UDOP mostra como é produzido o etanol de segunda geração

Publicado em 31/10/2014
UDOP, em 29/10/2014

O episódio dois da websérie “A Segunda Geração do Etanol”, da TV UDOP, estreia nesta quarta-feira (29). Esta reportagem vai esclarecer muitas dúvidas sobre o processo de produção do E2G ou etanol celulósico. E para mostrar como o bioetanol é feito, a equipe da TV UDOP foi até o Centro de Tecnologia Canavieira, o CTC, em Piracicaba/SP.

Através da tecnologia adotada pelo CTC, os pesquisadores conseguem utilizar os açúcares que estão na celulose do bagaço e da palha da cana-de-açúcar. O processo pode ser dividido em três etapas: pré-tratamento, hidrólise enzimática e fermentação. “Primeiro, é feito um pré-tratamento dessa matéria-prima, ou seja, é exposta o açúcar que está dentro da fibra da palha ou do bagaço, pra que então ele possa ser quebrado em moléculas menores, num processo de hidrólise enzimática e depois fermentado para fazer o etanol”, disse o Diretor de Negócios do CTC, Robson Freitas.

A reportagem também mostra que o Grupo Raízen está investindo R$ 230 milhões na planta de etanol 2G na unidade Costa Pinto, em Piracicaba/SP. Em entrevista à reportagem, o Diretor executivo de produção do Grupo, Antonio Alberto Stuchi disse que “a fábrica da Costa Pinto é uma ampliação do piloto que existia lá no Canadá. Nós projetamos uma fábrica para 40 milhões de litros por ano e assim que essa tecnologia estiver comprovada e comprovar nosso estudo econômico, a ideia da Raízen é começar a ampliar a fabricação de 2G para aproveitar o potencial de biomassa que a gente tem”.

Para ver a reportagem completa, clique aqui. Ou, se preferir, acesse a nossa página no YouTube: www.youtube.com/tvudop.

 

“A Segunda Geração do Etanol”

A websérie, que começou na semana passada, foi dividida em quatro episódios e todas as quartas-feiras, um novo capítulo irá ao ar. O primeiro capítulo da série “A Segunda Geração do Etanol” abordou os problemas do setor bioenergético e mostrou que o etanol 2G é considerado por muitos especialistas como alternativa para tornar o setor mais competitivo e aumentar a produtividade por hectare de cana-de-açúcar. Para ver essa reportagem, clique aqui.

Para trazer a você todas essas informações, a equipe da TV UDOP visitou também a Granbio e o CTBE em Campinas/SP; a ABBI em São Paulo/SP; e ouviu grandes nomes do setor como Roberto Rodrigues (coordenador da GV Agro e presidente do Conselho da Unica); Luiz Carlos Corrêa Carvalho – Caio (presidente da Abag); Celso Junqueira Franco (presidente da UDOP); Elizabeth Farina (presidente da Unica); Antonio de Padua Rodrigues (Diretor Técnico da Unica), Plínio Nastari (Diretor da Datagro); Pedro Mizutani (Vice-presidente da Raízen); Marcos Fava Neves (Professor da FEA/USP -RP); José Paulo Stupiello (presidente da STAB); Adriano Pires (Diretor do CBIE); Antonio Cesar Salibe, presidente executivo da UDOP; André Rocha (presidente do Fórum Nacional Sucroenergético); Mário Campos (presidente da Siamig), entre outros.

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