SINTPq discute políticas para o CNPEM com novo diretor

Publicado em 29/04/2015
SINTPq, em 24/04/2015

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O SINTPq se reuniu nesta última quinta-feira, dia 23, com o novo diretor geral do CNPEM, Carlos Américo Pacheco, para discussão dos desafios da instituição e entraves nas relações de trabalho.

O sindicato defendeu o controle público social para empresas que recebem recursos públicos, destacando a necessidade do representante dos trabalhadores do CNPEM no Conselho ser eleito por seus pares. Atualmente, o representante dos empregados é designado pelo próprio Conselho que alterou seu estatuto para impedir a eleição.

No encontro, o novo diretor afirmou que o Sirius mudará a escala do CNPEM, tornando-se uma das principais instituições do país em C&T, ao lado do INPE.

Funcionários

O sindicato reafirmou sua posição em não haver perdas salariais, que levam a desmotivação e saída de funcionários. Pacheco também manifestou preocupação com essa situação e garantiu que ao longo de sua gestão irá priorizar a competitividade do Centro. “Nosso interesse é manter a competitividade do CNPEM no mercado e competitividade se faz com gente boa. A gente tem que ter as melhores pessoas aqui dentro”, afirmou.

Sobre a conjuntura econômica, o diretor afirmou que o Governo Federal ainda não publicou o decreto de resolução orçamentária e que o Centro vem trabalhando com recursos menores do que os previstos para o início de 2015.

Comissões

Ao longo deste ano o CNPEM deverá receber visitas das comissões de ciência e tecnologia da Câmara e do Senado. Segundo Pacheco, o objetivo é aproximar o legislativo o trabalho realizado pelo Centro. O SINTPq se propôs a colaborar com a vinda das comissões.

Infraestrutura

O sindicato apresentou ao diretor problemas da região decorrentes da falta de infraestrutura e solicitou que a nova gestão abra diálogo com a prefeitura e governo do Estado para investimentos locais.

Spin-off

O diretor afirmou ainda que existe o desejo do CNPEM trazer novas empresas para a área do Centro. No entanto, afirmou que essa é uma demanda para o futuro. “Não há regra, mas vamos ter que fazer. Diante do contexto (econômico) atual vamos ter que preparar isso para o futuro. Com parte do financiamento travado esse ano precisamos nos voltar para a gestão”, explicou Pacheco.

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