{"id":15053,"date":"2016-10-05T20:52:00","date_gmt":"2016-10-05T20:52:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cnpem.staging.wpengine.com\/?p=15053"},"modified":"2022-11-10T16:03:10","modified_gmt":"2022-11-10T19:03:10","slug":"producao-brasileira-de-cana-de-acucar-e-mais-limpa-do-que-se-imaginava","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/producao-brasileira-de-cana-de-acucar-e-mais-limpa-do-que-se-imaginava\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o brasileira de cana-de-a\u00e7\u00facar \u00e9 mais limpa do que se imaginava"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/16863263\/producao-brasileira-de-cana-de-acucar-e-mais-limpa-do-que-se-imaginava\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Embrapa<\/a>, 04\/10\/2016<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O cultivo de cana-de-a\u00e7\u00facar no Brasil impacta menos o meio ambiente do que se imaginava. Uma pesquisa apresentada no V Congresso Brasileiro de Gest\u00e3o em Ciclo de Vida, realizado de 19 a 22 de setembro, em Fortaleza (CE), demonstrou que a produ\u00e7\u00e3o da segunda mais importante <em>commodity<\/em> brasileira \u00e9 mais limpa do que apontavam estudos internacionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pesquisa utiliza a metodologia de Avalia\u00e7\u00e3o de Ciclo de Vida de Produtos (ACV), uma ferramenta que permite avaliar o desempenho ambiental de produtos ao longo de todo o seu ciclo de vida. Trata-se de uma metodologia com forte base cient\u00edfica e reconhecida internacionalmente, padronizada pela s\u00e9rie de normas ISO 14040.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em compara\u00e7\u00e3o com invent\u00e1rios de ACV de cana-de-a\u00e7\u00facar anteriores, os pesquisadores brasileiros observaram menores impactos em categorias como ecotoxicidade terrestre e aqu\u00e1tica, forma\u00e7\u00e3o de oxidantes fotoqu\u00edmicos (ou &#8220;n\u00e9voa fotoqu\u00edmica&#8221;) e degrada\u00e7\u00e3o da camada de oz\u00f4nio. Esses impactos t\u00eam efeitos negativos na qualidade dos ecossistemas e na sa\u00fade humana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Os pesquisadores caracterizaram o sistema de produ\u00e7\u00e3o de cana-de-a\u00e7\u00facar de todas as regi\u00f5es produtoras brasileiras e utilizaram para os c\u00e1lculos de emiss\u00f5es as metodologias mais recentes com ajustes para a realidade local. O trabalho foi desenvolvido pelo projeto ACV cana, coordenado pela Embrapa, com a participa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios parceiros, como o Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Bioetanol (CTBE).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0A pesquisadora Mar\u00edlia Ieda da Silveira Folegatti Matsuura, da Embrapa Meio Ambiente (SP), respons\u00e1vel pela pesquisa, salienta que esse foi o primeiro estudo completo e regionalizado de ACV para a cultura. &#8220;Existem v\u00e1rios grupos brasileiros que abordam quest\u00f5es como efici\u00eancia energ\u00e9tica e emiss\u00f5es de gases de efeito estufa, mas n\u00e3o avaliam outras categorias de impacto e nunca se adotou uma abordagem regional&#8221;, salienta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os invent\u00e1rios de ACV de cana-de-a\u00e7\u00facar brasileira existentes at\u00e9 o momento na maior base de dados internacional, a Ecoinvent, foram desenvolvidos no exterior por especialistas que n\u00e3o tiveram contato direto com a agricultura brasileira e utilizaram dados secund\u00e1rios dispon\u00edveis na literatura. Por este motivo, segundo a pesquisadora, os estudos n\u00e3o refletiam as especificidades da cultura canavieira brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O maior desafio dos pesquisadores brasileiros foi elaborar um invent\u00e1rio de ACV observando a atual realidade dos sistemas de produ\u00e7\u00e3o praticados no Pa\u00eds e, mais que isso, adaptar a metodologia \u00e0 agricultura tropical. &#8220;Sempre que se faz um invent\u00e1rio, qualquer emiss\u00e3o para o meio ambiente \u00e9 calculada por um modelo, mas esses modelos foram todos criados para pa\u00edses de clima temperado com realidade completamente diferente da nossa agricultura tropical&#8221;, explica Mar\u00edlia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela lembra que o invent\u00e1rio de cana-de-a\u00e7\u00facar existente na Ecoinvent considerava que o Brasil ainda praticava a queima da cana na maior parte da \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o no Pa\u00eds, o que j\u00e1 n\u00e3o ocorre. &#8220;Conseguimos, de fato, definir as tecnologias de produ\u00e7\u00e3o adotadas nas diferentes regi\u00f5es do Pa\u00eds, incluindo as pr\u00e1ticas de colheita mecanizada ou manual, precedida por queima&#8221;, diz. Esse aspecto apresenta repercuss\u00f5es em categorias de impactos que afetam a sa\u00fade humana, como emiss\u00e3o de material particulado, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra discrep\u00e2ncia entre os estudos que utilizam os invent\u00e1rios da Ecoinvent e o realizado pela Embrapa refere-se \u00e0 ecotoxicidade. Nos estudos derivados dos invent\u00e1rios j\u00e1 presentes na base consideravam o uso de pesticidas altamente t\u00f3xicos que j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o utilizados no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para realizar o projeto, os pesquisadores dividiram os estados produtores em nove regi\u00f5es homog\u00eaneas, em fun\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de clima e solo. O Estado de S\u00e3o Paulo, que responde por metade da produ\u00e7\u00e3o nacional, tamb\u00e9m foi subdividido em cinco regi\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O projeto envolveu experimenta\u00e7\u00e3o a campo e medi\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o de gases de efeito estufa em condi\u00e7\u00e3o experimental. Assim, os pesquisadores chegaram a fatores de emiss\u00e3o mais adequados que o padr\u00e3o recomendado pelo Painel Intergovernamental para Mudan\u00e7a do Clima (IPCC), a refer\u00eancia mundial para estudos de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. &#8220;A pr\u00f3pria documenta\u00e7\u00e3o do IPCC diz que, caso haja uma metodologia mais espec\u00edfica para o Pa\u00eds, desde que consolidada e robusta, pode ser preferida ao padr\u00e3o do IPCC. O projeto ACV Cana trabalhou exatamente com esta quest\u00e3o&#8221;, salienta a pesquisadora.<\/p>\n<p><strong>Impacto dos pesticidas<\/strong><\/p>\n<p>Outro avan\u00e7o obtido com o estudo foi a avalia\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de pesticidas. A maioria dos grupos de pesquisa observa quest\u00f5es como desempenho energ\u00e9tico e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, mas ignora um conjunto de categorias de impactos relacionados \u00e0 toxicidade. &#8220;O emprego de pesticidas na cultura de cana era muito pouco estudado, porque os modelos para entender esse comportamento eram bastante complexos&#8221;, conta a pesquisadora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Como solu\u00e7\u00e3o, a equipe estabeleceu parceria com a Universidade T\u00e9cnica da Dinamarca (DTU) que desenvolveu um software espec\u00edfico para modelagem de pesticidas, o PestLCI. O pesquisador Robson Rolland Monticelli Barizon, da Embrapa Meio Ambiente, coordenou a pesquisa que resultou na parametriza\u00e7\u00e3o do software para o Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mar\u00edlia Folegatti explica que esse software modela o comportamento de pesticidas no meio ambiente, observando o que ocorre com a subst\u00e2ncia em diversas condi\u00e7\u00f5es, pois fra\u00e7\u00f5es de pesticidas podem alcan\u00e7ar diferentes compartimentos ambientais, como \u00e1guas superficiais e subterr\u00e2neas e o solo. &#8220;Como voc\u00ea calcula essas fra\u00e7\u00f5es? Esse modelo faz esse c\u00e1lculo, baseado em informa\u00e7\u00f5es sobre clima, solo, natureza qu\u00edmica da mol\u00e9cula, todo um conjunto de informa\u00e7\u00f5es que se n\u00e3o for adequado para a nossas condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o representar\u00e1 o que de fato acontece&#8221;, explica.<\/p>\n<p><strong>Metodologia contribui para agricultura mais limpa<\/strong><\/p>\n<p>A ACV pode contribuir para a promo\u00e7\u00e3o de uma agricultura mais limpa e para a defesa dos produtos agr\u00edcolas brasileiros no mercado internacional. A metodologia \u00e9 empregada em v\u00e1rios pa\u00edses para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas. Tamb\u00e9m \u00e9 largamente utilizada pelo setor privado, no desenvolvimento de produtos e processos e de estrat\u00e9gias de neg\u00f3cios, bem como na comunica\u00e7\u00e3o sobre aspectos ambientais de produtos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A inten\u00e7\u00e3o dos pesquisadores brasileiros \u00e9 fornecer os invent\u00e1rios produzidos sobre cana-de-a\u00e7\u00facar para o banco nacional de invent\u00e1rios de ciclo de vida (SICV Brasil) e para a Ecoinvent, ambos parceiros da Embrapa. &#8220;Se algu\u00e9m quiser comparar o etanol de cana brasileiro com o etanol de milho americano, por exemplo, vai procurar invent\u00e1rios em bases de dados como essas. Isso \u00e9 um apoio para a competitividade da nossa produ\u00e7\u00e3o&#8221;, explica Mar\u00edlia Folegatti.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com a especialista, a avalia\u00e7\u00e3o dos impactos da cana-de-a\u00e7\u00facar era uma demanda importante e outros pa\u00edses j\u00e1 olhavam para a cana brasileira e estavam gerando pesquisas. &#8220;A cana brasileira, assim como a soja, s\u00e3o duas culturas extremamente visadas por conta da suposta competi\u00e7\u00e3o entre biocombust\u00edveis e alimentos&#8221;. Mar\u00edlia esclarece que o estudo possibilita a identifica\u00e7\u00e3o dos pontos cr\u00edticos do processo de produ\u00e7\u00e3o, indicando oportunidades de melhorias no desempenho ambiental.<\/p>\n<p><strong>Embrapa apresentou 20 trabalhos sobre ACV em congresso<\/strong><\/p>\n<p>O estudo apresentado pela pesquisadora Mar\u00edlia Folegatti Matsuura foi um dos 20 artigos da Embrapa apresentados no V Congresso Brasileiro de Gest\u00e3o em Ciclo de Vida. O evento foi promovido pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Ciclo de Vida e organizado pela Embrapa, pelo Instituto Brasileiro de Informa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancia e Tecnologia (IBICT) e pela Universidade Tecnol\u00f3gica Federal do Paran\u00e1 (UTFPR). Um p\u00fablico de 150 pesquisadores, representantes de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e empresas participaram desta edi\u00e7\u00e3o, com 120 trabalhos apresentados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mar\u00edlia lidera uma rede de pesquisa em ACV na Embrapa. Al\u00e9m de cerca de 20 projetos na \u00e1rea de ACV na Empresa, existem muitos outros com temas correlatos, como emiss\u00e3o de gases do efeito estufa e balan\u00e7o de carbono. Conforme a pesquisadora, h\u00e1 um conjunto de projetos aplicando a ACV tanto no desenvolvimento tecnol\u00f3gico quanto na avalia\u00e7\u00e3o de <em>commodities<\/em> e produtos de exporta\u00e7\u00e3o. Uma cadeia trabalhada pela AVC na regi\u00e3o Nordeste \u00e9 a fruticultura voltada para exporta\u00e7\u00e3o, haja vista que os principais mercados consumidores desses produtos j\u00e1 exigem a avalia\u00e7\u00e3o do ciclo de vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Ladislau Martin Neto, que participou da abertura do Congresso, considera o tema fundamental e elogiou o fato de o evento ocorrer fora do eixo Sul-Sudeste e frisou a import\u00e2ncia de considerar as caracter\u00edsticas regionais na pesquisa. &#8220;A agropecu\u00e1ria \u00e9 uma ind\u00fastria com especificidades que demandam estudos, pesquisas e referenciais com m\u00e9tricas pr\u00f3prias para a nossa regi\u00e3o&#8221;, declarou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com Maria Cl\u00e9a Figueiredo, coordenadora geral do Congresso e pesquisadora da Embrapa Agroind\u00fastria Tropical (CE), o evento buscou trazer um olhar para o Brasil. &#8220;A ACV precisa receber uma inje\u00e7\u00e3o de energia mais tropical. Muitas adapta\u00e7\u00f5es precisam ser feitas em m\u00e9todos, e as pol\u00edticas de incentivo precisam ser diferenciadas. Tudo isso precisa ser pensado para o Brasil, e um grande passo nesse sentido foi dado pelo Programa Brasileiro de ACV&#8221;, argumenta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embrapa, 04\/10\/2016 O cultivo de cana-de-a\u00e7\u00facar no Brasil impacta menos o meio ambiente do que se imaginava. 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