{"id":12086,"date":"2015-06-12T15:11:10","date_gmt":"2015-06-12T15:11:10","guid":{"rendered":"https:\/\/cnpem.staging.wpengine.com\/?p=12086"},"modified":"2026-03-02T16:07:03","modified_gmt":"2026-03-02T19:07:03","slug":"etanol-celulosico-deve-ser-economicamente-viavel-em-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnpem.br\/en\/etanol-celulosico-deve-ser-economicamente-viavel-em-2020\/","title":{"rendered":"Etanol celul\u00f3sico deve ser economicamente vi\u00e1vel em 2020"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em><a href=\"https:\/\/www.interfacecti.com.br\/ler_noticia.php?id=644\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Interface CTI<\/a> em 08\/06\/2015<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um <strong><a href=\"https:\/\/web.bndes.gov.br\/bib\/jspui\/handle\/1408\/4283\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estudo in\u00e9dito<\/a><\/strong> produzido pelo Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), a pedido do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social\u00a0 (BNDES), responde algumas quest\u00f5es fundamentais a quem trabalha na \u00e1rea de etanol, seja cientista, empres\u00e1rio ou formulador de pol\u00edticas p\u00fablicas. Dentre elas, qual \u00e9 a evolu\u00e7\u00e3o do custo de produ\u00e7\u00e3o do etanol celul\u00f3sico, obtido a partir do baga\u00e7o e da palha, e quando essa tecnologia se tornar\u00e1 economicamente vi\u00e1vel no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Simula\u00e7\u00f5es computacionais realizadas na Biorrefinaria Virtual de Cana-de-a\u00e7\u00facar (BVC) do CTBE estimam que o etanol celul\u00f3sico, tamb\u00e9m conhecido como segunda gera\u00e7\u00e3o (2G), ser\u00e1 vi\u00e1vel nas usinas brasileiras no m\u00e9dio-prazo, a partir de 2020. De acordo com os c\u00e1lculos da BVC, o custo de produ\u00e7\u00e3o atual do etanol 2G gira em torno de R$ 1,50 por litro, enquanto o custo do etanol de primeira gera\u00e7\u00e3o (1G) fica em torno de R$ 1,15. No m\u00e9dio prazo, o valor para a segunda gera\u00e7\u00e3o ser\u00e1 drasticamente reduzido para R$ 0,75, podendo chegar, em mais alguns anos, a R$ 0,52 em determinados cen\u00e1rios tecnol\u00f3gicos e econ\u00f4micos. A este custo, o etanol 2G permanecer\u00e1 competitivo mesmo se o pre\u00e7o internacional do barril de petr\u00f3leo atingir o m\u00ednimo de U$ 44.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tais valores foram obtidos a partir de dados propostos pelo CTBE, ap\u00f3s levantamento inicial junto a 22 empresas e especialistas do setor de etanol. As informa\u00e7\u00f5es adquiridas englobam temas como caracter\u00edsticas e qualidade das mat\u00e9rias-primas empregadas, produtividade no campo, n\u00edvel de mecaniza\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, rendimentos industriais, produtividade das diferentes opera\u00e7\u00f5es nas usinas, insumos empregados, integra\u00e7\u00e3o da primeira com a segunda gera\u00e7\u00e3o, per\u00edodo de opera\u00e7\u00e3o na safra e na entressafra, mat\u00e9ria-prima empregada na entressafra, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cen\u00e1rios tecnol\u00f3gicos estudados<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As simula\u00e7\u00f5es computacionais atuaram sobre 14 cen\u00e1rios distintos ao longo de tr\u00eas per\u00edodos: de 2015 a 2020 (curto prazo), 2021 a 2025 (m\u00e9dio prazo) e 2026 a 2030 (longo prazo). \u201cTodas as empresas consultadas nesse estudo possuem uma proposta de tecnologia para o curto prazo e objetivos estabelecidos para o longo prazo. Tais dados embasaram nossas estimativas\u201d, explica o l\u00edder da BVC no CTBE, Antonio Bonomi.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Duas rotas tecnol\u00f3gicas foram consideradas. Em uma h\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de etanol 2G com fermenta\u00e7\u00e3o separada de a\u00e7\u00facares de cinco carbonos (xilose). Na outra ocorre a cofermenta\u00e7\u00e3o dos a\u00e7\u00facares de cinco e seis carbonos (glicose)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi avaliado um cen\u00e1rio representativo da m\u00e9dia atual do setor, principalmente na Regi\u00e3o Centro-sul do Brasil, contempla uma planta 1G anexa com capacidade de processamento de dois milh\u00f5es de toneladas de cana durante a safra, com tecnologia b\u00e1sica e sem integra\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. Os demais cen\u00e1rios s\u00e3o baseados no processamento de, pelo menos, quatro milh\u00f5es de toneladas de cana, com tecnologia moderna eabrangem a produ\u00e7\u00e3o de etanol de primeira gera\u00e7\u00e3o exclusivamente, primeira gera\u00e7\u00e3o integrada \u00e0 segunda e segunda gera\u00e7\u00e3o em ind\u00fastria independente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resultados na \u00e1rea agr\u00edcola e industrial<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na parte agr\u00edcola, um dos grandes diferenciais para a redu\u00e7\u00e3o do custo futuro do etanol celul\u00f3sico \u00e9 a introdu\u00e7<strong>\u00e3o <\/strong>da cana-energia. Tal variedade de cana possui teor maior de fibras e menor de a\u00e7\u00facares, comparado \u00e0 cana convencional. \u201cEla \u00e9 mais produtiva. A produtividade m\u00e9dia atual de cana convencional colhida \u00e9 de 80 toneladas anuais por hectare, enquanto a cana-energia pode chegar a 250 toneladas anuais no longo prazo\u201d, informa Bonomi,. Prev\u00ea-se que com os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos esperados, ser\u00e1 poss\u00edvel colher a cana-energia na entressafra da convencional j\u00e1 no m\u00e9dio prazo. Soma-se a isso o fato de que a cana-energia possibilita o dobro de cortes sem renova\u00e7\u00e3o do canavial e possui um sistema radicular (de ra\u00edzes) mais robusto que a cana convencional, o que a torna mais resistente aos danos causados \u00e0s soqueiras durante a colheita mec\u00e2nica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na \u00e1rea industrial, A BVC prev\u00ea melhoria em todos os par\u00e2metros do processo, como rendimento e condi\u00e7\u00f5es operacionais das etapas de pr\u00e9-tratamento e hidr\u00f3lise, custo e consumo de enzimas etc. \u201cA produ\u00e7\u00e3o comercial do etanol 2G \u00e9 apenas o in\u00edcio da curva de aprendizado do processo. Soma-se a isso a redu\u00e7\u00e3o no investimento de implanta\u00e7\u00e3o de novas unidades industriais e os equipamentos que melhorar\u00e3o suas efici\u00eancias\u201d, atesta Tassia Junqueira, coordenadora deste estudo no CTBE.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estimativas de produ\u00e7\u00e3o de etanol 2G e 1G2G e incertezas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As estimativas da BVC mostram que, no curto prazo, a produ\u00e7\u00e3o de etanol celul\u00f3sico ficar\u00e1 em torno de 90 milh\u00f5es de litros anuais por planta industrial padr\u00e3o. Esse n\u00famero \u00e9 condizente com a capacidade instalada da <strong><a href=\"https:\/\/www.granbio.com.br\/conteudos\/biocombustiveis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">primeira usina de 2G inaugurada no Brasil<\/a><\/strong>, em 2014, que \u00e9 80 milh\u00f5es de litros. Entretanto, as melhorias implementadas nos cen\u00e1rios em que h\u00e1 integra\u00e7\u00e3o da primeira com a segunda gera\u00e7\u00e3o podem elevar a produ\u00e7\u00e3o total de etanol para cerca de 1 bilh\u00e3o de litros anuais por usina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No que diz respeito \u00e0 produtividade de etanol celul\u00f3sico, \u00e9 poss\u00edvel observar tr\u00eas patamares de produ\u00e7\u00e3o: em torno de 240 litros por tonelada de material lignocelul\u00f3sico seco para o curto prazo; 300 litros para o m\u00e9dio; e pr\u00f3ximo a 350 para o longo prazo. Esses valores refletem avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos, como o aumento de rendimento nas etapas de convers\u00e3o e maior recupera\u00e7\u00e3o dos produtos nas etapas de separa\u00e7\u00e3o s\u00f3lido-l\u00edquido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 sensato acreditar que um estudo com tamanho n\u00edvel de complexidade possua incertezas decorrentes das premissas empregadas. Segundo Bonomi, uma das maiores delas \u00e9 o pre\u00e7o futuro da eletricidade. Uma eleva\u00e7\u00e3o brusca e inesperada nesse componente pode levar os usineiros a direcionar grande parcela da biomassa dispon\u00edvel nas usinas para a produ\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica. Com isso, deve haver uma diminui\u00e7\u00e3o no volume de etanol 2G produzido devido a menor disponibilidade de biomassa para o processo, assim como um custo mais elevado para essa mat\u00e9ria-prima.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, as principais incertezas ligadas \u00e0s atividades agr\u00edcolas e industriais foram incorporadas aos c\u00e1lculos da BVC, que entrega alguns dos seus resultados com as devidas margens de erro estabelecidas. Mesmo com a inser\u00e7\u00e3o dessas sensibilidades, o custo do etanol celul\u00f3sico no m\u00e9dio prazo se mant\u00e9m pr\u00f3ximo da primeira gera\u00e7\u00e3o e, no longo prazo, \u00e9 inferior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pol\u00edticas p\u00fablicas que estimulam o consumo de etanol 2G<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao final do trabalho publicado na edi\u00e7\u00e3o de abril deste ano da Revista BNDES Setorial, o Banco ressalta a import\u00e2ncia do Brasil investir em pol\u00edticas p\u00fablicas de est\u00edmulo ao consumo de etanol 2G. Essas se somariam \u00e0s iniciativas de sucesso de BNDES, Finep e Fapesp, entre outros \u00f3rg\u00e3os de incentivo \u00e0 P&amp;D no Pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalho tamb\u00e9m aponta a opini\u00e3o do BNDES de que o CTBE, no \u00e2mbito da BVC e de sua Planta Piloto de Desenvolvimento de Processos, seria a institui\u00e7\u00e3o capaz de monitorar a evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica do etanol celul\u00f3sico e, sempre que poss\u00edvel, identificar uma rela\u00e7\u00e3o de causalidade com os instrumentos de pol\u00edtica implementados. \u201cA gera\u00e7\u00e3o dessa refer\u00eancia peri\u00f3dica de custos, independente e qualificada, contribuir\u00e1 positivamente para o desenvolvimento dessa ind\u00fastria no Brasil, seja influenciando estrat\u00e9gias empresariais, seja subsidiando e avaliando a agenda de pol\u00edtica p\u00fablica\u201d, afirmam os autores do trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/web.bndes.gov.br\/bib\/jspui\/handle\/1408\/4283\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse o artigo completo<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Interface CTI em 08\/06\/2015 Um estudo in\u00e9dito produzido pelo Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), a pedido do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social\u00a0 (BNDES), responde&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1163,1224],"tags":[],"class_list":["post-12086","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-clipping-cnpem","category-clipping-lnbr","category-1163","category-1224","description-off"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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