro de beb\u00eas.<\/p>\n<p>A resposta da ci\u00eancia \u00e0 epidemia de zika \u00e9 um bom exemplo da complementaridade dos testes in vitro (com c\u00e9lulas) e in vivo (com animais). As primeiras evid\u00eancias concretas de que o v\u00edrus interferia no desenvolvimento do sistema nervoso vieram de estudos in vitro com organoides celulares \u2013 conhecidos como \u201cminic\u00e9rebros\u201d \u2013, mas a prova definitiva s\u00f3 veio mesmo com a reprodu\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno em camundongos.<\/p>\n<p>Peron injetou o v\u00edrus em f\u00eameas prenhas e observou que parte dos seus filhotes nascia com m\u00e1s-forma\u00e7\u00f5es no c\u00e9rebro semelhantes \u00e0s de beb\u00eas humanos com microcefalia. \u201cComo \u00e9 que voc\u00ea vai demonstrar isso sem o modelo animal? N\u00e3o tem como\u201d, argumenta o cientista.<\/p>\n<p>Os organoides s\u00e3o um avan\u00e7o importante, tanto para teste de medicamentos quanto para pesquisa b\u00e1sica de doen\u00e7as, \u201cmas h\u00e1 situa\u00e7\u00f5es em que o modelo animal vai ser mesmo indispens\u00e1vel\u201d, avalia o pesquisador Stevens Rehen, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Instituto D\u2019Or de Pesquisa e Ensino, que foi o primeiro a mostrar que o v\u00edrus da zika era capaz de matar neur\u00f4nios \u2013 usando \u201cminic\u00e9rebros\u201d. \u201cN\u00e3o vejo substitui\u00e7\u00e3o total, mas o avan\u00e7o dos m\u00e9todos alternativos nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas ser\u00e1 enorme\u201d, diz Jos\u00e9 Mauro Granjeiro, do Inmetro.<\/p>\n<p><strong>Repercuss\u00e3o:<\/strong> <a href=\"https:\/\/istoe.com.br\/cobaias-dao-lugar-a-nova-geracao-de-celulas-em-pesquisa\/\">Isto\u00c9<\/a>; <a href=\"https:\/\/anda.jusbrasil.com.br\/noticias\/399569709\/animais-explorados-como-cobaias-dao-lugar-a-nova-geracao-de-celulas-em-pesquisa\">ANDA Jusbrasil<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr\u00eas anos ap\u00f3s a invas\u00e3o ao Instituto Royal, a busca por novos m\u00e9todos para testes de medicamentos \u00e9 atividade consolidada no Pa\u00eds<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1163,179,1164],"tags":[],"class_list":["post-15163","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-clipping-cnpem","category-clipping-lnbio","category-noticia-home","category-1163","category-179","category-1164","description-off"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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