{"id":1279,"date":"2010-06-06T11:42:08","date_gmt":"2010-06-06T11:42:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnpem.staging.wpengine.com\/?p=1279"},"modified":"2026-03-03T10:19:54","modified_gmt":"2026-03-03T13:19:54","slug":"estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\/","title":{"rendered":"Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p><em>06\/06\/2010, Estado de S.Paulo<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o Pesquisa mostra como bact\u00e9rias poderiam resistir com facilidade a uma viagem interplanet\u00e1ria, agarradas a micrometeoritos Quantos escudos protetores voc\u00ea precisaria para sobreviver a uma viagem interplanet\u00e1ria de milh\u00f5es de anos, agarrado a um peda\u00e7o de rocha, congelado, sem \u00e1gua nem oxig\u00eanio e bombardeado incessantemente por radia\u00e7\u00e3o ultravioleta? Se voc\u00ea \u00e9 uma bact\u00e9ria da esp\u00e9cie Deinococcus radiodurans, uma superf\u00edcie rugosa e uma camada de poeira j\u00e1 seriam suficientes. \u00c9 o que indica o primeiro estudo experimental de astrobiologia feito por cientistas brasileiros. Os resultados, publicados na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da revista cient\u00edfica Planetary and Space Science, d\u00e3o suporte \u00e0 teoria da panspermia, segundo a qual a vida pode n\u00e3o ter se originado na Terra, mas em outro ponto do universo, e ca\u00eddo aqui j\u00e1 pronta, trazida por um cometa, meteorito ou coisa parecida. Para isso, uma forma de vida primordial &#8211; representada nos experimentos por bact\u00e9rias &#8211; precisaria sobreviver \u00e0s intemp\u00e9ries do espa\u00e7o por milhares ou at\u00e9 milh\u00f5es de anos, dormente, para ent\u00e3o renascer na superf\u00edcie de algum planeta amig\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Como a Terra. Por mais dif\u00edcil que isso possa parecer, v\u00e1rios experimentos realizados nos \u00faltimos anos demonstram que determinadas bact\u00e9rias, em determinadas condi\u00e7\u00f5es, poderiam sobreviver a uma aventura espacial dessa natureza. A isso soma-se, agora, o trabalho do bi\u00f3logo brasileiro Ivan Gl\u00e1ucio Paulino-Lima, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele submeteu col\u00f4nias de Deinococcus radiodurans a condi\u00e7\u00f5es similares \u00e0s encontradas no espa\u00e7o e comprovou que elas sobrevivem, com relativa facilidade, a doses alt\u00edssimas de radia\u00e7\u00e3o. &#8220;Uma m\u00ednima prote\u00e7\u00e3o contra raios ultravioleta \u00e9 suficiente para aumentar significativamente a sobreviv\u00eancia desses microrganismos&#8221;, afirma Lima, que fez o trabalho para sua tese de doutorado. &#8220;Do ponto de vista da biologia, os resultados n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o extraordin\u00e1rios. Colocados num contexto astron\u00f4mico, por\u00e9m, as implica\u00e7\u00f5es tornam-se important\u00edssimas.&#8221; A mais importante delas \u00e9 que microrganismos primitivos resistentes, semelhantes \u00e0 Deinococcus radiodurans, poderiam, sim, sobreviver a uma viagem interplanet\u00e1ria, presos a gr\u00e3os de poeira ou rocha (micrometeoritos). A simula\u00e7\u00e3o foi feita utilizando o acelerador de part\u00edculas do Laborat\u00f3rio Nacional de Luz S\u00edncrotron (LNLS), em Campinas, capaz de produzir feixes cont\u00ednuos de radia\u00e7\u00e3o em v\u00e1rios comprimentos de onda e diferentes intensidades.<br \/>\nAs bact\u00e9rias foram colocadas sobre uma fita de carbono, cuja superf\u00edcie rugosa forma uma s\u00e9rie de &#8220;caverninhas&#8221; microsc\u00f3picas nas quais as bact\u00e9rias podiam se esconder da radia\u00e7\u00e3o &#8211; algo bem semelhante \u00e0 superf\u00edcie de um micrometeorito, segundo os pesquisadores. Associado a isso, bastou uma camada de poeira, mat\u00e9ria org\u00e2nica ou um leve empilhamento de c\u00e9lulas para que as bact\u00e9rias mais abaixo sobrevivessem. No teste mais rigoroso, as bact\u00e9rias foram expostas a 16 horas cont\u00ednuas de radia\u00e7\u00e3o ultravioleta de v\u00e1cuo, numa dose equivalente ao que elas receberiam ao longo de 1 milh\u00e3o de anos viajando no espa\u00e7o. &#8220;\u00c9 uma radia\u00e7\u00e3o de alt\u00edssima energia, muito mais forte do que os raios ultravioleta que chegam \u00e0 superf\u00edcie da Terra&#8221;, aponta a pesquisadora Claudia Lage, do Instituto de Biof\u00edsica Carlos Chagas Filho, que orientou o trabalho de Lima na UFRJ. A atmosfera terrestre filtra os comprimentos de onda mais nocivos da radia\u00e7\u00e3o solar. Caso contr\u00e1rio, a superf\u00edcie do planeta seria esterilizada. Em m\u00e9dia, s\u00f3 2% das bact\u00e9rias sobreviveram \u00e0s sess\u00f5es de radia\u00e7\u00e3o. Parece pouco, mas numa amostra de 100 mil c\u00e9lulas, isso significa 2 mil bact\u00e9rias. Mais do que suficiente para inseminar um planeta, como gostam de dizer os astrobi\u00f3logos. &#8220;\u00c9 praticamente uma invas\u00e3o alien\u00edgena&#8221;, compara Claudia. Na surdina. Uma invas\u00e3o t\u00e3o silenciosa que passaria facilmente despercebida mesmo nos dias de hoje. Al\u00e9m de sobreviver \u00e0s intemp\u00e9ries do espa\u00e7o, para desembarcar aqui, os micr\u00f3bios extraterrestres precisariam sobreviver \u00e0 entrada na atmosfera.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2003, uma rachadura no escudo protetor do \u00f4nibus espacial Columbia foi suficiente para destruir completamente a nave, matando seus sete tripulantes. Da mesma forma, o calor criado pelo atrito com o ar seria mais do que suficiente para pulverizar qualquer organismo preso \u00e0 superf\u00edcie de um meteoro ou outro meio de transporte espacial. Por isso, os pesquisadores especulam que as &#8220;invas\u00e3o&#8221; teria ocorrido por meio de micrometeoritos &#8211; fragmentos microsc\u00f3picos de rocha -, grandes o suficiente para transportar bact\u00e9rias, mas pequenos o suficiente para passar pela atmosfera sem se aquecer. Estudos feitos na Ant\u00e1rtida indicam que at\u00e9 10 mil toneladas de micrometeoritos caem anualmente sobre a Terra, segundo o astr\u00f4nomo Eduardo Janot Pacheco, do Instituto de Astronomia (IAG) da Universidade de S\u00e3o Paulo, que tamb\u00e9m assina o estudo. &#8220;Formas de vida alien\u00edgenas podem estar caindo sobre o planeta agora mesmo&#8221;, especula Janot. As evid\u00eancias f\u00f3sseis mais antigas de vida microbiana no planeta datam de 2,5 bilh\u00f5es de anos, segundo Claudia. &#8220;O planeta j\u00e1 era perfeitamente habit\u00e1vel naquela idade&#8221;, diz ela, caso algum microrganismo alien\u00edgena tenha mesmo desembarcado por aqui naquele momento. Talvez a pr\u00f3pria Deinococcus radiodurans &#8211; que seria, neste caso, o ancestral comum de todas as formas de vida na Terra -, ou algo parecido com ela. Conan, a bact\u00e9ria. A Deinococcus radiodurans foi selecionada para o estudo porque, como diz seu nome, \u00e9 uma esp\u00e9cie naturalmente resistente \u00e0 radia\u00e7\u00e3o extrema. A raz\u00e3o evolutiva para isso, ningu\u00e9m sabe, pois ela aguenta doses muito mais elevadas do que se registra em qualquer ambiente da Terra. E tamb\u00e9m \u00e9 resistente \u00e0 desidrata\u00e7\u00e3o &#8211; outra caracter\u00edsticas necess\u00e1ria para sobreviv\u00eancia no espa\u00e7o. \u00c9 encontrada em todo lugar, desde desertos at\u00e9 comidas enlatadas. J\u00e1 apareceu no Guiness Book como &#8220;a bact\u00e9ria mais durona do planeta&#8221;, e \u00e0s vezes atende pelo apelido de Conan. &#8220;Ainda bem que n\u00e3o \u00e9 uma esp\u00e9cie patog\u00eanica, sen\u00e3o estar\u00edamos em apuros&#8221;, conclui Janot. PARA ENTENDER A busca pela origem da vida<br \/>\nEvid\u00eancias gen\u00e9ticas associadas \u00e0 teoria da evolu\u00e7\u00e3o (em especial, o fato de que todos os seres vivos t\u00eam DNA), indicam que todas as esp\u00e9cies do planeta originaram-se de um ancestral comum, bilh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Essa forma de vida primordial seria um organismo extremamente simples &#8211; muito mais simples do que uma bact\u00e9ria. Mas como ela se formou? Ningu\u00e9m sabe. Estudos mostram que algumas mol\u00e9culas essenciais das c\u00e9lulas podem se formar espontaneamente na natureza, mas ningu\u00e9m foi capaz de produzir vida dessa forma at\u00e9 agora em laborat\u00f3rio. A teoria da panspermia n\u00e3o resolve esse problema &#8211; apenas desloca-o para outro lugar do universo. Link da mat\u00e9ria: <a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/estadaodehoje\/20100606\/not_imp562194,0.php\">https:\/\/www.estadao.com.br\/estadaodehoje\/20100606\/not_imp562194,0.php<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>06\/06\/2010, Estado de S.Paulo Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o Pesquisa mostra como bact\u00e9rias poderiam resistir com facilidade a uma viagem interplanet\u00e1ria, agarradas a&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1163,12],"tags":[56,519,575,670,8,402,403],"class_list":["post-1279","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-clipping-cnpem","category-clipping-lnls","tag-brasileiro","tag-espaco","tag-estudo","tag-hipotese","tag-lnls","tag-terra","tag-vida","category-1163","category-12","description-off"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o - CNPEM<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/cnpem.br\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o - CNPEM\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"06\/06\/2010, Estado de S.Paulo Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o Pesquisa mostra como bact\u00e9rias poderiam resistir com facilidade a uma viagem interplanet\u00e1ria, agarradas a&hellip;\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/cnpem.br\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"CNPEM\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2010-06-06T11:42:08+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-03-03T13:19:54+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Erik Medina\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Erik Medina\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Erik Medina\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/b957a8048be4b70d687484cae6b978ef\"},\"headline\":\"Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o\",\"datePublished\":\"2010-06-06T11:42:08+00:00\",\"dateModified\":\"2026-03-03T13:19:54+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\\\/\"},\"wordCount\":1173,\"keywords\":[\"Brasileiro\",\"espa\u00e7o\",\"Estudo\",\"hip\u00f3tese\",\"lnls\",\"Terra\",\"Vida\"],\"articleSection\":[\"CNPEM na M\u00eddia\",\"LNLS na M\u00eddia\"],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\\\/\",\"name\":\"Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o - CNPEM\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2010-06-06T11:42:08+00:00\",\"dateModified\":\"2026-03-03T13:19:54+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/b957a8048be4b70d687484cae6b978ef\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\\\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/en\\\/home\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/\",\"name\":\"Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais\",\"description\":\"Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais\",\"alternateName\":\"CNPEM\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/cnpem.br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/b957a8048be4b70d687484cae6b978ef\",\"name\":\"Erik Medina\",\"url\":\"\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o - CNPEM","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/cnpem.br\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\/","og_locale":"en_US","og_type":"article","og_title":"Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o - CNPEM","og_description":"06\/06\/2010, Estado de S.Paulo Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o Pesquisa mostra como bact\u00e9rias poderiam resistir com facilidade a uma viagem interplanet\u00e1ria, agarradas a&hellip;","og_url":"https:\/\/cnpem.br\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\/","og_site_name":"CNPEM","article_published_time":"2010-06-06T11:42:08+00:00","article_modified_time":"2026-03-03T13:19:54+00:00","author":"Erik Medina","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"Erik Medina","Est. reading time":"6 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/cnpem.br\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/cnpem.br\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\/"},"author":{"name":"Erik Medina","@id":"https:\/\/cnpem.br\/#\/schema\/person\/b957a8048be4b70d687484cae6b978ef"},"headline":"Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o","datePublished":"2010-06-06T11:42:08+00:00","dateModified":"2026-03-03T13:19:54+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/cnpem.br\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\/"},"wordCount":1173,"keywords":["Brasileiro","espa\u00e7o","Estudo","hip\u00f3tese","lnls","Terra","Vida"],"articleSection":["CNPEM na M\u00eddia","LNLS na M\u00eddia"],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/cnpem.br\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\/","url":"https:\/\/cnpem.br\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\/","name":"Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o - CNPEM","isPartOf":{"@id":"https:\/\/cnpem.br\/#website"},"datePublished":"2010-06-06T11:42:08+00:00","dateModified":"2026-03-03T13:19:54+00:00","author":{"@id":"https:\/\/cnpem.br\/#\/schema\/person\/b957a8048be4b70d687484cae6b978ef"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/cnpem.br\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\/#breadcrumb"},"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/cnpem.br\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/cnpem.br\/estudo-brasileiro-reforca-hipotese-de-que-vida-na-terra-veio-do-espaco\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/cnpem.br\/en\/home\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Estudo brasileiro refor\u00e7a hip\u00f3tese de que vida na Terra veio do espa\u00e7o"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/cnpem.br\/#website","url":"https:\/\/cnpem.br\/","name":"Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais","description":"Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais","alternateName":"CNPEM","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/cnpem.br\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/cnpem.br\/#\/schema\/person\/b957a8048be4b70d687484cae6b978ef","name":"Erik Medina","url":""}]}},"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/per0Mi-kD","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1279","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/17"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1279"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1279\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1279"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1279"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1279"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}